Fumo perturba viagens na Indonésia e além-fronteiras
Os incêndios florestais e em terrenos na Indonésia perturbaram 2 604 voos domésticos entre 11 de agosto e 19 de outubro de 2026, enquanto a bruma obrigou ao cancelamento de 14 ligações internacionais com Singapura, segundo o Ministério dos Transportes. A perturbação estendeu-se de Sumatra e Kalimantan a aeroportos em Sulawesi, Maluku, Maluku do Norte e Papua.
Índice
- Fumo perturba viagens na Indonésia e além-fronteiras
- Como aumentou a perturbação dos voos
- Porque pode a visibilidade impedir um voo
- Aeroportos do leste enfrentam pressão crescente
- Singapura e Malásia também perdem ligações
- Prejuízos das companhias aéreas vão além da venda de bilhetes
- Menos focos de calor, mas os incêndios continuam a reacender-se
- O fumo também limita o combate aos incêndios
- As famílias suportam o peso na saúde
- Intensificam-se as medidas legais e as conversações regionais
- Principais pontos
O director-geral da Aviação Civil, Lukman F. Laisa, afirmou que 1 420 voos domésticos foram cancelados ou adiados, 1 129 sofreram atrasos, 23 foram desviados para outros aeroportos e seis regressaram aos aeroportos de partida. Outros 26 foram reprogramados para partir mais cedo. No total, cancelamentos, adiamentos e atrasos afectaram 2 549 voos, quase 98 por cento do total.
O balanço mais recente foi 146 voos superior aos 2 458 registados até 17 de outubro. Para os passageiros, as consequências vão desde esperas nos terminais até chegadas a cidades diferentes. Para as comunidades remotas dependentes do transporte aéreo, os cancelamentos podem também interromper o abastecimento e o acesso a serviços públicos.
As ligações com Singapura foram directamente afectadas: 12 voos de ida e volta entre Singapura e Pontianak foram cancelados entre 12 e 23 de setembro, seguidos de dois entre Singapura e Palembang, a 15 de outubro. A bruma também interrompeu a ligação da Firefly entre Subang e o aeroporto de Seletar, em Singapura, antes de a companhia retomar a rota após uma suspensão de cerca de uma semana.
A perturbação da aviação é apenas uma parte de uma emergência mais ampla. O Ministério da Saúde da Indonésia registou 283 270 casos de doença respiratória aguda em sete províncias afectadas até 13 de outubro, enquanto as equipas de combate aos incêndios enfrentavam um fumo tão denso que impedia algumas aeronaves de chegar aos fogos.
Como aumentou a perturbação dos voos
Os totais sucessivos do Ministério dos Transportes mostram como a perturbação se acumulou ao longo de outubro. A monitorização combina informações das autoridades e dos operadores aeroportuários, das companhias aéreas e dos serviços de navegação aérea.
- 11 de agosto: Teve início o período de monitorização cumulativa do ministério.
- 12 a 23 de setembro: A bruma no aeroporto Supadio, em Pontianak, provocou 12 cancelamentos em ligações com Singapura.
- 12 de outubro: O número cumulativo de voos domésticos afectados chegou a 1 813.
- 13 de outubro: O total chegou a 2 021, incluindo 1 067 cancelamentos ou adiamentos e 919 atrasos.
- 15 de outubro: Foram canceladas duas ligações entre Singapura e Palembang.
- 17 de outubro: O ministério registou 2 458 voos domésticos afectados em 29 aeroportos de 17 províncias.
- 19 de outubro: O total cumulativo de voos domésticos chegou a 2 604.
O aumento de 2 021 voos em 13 de outubro para 2 604 em 19 de outubro corresponde a mais 583 voos afectados, ou cerca de 29 por cento. Estes totais incluem vários tipos de alterações de horários, com o ministério a agrupar cancelamentos e adiamentos.
Outros factores também estavam a perturbar a aviação. Até 17 de outubro, as autoridades registaram separadamente 20 cancelamentos domésticos atribuídos a cinzas vulcânicas, mau tempo e ventos fortes. Esses cancelamentos não foram incluídos no total relativo à bruma.
Porque pode a visibilidade impedir um voo
O aeroporto Sultan Mahmud Badaruddin II, em Palembang, é um exemplo concreto do problema de segurança. O director-geral, Ahmad Syaugi Sahab, afirmou que cinco voos sofreram atrasos numa manhã em que a visibilidade desceu abaixo do limite operacional mínimo do aeroporto, de 600 metros. A bruma já tinha afectado 18 voos naquele aeroporto a 3 de outubro.
As tripulações precisam de visibilidade suficiente para realizar descolagens, aproximações e aterragens em segurança. O limite operacional depende do aeroporto, da aeronave e dos procedimentos utilizados. Por isso, o fumo pode perturbar os voos de formas diferentes em aeroportos distintos.
O aeroporto Sultan Syarif Kasim, em Pekanbaru, registou vários desses efeitos quando a visibilidade caiu para cerca de 600 metros. Um voo da Lion Air regressou a Jacarta, um voo da Citilink foi desviado para Batam e uma aeronave da Pelita Air deu cinco voltas antes de aterrar, depois de as condições melhorarem. No aeroporto Sultan Thaha, em Jambi, oito voos sofreram atrasos ou foram reprogramados, com a visibilidade a descer dos 1 500 metros no início da manhã para 800 metros ao meio-dia.
Lukman, o responsável do ministério pela aviação civil, explicou a prioridade operacional do Governo:
A segurança dos voos continua a ser a nossa principal prioridade. Todas as decisões operacionais têm de ter em conta as condições meteorológicas, a visibilidade e as avaliações de segurança das autoridades competentes.
Aeroportos do leste enfrentam pressão crescente
Entre 13 e 17 de outubro, a bruma afectou a aviação numa área geográfica mais ampla. Entre os aeroportos mencionados pelo ministério estavam Mutiara SIS Al-Jufrie, em Palu, Sultan Babullah, em Ternate, Pattimura, em Ambon, Mozes Kilangin, em Timika, e Domine Eduard Osok, em Sorong, além de aeroportos em Pontianak, Pekanbaru e Palembang.
As autoridades colocaram também 16 aeroportos de Papua, Papua Central, Terras Altas da Papua e Papua Meridional sob monitorização. Entre eles estavam Sentani, Timika, Wamena, Oksibil, Dekai, Merauke, Tanah Merah e Ewer, bem como destinos mais pequenos, como Manggelum, Yaniruma e Mindiptanah.
Danang Mandala Prihantoro, porta-voz do Lion Group, afirmou que pelo menos quatro voos com ligações a Sorong, Manokwari e Jayapura tinham sido reprogramados. As más condições num aeroporto podem afectar os voos seguintes, uma vez que as mesmas aeronaves e tripulações são necessárias para as viagens posteriores.
A 16 de outubro, a bruma também levou ao cancelamento de 22 voos pioneiros, incluindo dois serviços de carga, nas áreas de coordenação de Singkep, Kuala Pembuang, Tanah Merah e Gorontalo. Os serviços pioneiros ligam localidades onde o transporte comercial regular é limitado. O observador da aviação Gatot Raharjo alertou que as interrupções poderiam reduzir o abastecimento de bens essenciais e fazer subir os preços nas comunidades remotas.
Singapura e Malásia também perdem ligações
A Firefly anunciou os primeiros cancelamentos a 10 de outubro, devido à baixa visibilidade. A rota afectada liga o aeroporto Sultan Abdul Aziz Shah, em Subang, perto de Kuala Lumpur, ao aeroporto de Seletar, em Singapura. Durante a suspensão, os passageiros podiam ser transferidos para voos da Malaysia Airlines entre o Aeroporto Internacional de Kuala Lumpur e Changi, sujeitos à disponibilidade de lugares.
Os problemas em Seletar foram além dessa rota. Dezasseis voos foram desviados do aeroporto entre 5 e 11 de outubro devido à baixa visibilidade e à bruma, segundo informações atribuídas à Autoridade da Aviação Civil de Singapura e ao grupo Changi Airport Group.
Eddy Krismeidi, director de assuntos da Indonésia e de comunicação estratégica da AirAsia, afirmou que as operações da companhia malaia com ligações a Palembang, Pontianak e Banjarmasin também foram afectadas. A companhia adiou uma viagem prevista para levar clientes malaios a Kalimantan.
Foi pedido aos operadores aeroportuários da Indonésia que reforçassem os procedimentos em condições de visibilidade reduzida e coordenassem a sua actuação com a AirNav Indonesia e a Agência de Meteorologia, Climatologia e Geofísica, conhecida como BMKG. Os avisos à navegação aérea informam as tripulações sobre restrições e alterações nas condições. Pediu-se também aos operadores que melhorassem a informação nos terminais e disponibilizassem máscaras aos passageiros.
Prejuízos das companhias aéreas vão além da venda de bilhetes
A Associação Nacional das Companhias Aéreas da Indonésia, ou INACA, estimou que cerca de 500 cancelamentos durante setembro custaram às companhias aéreas mais de 22 mil milhões de rupias. A estimativa não inclui prejuízos para operadores aeroportuários, lojas nos aeroportos, restaurantes, táxis e hotéis.
A Citilink teve o maior número de voos afectados num balanço anterior que abrangia 10 companhias aéreas, com 478. Seguiram-se a NAM Air, com 300, a Wings Air, com 227, e a Super Air Jet, com 161. Entre as outras operadoras afectadas estavam a Garuda Indonesia, a Batik Air, a TransNusa, a Lion Air e a Sriwijaya Air.
Bayu Sutanto, secretário-geral da INACA, afirmou que os passageiros afectados por situações de emergência podiam receber reembolsos ou remarcar as viagens. Lukman afirmou também que as companhias aéreas continuavam a ser responsáveis por garantir os direitos dos passageiros ao abrigo das regras aplicáveis. Os passageiros devem confirmar as condições em vigor junto da companhia aérea, sobretudo quando a viagem de substituição utiliza aeroportos diferentes.
As empresas do sector do turismo enfrentam uma quebra relacionada com a diminuição do número de visitantes. Hariyadi Sukamdani, presidente da Associação da Indústria do Turismo da Indonésia, alertou que a taxa de ocupação nas zonas afectadas poderia cair para 10–20 por cento se a situação se mantivesse. Afirmou que Kalimantan estava particularmente exposta, uma vez que as alternativas de viagem por terra eram mais limitadas do que no principal corredor rodoviário de Sumatra.
O Centro de Estudos Económicos e Jurídicos estimou custos económicos e de saúde entre 39,29 biliões e 123,1 biliões de rupias para o período de janeiro a agosto. Na sua avaliação, os prejuízos relacionados com activos físicos e actividade económica ascenderam a 29,54 biliões de rupias. Estas são estimativas mais abrangentes, que cobrem a emergência dos incêndios, enquanto o valor da INACA diz respeito aos cancelamentos de voos em setembro.
Menos focos de calor, mas os incêndios continuam a reacender-se
A actualização mais recente do Ministério das Florestas registou 487 focos de calor com elevado grau de confiança em todo o país às 21h de segunda-feira, abaixo dos 1 104 do dia anterior. Nas seis províncias prioritárias, o número caiu de 748 para 172.
Sumatra Meridional registou 64, Kalimantan Central 49, Kalimantan Meridional 40, Kalimantan Ocidental 12 e Jambi sete, enquanto Riau não registou nenhum. Sumatra Meridional e Kalimantan Meridional registaram aumentos apesar da descida a nível nacional. Uma monitorização anterior tinha mostrado uma forte subida nacional, de 270 para 1 104, ilustrando a rapidez com que as condições estavam a mudar.
Os focos de calor são detecções de calor utilizadas para ajudar a localizar possíveis incêndios. A área ardida é medida separadamente. A organização ambiental Satya Bumi estimou que arderam mais de 202 000 hectares entre janeiro e julho de 2026, mais 69 por cento do que no mesmo período do ano anterior.
Grande parte da dificuldade de combate aos incêndios está debaixo da superfície. A turfa é uma acumulação espessa de vegetação parcialmente decomposta. Quando seca, pode arder no subsolo, deixando calor difícil de alcançar com água.
Fauzi Rahman, bombeiro de 27 anos em Palangka Raya, descreveu o trabalho necessário para extinguir o fogo:
Como a camada de turfa é bastante profunda, temos de apagar completamente o fogo até ao fundo.
Os bombeiros perto de Banjarbaru testaram tubos introduzidos até dois metros na turfa para levar água e líquido de combate a incêndios ao subsolo. A polícia afirmou que um dos testes reduziu a temperatura subterrânea de cerca de 120 graus Celsius para 30 graus, com drones térmicos utilizados para detectar qualquer calor residual.
O fumo também limita o combate aos incêndios
A actualização mais recente sobre a resposta da Indonésia indicava 61 aeronaves de prontidão, incluindo 44 para largar água e 17 para patrulhamento e modificação do tempo. Registos operacionais separados contabilizavam 5 179 voos de largada de água entre 20 de abril e 16 de outubro, envolvendo 38 aeronaves de 11 operadores.
As aeronaves precisam de visibilidade segura para navegar, identificar os alvos e largar água. O ministro dos Negócios Estrangeiros da Malásia, Mohamad Hasan, afirmou que o fumo denso tinha impedido de voar 34 aeronaves envolvidas na resposta da Indonésia. O terreno remoto e o abastecimento limitado de água agravavam as dificuldades.
A Malásia ofereceu uma aeronave Bombardier CL-415MP, três helicópteros e cerca de 50 pessoas. A Indonésia tinha concordado em aceitar ajuda internacional, avaliando cada proposta individualmente. Num ponto de situação de 19 de outubro, o pacote específico da Malásia ainda aguardava aprovação indonésia, na sequência da oferta de aeronaves da Malásia.
As autoridades também dispersaram cerca de 2,4 toneladas de gelo seco sobre Sumatra Meridional a 15 e 16 de outubro, concentrando-se inicialmente no aeroporto de Palembang. O gelo seco é dióxido de carbono no estado sólido. A experiência pretende perturbar uma inversão térmica, uma camada de ar mais quente que retém o ar mais frio e o fumo perto do solo.
Durante o primeiro teste com gelo seco, responsáveis da protecção civil comunicaram uma melhoria da visibilidade de cerca de 650 metros para 2 800 metros, abaixo do objectivo de pelo menos 5 000 metros. Responsáveis da BMKG descreveram o método como experimental, estando ainda a avaliar a sua eficácia contra a bruma provocada por incêndios florestais tropicais. A técnica visa dispersar o fumo, enquanto as equipas no terreno e as aeronaves continuam a extinguir os incêndios.
As famílias suportam o peso na saúde
O Ministério da Saúde da Indonésia registou 283 270 casos de doença respiratória aguda em sete províncias afectadas até 13 de outubro, em comparação com 113 336 até 9 de setembro. Mais de 60 000 casos diziam respeito a crianças com menos de cinco anos.
A direcção de saúde de Palangka Raya comunicou um aumento de 25 por cento nas infecções respiratórias agudas. Os residentes descreveram fumo a entrar em casa e voluntários a instalarem abrigos com ar mais limpo. A procura de ar seguro tornou-se especialmente urgente para famílias com crianças, idosos e pessoas que já têm dificuldade em respirar.
As medições da BMKG em Sumatra mostraram que as concentrações de PM2,5 atingiram 903,6 microgramas por metro cúbico em Palembang e 298,7 em Pekanbaru durante episódios graves. PM2,5 designa partículas com um diâmetro máximo de 2,5 micrómetros, suficientemente pequenas para penetrar profundamente nos pulmões.
A Malásia encerrou escolas nas zonas afectadas, enquanto Singapura restabeleceu os tratamentos subsidiados para doenças associadas à bruma. A procura de equipamento de protecção também aumentou: o fornecedor malaio de material médico AA Alive comunicou um aumento de 35 por cento nas vendas de equipamento de oxigénio, e o retalhista Courts afirmou que as vendas de purificadores de ar aumentaram 600 por cento entre 28 de setembro e 12 de outubro, em comparação com o mesmo período do ano anterior.
O Ministério das Florestas comunicou também a morte de quatro bombeiros num parque nacional de Java. As mortes aumentaram o custo humano de uma resposta que envolve dezenas de milhares de pessoas.
Intensificam-se as medidas legais e as conversações regionais
A ministra da Sustentabilidade e do Ambiente de Singapura, Grace Fu, afirmou que a Agência Nacional do Ambiente notificaria sete empresas com concessões na Indonésia ao abrigo da Lei da Poluição Atmosférica Transfronteiriça. As notificações exigem medidas contra os incêndios e informações sobre a sua prevenção. A lei de 2014 permite a aplicação de multas até 100 000 dólares de Singapura por dia a empresas que provoquem ou tolerem incêndios responsáveis por bruma em Singapura.
Fu descreveu as conclusões preliminares da agência e os fundamentos para possíveis medidas adicionais:
A investigação até ao momento sugere que parte da bruma sentida em Singapura teve origem em incêndios em terrenos pertencentes a sete empresas na Indonésia.
O primeiro-ministro Lawrence Wong afirmou que Singapura estava a investigar que empresas poderiam ser responsáveis e a ponderar uma acção conjunta com outros países. A Greenpeace também alegou haver ligações entre as zonas ardidas e empresas sediadas em Singapura e na Malásia.
A Indonésia alargou a sua própria resposta em matéria de fiscalização. Na sequência de sanções contra 32 empresas, o Ministério das Florestas afirmou que as medidas incluíam suspensões de licenças, ordens de recuperação ambiental e a revogação de cinco licenças. Os processos criminais envolviam 125 pessoas e empresas.
A ASEAN elevou o alerta para a bruma ao Nível 3, o mais alto. A Malásia pretende reforçar os mecanismos regionais, tendo Mohamad afirmado que a bruma não está abrangida pelo actual mecanismo do bloco para catástrofes naturais. O tema deverá ser debatido nas reuniões da ASEAN antes da cimeira de novembro, em Manila. Entretanto, passageiros e comunidades enfrentam alterações na visibilidade, ligações interrompidas e exposição continuada ao fumo.
Principais pontos
- A Indonésia registou 2 604 voos domésticos afectados entre 11 de agosto e 19 de outubro, incluindo 1 420 cancelamentos ou adiamentos.
- Foram canceladas 14 ligações internacionais com Singapura nas rotas de Pontianak e Palembang.
- Até 17 de outubro, a bruma tinha afectado 29 aeroportos em 17 províncias e perturbado ligações a comunidades remotas.
- O Ministério da Saúde da Indonésia registou 283 270 casos de doença respiratória aguda em sete províncias até 13 de outubro.
- O combate aos incêndios combina equipas no terreno, aeronaves, arrefecimento da turfa e técnicas experimentais de dispersão do fumo, estando algumas operações condicionadas pela visibilidade.
- Singapura está a investigar empresas, enquanto a ASEAN deverá debater a crise antes da cimeira de novembro, em Manila.






