Malásia oferece aeronaves para os incêndios na Indonésia, mas o fumo denso impede operações aéreas

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Malaysia Offers Aircraft for Indonesia Fires as Thick Haze Grounds Aerial Response

Oferta de aeronaves enfrenta crise de visibilidade

A Malásia está a preparar uma eventual assistência para os incêndios florestais e em turfeiras na Indonésia, incluindo helicópteros e aviões de combate a incêndios, mas o fumo torna algumas das missões de salvamento propostas demasiado perigosas. O ministro dos Negócios Estrangeiros, Datuk Seri Mohamad Hasan, afirmou que, segundo relatos, a visibilidade nas zonas afetadas caiu para menos de 50 metros, enquanto os valores da poluição em algumas partes de Kalimantan chegaram aos 1.000.

Índice
  1. Oferta de aeronaves enfrenta crise de visibilidade
  2. Porque poderão ter de esperar mais aeronaves
  3. Equipas terrestres suportam o grosso do esforço
  4. Que área ardeu?
  5. As operações para provocar chuva dependem das nuvens
  6. Escolas e hospitais sentem a pressão
  7. O fumo perturba os voos e ameaça uma área de conservação
  8. O que se segue para a assistência estrangeira?
  9. Cooperação regional e propostas de prevenção
  10. Principais pontos

A oferta surge enquanto a Indonésia mobiliza mais de 60.000 pessoas no terreno e a Malásia enfrenta o encerramento de escolas e a deterioração da qualidade do ar. O vice-primeiro-ministro, Datuk Seri Dr Ahmad Zahid Hamidi, tinha descrito anteriormente uma proposta de contribuição malaia composta por uma aeronave de combate a incêndios, três helicópteros e 52 agentes e elementos do pessoal.

Mohamad afirmou que altos funcionários do Ministério dos Negócios Estrangeiros da Malásia, da Agência Nacional de Gestão de Catástrofes e do Conselho de Segurança Nacional estavam a discutir com os seus homólogos indonésios que assistência seria adequada. As recomendações seriam submetidas ao Conselho de Ministros da Malásia para aprovação. Não foi anunciada qualquer data para a mobilização.

A Indonésia concordou em aceitar assistência internacional, avaliando cada oferta de acordo com as necessidades operacionais. O principal problema é prático: é difícil chegar por estrada aos incêndios no interior, mas o fumo que produzem também pode impedir que as aeronaves os alcancem.

Ao falar em Malaca, a 18 de outubro, Mohamad afirmou que a Malásia daria prioridade à segurança dos pilotos e das tripulações. Descreveu os limites que o Governo imporia a qualquer missão:

Temos de ser cautelosos. Não podemos obrigar os pilotos a voar em condições perigosas. Não o faremos.

Porque poderão ter de esperar mais aeronaves

Kalimantan Central já sofreu interrupções prolongadas no combate aéreo aos incêndios. Numa reunião de 12 de outubro, presidida pelo presidente Prabowo Subianto, responsáveis pela gestão de catástrofes disseram que os helicópteros que largavam água na província não tinham conseguido voar durante cerca de uma semana. Foram afetadas as operações a partir de Palangka Raya e Banjarmasin.

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O comandante militar regional, major-general Zainul Arifin, descreveu uma visibilidade de cerca de 500 metros nas imediações do Parque Nacional de Tanjung Puting. Mais tarde, Mohamad referiu uma visibilidade inferior a 50 metros nas zonas afetadas, sem especificar o mesmo local. Ambos os relatos descrevem fumo suficientemente intenso para impedir voos de combate a incêndios.

A Agência Nacional de Mitigação de Catástrofes da Indonésia, conhecida como BNPB, já tinha documentado a mesma dificuldade semanas antes. A sua avaliação de Kalimantan Central registou uma visibilidade de cerca de 500 metros a 21 de setembro e indicou que os helicópteros tiveram de ficar de prontidão por as condições de voo serem inseguras.

O bombardeamento com água consiste em largar água sobre um incêndio a partir de uma aeronave. As tripulações precisam de visibilidade suficiente para navegar, aproximar-se do alvo e largar a carga em segurança. Mais aeronaves só ajudam se conseguirem chegar às zonas em chamas e encontrar fontes de água utilizáveis.

Mohamad afirmou que uma equipa japonesa regressou anteriormente ao seu país depois de as condições a impedirem de prosseguir a missão de assistência. O seu relato sublinhou por que razão as conversações da Malásia incidem sobre o tipo de ajuda necessário, e não apenas sobre o número de aeronaves disponíveis.

Equipas terrestres suportam o grosso do esforço

A avaliação de setembro da BNPB indicava que cerca de 10.700 pessoas tinham sido mobilizadas para a resposta em Kalimantan Central, incluindo militares, polícia, agências de catástrofes, equipas de combate a incêndios florestais, voluntários e autoridades locais. Referia também 946 funcionários do Serviço Florestal provincial, distribuídos por 19 postos, e cerca de 1.220 militares.

Foram preparados três drones térmicos e cerca de 300 bombas portáteis para as equipas no terreno. Os drones térmicos detetam calor, ajudando as equipas a localizar zonas em chamas que podem ser difíceis de identificar através do fumo. As bombas permitem aos bombeiros encaminhar água por mangueiras para locais inacessíveis a veículos.

Na reunião nacional de 12 de outubro, o secretário de Estado do Conselho de Ministros, Teddy Indra Wijaya, afirmou que mais de 60.000 pessoas apoiavam as operações terrestres. O ministro coordenador dos Assuntos Políticos e de Segurança, Dudung Abdurachman, disse que as equipas conjuntas podiam cobrir até 692 hectares por dia, com rotação dos elementos para limitar o esgotamento.

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Tanjung Puting reúne uma combinação particularmente difícil de incêndios dispersos, terrenos pantanosos e equipamento limitado. Zainul afirmou que ainda eram necessárias algumas bombas para arrefecer zonas onde as chamas já tinham sido apagadas, enquanto o equipamento de substituição tinha, por vezes, de vir de Java.

Quando Zainul pediu mais 50 bombas, Prabowo prometeu 200. O presidente prometeu também dois mil milhões de rupias para 200 pontos de perfuração de água. Ao custo anunciado de 10 milhões de rupias por ponto, o financiamento corresponde ao número de poços proposto. Zainul afirmou que era possível encontrar águas subterrâneas a profundidades de cerca de 10 a 15 metros e que os residentes locais podiam ajudar nas perfurações.

Que área ardeu?

O Ministério das Florestas da Indonésia registou 107.465 hectares afetados por incêndios entre janeiro e junho, um aumento de 110% face ao mesmo período de 2023. Isso significa que a área ardida foi ligeiramente superior ao dobro da registada anteriormente. No briefing de 12 de outubro, o responsável da BNPB, Suharyanto, estimou a área ardida acumulada em quase 130.000 hectares, com 639,23 hectares ainda em chamas nas seis províncias prioritárias.

A avaliação provincial mais detalhada da BNPB registou mais de 142.000 focos de calor e cerca de 3.800 incêndios em Kalimantan Central entre 1 de janeiro e 19 de setembro de 2026. A análise por satélite do Ministério das Florestas calculou em 7.634 hectares a área ardida naquela província, enquanto a área abrangida pelas equipas de resposta se aproximava dos 13.000 hectares.

Estas medições descrevem diferentes aspetos da emergência. Um foco de calor é uma deteção por satélite de calor anormal; podem ocorrer deteções repetidas em torno de um incêndio que continua ativo. A área abrangida corresponde ao alcance das operações de resposta, enquanto a análise por satélite mede a área identificada como ardida.

A Indonésia identificou Riau, Jambi e Sumatra do Sul, na ilha de Sumatra, e Kalimantan Ocidental, Kalimantan Central e Kalimantan do Sul, na ilha de Bornéu, como as seis províncias prioritárias. A 12 de outubro, os responsáveis comunicaram melhorias em Riau, Jambi, Kalimantan Ocidental e Kalimantan do Sul, concentrando-se as operações em Kalimantan Central e Sumatra do Sul.

Outras regiões também sofreram incêndios. No monte Bromo, em Java Oriental, o responsável da agência local de mitigação de catástrofes, Gatot Soebroto, afirmou que pelo menos 899 hectares tinham sido danificados e que o incêndio estava praticamente extinto.

As operações para provocar chuva dependem das nuvens

A Indonésia combinou operações terrestres com aeronaves e tentativas de estimular a precipitação. O ministro coordenador da Segurança, Djamari Chaniago, afirmou que tinham sido mobilizados 43 helicópteros e 15 aviões. Descreveu também as dificuldades de semear nuvens quando há poucas nuvens de chuva.

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A sementeira de nuvens consiste em introduzir substâncias como sal em nuvens adequadas para estimular o crescimento das gotículas e a sua queda sob a forma de chuva. Requer condições de nebulosidade que já possam produzir precipitação. Por isso, a falta de chuva limita as operações precisamente quando os bombeiros mais precisam de água.

A avaliação de setembro da BNPB programou operações de modificação do estado do tempo entre 20 e 29 de setembro. A agência meteorológica da Indonésia identificou possíveis nuvens de chuva entre 21 e 28 de setembro, levando à elaboração de planos para transferir aeronaves de modificação do estado do tempo de Palangka Raya para Banjarmasin e Pangkalan Bun, para que as tripulações pudessem tentar missões em Kalimantan Central.

Briefings posteriores, em outubro, descreveram perturbações tanto nos voos de modificação do estado do tempo como nas operações de largada de água. O ministro do Ambiente, Jumhur Hidayat, apontou também a escassez de água como um entrave persistente ao combate aos incêndios.

Dana Prima Tarigan, do grupo ambientalista indonésio WALHI, atribuiu os incêndios sobretudo à desflorestação para plantações, mineração e outros usos, agravada pelo El Niño. O El Niño é um padrão climático do oceano Pacífico que pode reduzir a precipitação na Indonésia, deixando a vegetação e os solos secos durante mais tempo.

Escolas e hospitais sentem a pressão

O primeiro-ministro da Malásia, Datuk Seri Anwar Ibrahim, afirmou a 18 de outubro de 2026 que os incêndios estavam a afetar a saúde pública e a vida quotidiana, incluindo o encerramento de escolas em vários estados e zonas. No estado de Johor, foi ordenado o encerramento de escolas e instituições de ensino até 23 de outubro.

Pontianak, capital de Kalimantan Ocidental, transferiu todas as aulas para o formato online devido à deterioração da qualidade do ar. No estado malaio de Sarawak, 11 zonas registaram níveis de qualidade do ar considerados insalubres, e o departamento de educação instruiu as escolas a suspenderem as atividades ao ar livre quando o índice de qualidade do ar ultrapassasse 100 ou as temperaturas fossem demasiado elevadas.

O Ministério da Saúde da Indonésia registou perto de 175.000 casos de infeções respiratórias agudas nas zonas afetadas por incêndios florestais e terrestres entre 18 de agosto e 21 de setembro. Mais de 40.000 casos envolviam crianças com menos de cinco anos. O ministério afirmou estar a reforçar os postos de saúde e os hospitais para atender as pessoas com problemas de saúde durante os incêndios.

As infeções respiratórias agudas afetam o sistema respiratório e desenvolvem-se num período relativamente curto. O fumo contém também pequenas partículas que podem penetrar nos pulmões e irritar as vias respiratórias, tornando o ar poluído particularmente difícil para quem já tem problemas respiratórios.

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A AA Alive, uma empresa de equipamento médico com sede nos arredores de Kuala Lumpur, comunicou um aumento de 35% nas vendas de garrafas de oxigénio. Rafinia Fardet, membro da equipa comercial, atribuiu o aumento à névoa seca. Os fornecedores comunicaram também que as vendas de purificadores de ar subiram 600% entre 28 de setembro e 12 de outubro, em comparação com o mesmo período do ano anterior, ou seja, atingiram sete vezes o nível anterior.

Um técnico da AA Alive afirmou que, devido à poluição, os filtros dos equipamentos de oxigénio, que normalmente duravam cerca de 1.000 horas, estavam a durar aproximadamente metade desse tempo. Para as famílias que já utilizavam este tipo de equipamento, a névoa seca implicava mais necessidade de manutenção, além de preocupação com o ar no exterior.

O fumo perturba os voos e ameaça uma área de conservação

O Ministério dos Transportes da Indonésia contabilizou 1.673 voos domésticos programados afetados por incêndios florestais entre 11 de agosto e 9 de outubro. O diretor-geral da aviação civil, Lukman F Laisa, afirmou que 745 sofreram atrasos, 907 foram cancelados ou adiados, 15 foram desviados e seis regressaram à base.

Os cancelamentos e adiamentos representaram cerca de 54% dos voos afetados. Lukman afirmou que foram impostas restrições para proteger passageiros e tripulações quando a visibilidade caiu abaixo dos padrões operacionais. O mesmo fumo que limitava os voos de emergência estava a perturbar as viagens normais.

Segundo os dados apresentados por ocasião da reunião de 12 de outubro, ardiam mais de 500 hectares no Parque Nacional de Tanjung Puting e nas zonas circundantes dos municípios de West Kotawaringin e Seruyan. Prabowo ordenou aos responsáveis que dessem prioridade ao combate aos incêndios na região, um centro de renome internacional para a conservação e reabilitação de orangotangos.

Zainul afirmou que 247 turistas estrangeiros visitaram o parque a 12 de outubro, elevando o total de visitantes em 2026 para 66.000. Devido às dificuldades de acesso e aos riscos para a vida selvagem, os bombeiros que entravam nas zonas afetadas precisavam de coordenar as operações com responsáveis locais pela gestão de catástrofes, a polícia e as autoridades regionais.

Os incêndios florestais e em turfeiras colocam exigências diferentes às equipas. A turfa é uma camada de matéria vegetal parcialmente decomposta que pode arder debaixo da superfície. Apagar as chamas visíveis pode, por isso, ter de ser seguido de um arrefecimento e humedecimento prolongados, o que ajuda a explicar a procura contínua de bombas e de água nas proximidades.

O que se segue para a assistência estrangeira?

A oferta da Malásia passou por conversações sobre a aceitação de assistência internacional, as necessidades operacionais da Indonésia e a aprovação do Conselho de Ministros malaio. Responsáveis indonésios afirmaram que as ofertas da Malásia e de Singapura não foram discutidas na reunião de 12 de outubro de Prabowo, que se centrou na resposta interna.

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Jumhur afirmou a 13 de outubro que a Indonésia avaliaria a assistência estrangeira pela eficácia com que pudesse acelerar o combate aos incêndios. Disse que mobilizações reduzidas de pessoal poderiam ter um impacto limitado perante dezenas de milhares de operacionais indonésios, e que as aeronaves também tinham de ser adequadas às condições no terreno.

Os principais acontecimentos decorreram ao longo de várias semanas:

  • 31 de agosto a 29 de setembro: período declarado de resposta de emergência aos incêndios em Kalimantan Central, segundo os registos da BNPB.
  • 21 de setembro: a BNPB documentou uma visibilidade de cerca de 500 metros e apelou ao reforço das operações terrestres.
  • 12 de outubro: Prabowo presidiu a uma reunião sobre a resposta e prometeu mais bombas e financiamento para perfuração de pontos de captação de água.
  • 13 de outubro: Jumhur afirmou que as ofertas estrangeiras seriam avaliadas quanto à sua eficácia e manifestou esperança de que os incêndios pudessem ser extintos em menos de um mês.
  • 18 de outubro: Anwar reafirmou a disponibilidade da Malásia para ajudar, enquanto Mohamad descreveu as conversações sobre a assistência adequada e a segurança das tripulações.
  • 23 de outubro: data prevista para o fim do encerramento das escolas em Johor.

A meta de Jumhur era uma estimativa relacionada com a diminuição da intensidade dos incêndios e com as conversações com a BNPB. A escassez de água, o acesso e as condições de voo continuam a ser os fatores práticos que determinam a rapidez com que as equipas podem concluir o trabalho.

Cooperação regional e propostas de prevenção

Anwar propôs uma cooperação através da Associação das Nações do Sudeste Asiático, ou ASEAN, para reforçar a preparação e a ação conjunta contra o fumo que atravessa fronteiras nacionais. A 18 de outubro, o primeiro-ministro descreveu a proposta:

Propusemos um mecanismo de cooperação a nível da ASEAN para reforçar a coordenação, a preparação e a ação coletiva perante a névoa seca transfronteiriça.

Mohamad afirmou que a Malásia abordaria o tema da névoa seca transfronteiriça na próxima reunião dos ministros dos Negócios Estrangeiros da ASEAN, em Manila, em novembro. A coordenação regional permitiria responder a um problema cujos efeitos ultrapassam as fronteiras do país onde os incêndios começam: a perturbação das aulas, as dificuldades respiratórias e as restrições à aviação já se fazem sentir além-fronteiras.

A Indonésia está também a ponderar alterações às regras de prevenção de incêndios. Jumhur afirmou que o Governo planeava eliminar a isenção que permite queimadas em parcelas até dois hectares por agregado familiar, ao abrigo de práticas tradicionais. Estava a ser ponderada a proibição de voltar a plantar culturas de plantação, incluindo palmeira-dendém, em terrenos concessionados que tenham ardido antes do cultivo comercial.

Estas medidas continuavam a ser propostas. Jumhur alertou também para sanções rigorosas em caso de queimadas intencionais em zonas concessionadas. Prabowo apelou a que o trabalho de prevenção começasse ao nível das aldeias e reiterou um pedido de 70.000 agentes florestais, com possível apoio de formação por parte das forças armadas e da polícia.

A decisão imediata da Malásia diz respeito a uma assistência que possa ser prestada de forma segura e eficaz. A resposta da Indonésia centra-se, ao mesmo tempo, em chegar a incêndios isolados, garantir o abastecimento de água e prevenir novos focos, enquanto as comunidades aguardam por ar mais limpo e pela reabertura das escolas.

Principais pontos

  • A Malásia ofereceu uma aeronave de combate a incêndios, três helicópteros e 52 agentes e elementos do pessoal; a assistência adequada está a ser discutida e depende da aprovação do Conselho de Ministros.
  • O fumo denso impediu a operação de aeronaves de combate a incêndios em Kalimantan Central, tornando as equipas terrestres, as bombas e o acesso à água fundamentais para a resposta.
  • A Indonésia comunicou que, até 12 de outubro, tinham ardido quase 130.000 hectares no total e mobilizou mais de 60.000 pessoas para as operações terrestres.
  • Foi ordenado o encerramento das escolas em Johor até 23 de outubro, enquanto Pontianak transferiu as aulas para o formato online.
  • A Indonésia registou perto de 175.000 casos de infeções respiratórias agudas nas zonas afetadas entre 18 de agosto e 21 de setembro.
  • A Malásia propôs reforçar a cooperação da ASEAN, enquanto a Indonésia ponderou alterações às isenções para queimadas e às regras aplicáveis às plantações.
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