Multas mais elevadas, intervenção antecipada e pressão através de relações comerciais
O Parlamento de Singapura aprovou por unanimidade, a 4 de novembro de 2026, alterações à Lei da Poluição Atmosférica Transfronteiriça, aumentando de 2 milhões para 20 milhões de dólares singapurenses a multa criminal máxima aplicável à sua principal infração e dando às autoridades novas formas de restringir relações comerciais com entidades ligadas à poluição atmosférica.
Índice
- Multas mais elevadas, intervenção antecipada e pressão através de relações comerciais
- O significado das novas sanções
- Agir antes de o fumo chegar
- Avaliadores vão investigar incêndios e relações empresariais
- Por que motivo um escritório de advogados privado coordenará as investigações
- Restrições poderão abranger comércio, empréstimos e serviços financeiros
- Salvaguardas para empresas mais afastadas na cadeia de abastecimento
- Investigações antigas prosseguem sujeitas aos limites à aplicação retroativa de sanções
- Novos procedimentos respondem à falta de provas e à ausência de arguidos
- Prevenir incêndios continua a exigir medidas para além de Singapura
- Pontos principais
As alterações surgem na sequência de um episódio de poluição atmosférica entre 4 de setembro e 25 de outubro, durante o qual Singapura registou 33 dias com qualidade do ar insalubre e cinco dias com qualidade do ar muito insalubre. As autoridades poderão agir perante riscos antes de o fumo chegar a Singapura, obrigar empresas a submeter-se a avaliações independentes e aplicar sanções civis quando as provas satisfizerem o critério civil, em vez do critério criminal mais exigente.
O Parlamento aprovou o projeto de lei após cerca de seis horas de debate, que envolveu 24 deputados: 14 do Partido de Ação Popular, sete do Partido dos Trabalhadores e três deputados nomeados. Um Certificado de Urgência assinado pelo Presidente permitiu que as três leituras decorressem numa única sessão.
A ministra da Sustentabilidade e do Ambiente, Grace Fu, afirmou que o Governo precisava de melhor acesso a informações sobre incêndios, gestão de terrenos e relações empresariais. As alterações procuram ir além da empresa que explora uma plantação em chamas, abrangendo parceiros comerciais relevantes, empresas associadas e entidades financiadoras.
O principal desafio de Singapura continua a ser reunir provas sobre atividades no estrangeiro. Quatro investigações a empresas notificadas em 2015 continuam abertas, e Fu afirmou que três dessas empresas também são alvo da atual investigação sobre a poluição atmosférica. A nova abordagem combina processos judiciais com pressão económica, dando às autoridades várias vias de atuação quando é difícil avançar com uma ação penal convencional.
O significado das novas sanções
A multa criminal diária máxima aumenta de 100 000 para 1 milhão de dólares singapurenses, enquanto o limite total sobe de 2 milhões para 20 milhões. Ambos os valores são dez vezes superiores aos anteriores. Os tribunais determinarão a sanção concreta em função das circunstâncias de cada caso.
As alterações também permitem aos tribunais aplicar sanções adicionais que reflitam os lucros obtidos ou os prejuízos evitados através de uma infração. A medida visa os benefícios financeiros que uma empresa poderia obter com a desflorestação irresponsável de terrenos ou evitando os custos de prevenção de incêndios.
Uma nova via de aplicação civil prevê uma sanção máxima de 10 milhões de dólares singapurenses. Com o consentimento do procurador-geral, a Agência Nacional do Ambiente (NEA) pode instaurar uma ação civil em tribunal. Uma entidade não pode ser sujeita a sanções civis e criminais pelo mesmo caso.
Os processos criminais exigem prova para além de qualquer dúvida razoável. Nos processos civis, aplica-se o critério da probabilidade prevalecente, ou seja, o tribunal decide se é mais provável que a conduta alegada tenha ocorrido do que não. O limite civil mais baixo acompanha este critério de prova menos exigente.
O deputado David Hoe perguntou se as sanções deveriam, em alternativa, estar associadas ao volume de negócios ou aos lucros das empresas. Fu afirmou que se ponderaram multas calculadas com base no volume de negócios, mas que poderia ser difícil obter informações fiáveis sobre esse valor para cada entidade visada. O Governo optou por valores máximos fixos, juntamente com a possibilidade de ter em conta os benefícios financeiros resultantes de uma infração.
Agir antes de o fumo chegar
A lei anterior só era aplicável quando o Índice de Normas de Poluentes (PSI) de Singapura, uma medida da qualidade do ar, permanecesse na faixa insalubre em algum ponto do país durante pelo menos 24 horas. As alterações alargam o âmbito da lei a incêndios no estrangeiro que representem um risco de poluição atmosférica em Singapura.
A NEA avaliará esse risco com base na monitorização regional de incêndios e da poluição atmosférica, na precipitação, na direção e velocidade do vento, em provas científicas e em modelos. Fu afirmou que incêndios extensos, combinados com condições meteorológicas suscetíveis de piorar a qualidade do ar em Singapura, poderiam justificar uma intervenção mais precoce.
As autoridades poderiam então tomar medidas sem primeiro atribuir a poluição em Singapura a um foco de incêndio específico. Para os residentes, a mudança prática é que a intervenção pode começar enquanto a ameaça se desenvolve, em vez de aguardar por um período prolongado de qualidade do ar insalubre.
Fu afirmou que a avaliação dependeria das circunstâncias. Se ocorressem incêndios quando a qualidade do ar em Singapura fosse boa e as condições meteorológicas não indicassem risco de poluição atmosférica, a NEA não teria motivos para agir com base nesses fatores. Os tribunais continuariam a ter de se certificar de que estavam preenchidos os elementos necessários de uma infração.
Avaliadores vão investigar incêndios e relações empresariais
Avaliadores independentes aprovados pelo Governo poderão examinar incêndios, operações empresariais, relações comerciais e cadeias de abastecimento. As empresas obrigadas a nomeá-los suportarão os custos, e as conclusões serão entregues à NEA para ajudar a apurar os factos e determinar as medidas a tomar.
Fu identificou três categorias de entidades que poderão ser alvo de ordens para realizar avaliações:
- Entidades condenadas por uma infração ou que não tenham cumprido os requisitos previstos na lei.
- Entidades que se saiba, ou se suspeite, terem relações comerciais com as da primeira categoria.
- Entidades que se saiba, ou se suspeite, estarem suficientemente relacionadas com entidades de uma das duas primeiras categorias.
Os avaliadores apurarão os factos relevantes. As decisões de aplicação da lei continuarão a caber às autoridades, e os tribunais decidirão sobre a responsabilidade. Consoante as conclusões, a NEA poderá exigir medidas corretivas, divulgar uma avaliação desfavorável ou com reservas, instaurar um processo, designar uma entidade para efeitos de restrições ou notificá-la.
O âmbito alargado é importante porque a propriedade, a exploração de terrenos, o comércio e o financiamento podem estar distribuídos por diferentes empresas. Analisar estas relações dá às autoridades uma forma de seguir a responsabilidade ao longo de um grupo empresarial ou de uma cadeia de abastecimento, em vez de se ficarem pelo nome associado a uma concessão de terrenos.
Fu afirmou que as regras pormenorizadas que regem as avaliações seriam definidas em legislação subsidiária, que estabelece as regras práticas para a aplicação de uma lei. Não foi indicada qualquer data de entrada em vigor ou calendário para essas regras. Confirmou também que continuariam protegidos o aconselhamento jurídico e o privilégio de confidencialidade em processos judiciais, preservando a confidencialidade das comunicações e dos materiais abrangidos.
Por que motivo um escritório de advogados privado coordenará as investigações
O escritório Davinder Singh Chambers foi contratado para aconselhar sobre a coordenação de investigações em várias jurisdições. Sylvia Lim, deputada do Partido dos Trabalhadores, perguntou por que motivo essa função não caberia à Procuradoria-Geral, que dispõe de uma divisão de assuntos internacionais.
O ministro sénior K Shanmugam, também ministro coordenador da Segurança Nacional e ministro do Interior, explicou que as agências governamentais enfrentam restrições quando procuram investigar no estrangeiro. As autoridades estrangeiras podem recusar-lhes o acesso por representarem o Governo de Singapura.
Shanmugam descreveu o modelo segundo o qual as empresas contratam investigadores privados, escritórios de advogados e outros especialistas:
Assim, a estrutura teve de prever que as empresas contratassem firmas privadas para realizar o trabalho: firmas de investigação, escritórios de advogados e outros especialistas são agora contratados pelas empresas e, por isso, têm capacidade para atuar em jurisdições estrangeiras.
As empresas sob investigação pagarão o trabalho do escritório que coordena as diligências. Shanmugam afirmou que os relatórios dos avaliadores seriam disponibilizados às agências governamentais e que a Procuradoria-Geral analisaria as conclusões e as provas para decidir que outras medidas Singapura poderia tomar.
As firmas privadas continuarão a operar dentro dos limites da legislação dos países em causa. Shanmugam reconheceu que as autoridades estrangeiras poderiam restringir o seu trabalho, mas explicou que, com esta estrutura, o acesso seria mais provável.
Restrições poderão abranger comércio, empréstimos e serviços financeiros
As alterações conferem ao Governo poderes para designar entidades ou pessoas e restringir relações comerciais com estas. Os motivos poderão incluir a prática ou suspeita de prática de uma infração, o incumprimento de notificações ou ordens, ou uma avaliação desfavorável. Não é necessária uma condenação criminal para que uma entidade seja designada.
As restrições poderão abranger a compra e o fornecimento de bens ou serviços, a concessão de empréstimos e outras formas de apoio financeiro. As autoridades poderão também emitir notificações que obriguem empresas relevantes a excluir entidades infratoras das suas relações comerciais e cadeias de abastecimento.
O incumprimento das restrições ou notificações aplicáveis poderá ser punido com uma multa até 1 milhão de dólares singapurenses por infração, acrescida de até 100 000 dólares por cada dia em que a violação se mantenha. No caso dos serviços financeiros prestados por instituições financeiras, o ministro responsável pela Autoridade Monetária de Singapura (MAS) determinará e administrará as ordens pertinentes.
A MAS já alertou os bancos para que imponham condições às empresas que possam ter infringido a legislação ambiental e ponderem pôr termo às relações comerciais. O novo quadro acrescenta restrições legais a essa pressão, podendo afetar o acesso às redes de financiamento e comércio de Singapura.
Simon Tay, presidente do Instituto de Assuntos Internacionais de Singapura, afirmou que as restrições à atividade comercial e ao financiamento poderiam transformar uma empresa infratora numa «pária empresarial». A sua avaliação aponta para uma consequência que vai além de uma multa judicial: perder parceiros comerciais e acesso a serviços pode tornar mais dispendiosa a manutenção de práticas irresponsáveis.
Salvaguardas para empresas mais afastadas na cadeia de abastecimento
Os deputados questionaram o impacto dos poderes alargados sobre empresas sem ligação direta a um incêndio. Lee Hong Chuang, deputado do Partido de Ação Popular, deu como exemplo uma empresa comercializadora ou fabricante de alimentos de Singapura que estivesse vários passos afastada dos responsáveis pela queima de terrenos.
Jessica Tan, deputada do Partido de Ação Popular, perguntou como seria avaliado o risco de poluição atmosférica e que garantias assegurariam uma aplicação proporcional da lei, tendo em conta os possíveis efeitos nas relações comerciais, no financiamento e nas operações. Explicou o equilíbrio que pretendia que as autoridades alcançassem:
A prevenção tem de ser rápida, mas a precisão também é importante.
Fu afirmou que a NEA exerceria os seus poderes de forma ponderada e direcionada, procurando minimizar os custos de cumprimento para as pequenas e médias empresas. As empresas não seriam penalizadas se desconhecessem a situação e não tivessem motivos para acreditar que estavam a lidar com uma entidade designada.
O Governo também ponderará, quando adequado, medidas transitórias razoáveis, para que as atividades comerciais legítimas se possam adaptar às restrições sem perturbações desnecessárias. A NEA trabalhará com outras agências, incluindo a MAS, na aplicação das medidas.
Poh Li San, deputada por Sembawang West, alertou que regras mais rigorosas poderiam afetar empresas com operações consideráveis na Indonésia e levar algumas a abandonar Singapura. He Ting Ru, deputada não constituinte do Partido dos Trabalhadores, defendeu que as avaliações de financiamento responsável analisassem empresas ou grupos de mutuários na sua totalidade e instou a GIC e a Temasek a divulgar as suas políticas relativas à poluição atmosférica e à gestão florestal. Estas foram propostas apresentadas durante o debate.
Investigações antigas prosseguem sujeitas aos limites à aplicação retroativa de sanções
Singapura aprovou a Lei da Poluição Atmosférica Transfronteiriça em 2014. Em 2015, emitiu notificações preventivas a seis empresas indonésias de madeira e de exploração de plantações. Dois casos foram encerrados em 2017, depois de as autoridades aceitarem as explicações de que as empresas já não estavam ligadas aos terrenos afetados antes dos incêndios.
As investigações às quatro empresas restantes prosseguem. Fu atribuiu a demora a questões processuais e afirmou que três dessas empresas também são abrangidas pela investigação atual. Deputados, incluindo Poh e Eileen Chong, deputada não constituinte do Partido dos Trabalhadores, questionaram por que razão tinham sido necessários 11 anos para reforçar a lei.
A conduta anterior à entrada em vigor das alterações continuará sujeita às infrações e sanções previstas na lei anterior. A NEA afirmou que a proibição de sanções retroativas decorre do artigo 11.º da Constituição de Singapura. As autoridades poderão ter em conta condutas passadas ao decidir sobre avaliações, designações ou notificações de cumprimento ao abrigo do novo regime.
A sequência da aplicação da lei e das medidas legislativas é a seguinte:
- 2014: Singapura aprovou a Lei da Poluição Atmosférica Transfronteiriça.
- 2015: Seis empresas indonésias receberam notificações preventivas.
- 2017: Dois desses casos foram encerrados; quatro investigações continuaram abertas.
- De 4 de setembro a 25 de outubro de 2026: Singapura foi afetada pelo mais recente episódio prolongado de poluição atmosférica.
- 2 de novembro: As dez empresas registadas em Singapura recentemente notificadas para fornecer informações tinham indicado, até ao prazo estabelecido, que estavam dispostas a cooperar.
- 4 de novembro: O Parlamento aprovou por unanimidade as alterações, após cerca de seis horas de debate.
Novos procedimentos respondem à falta de provas e à ausência de arguidos
As alterações permitem que notificações legais sejam entregues por via eletrónica e através de canais como os meios de comunicação social ou o sítio da NEA. Fu alertou que as provas podem desaparecer ou ser alteradas com o passar do tempo, tornando os atrasos um obstáculo prático às investigações.
As autoridades passam a ter poderes para deter pessoas envolvidas em alegadas infrações quando estas se encontrem em Singapura. Os tribunais também poderão realizar julgamentos na ausência de um arguido, em condições específicas: a convocatória ou notificação foi devidamente entregue; o arguido sabe que o processo pode prosseguir sem a sua presença; e não existe motivo suficiente para adiar o julgamento.
A NEA emitiu recentemente notificações preventivas ao abrigo da secção 9 a dez empresas indonésias, ordenando-lhes que deixassem de queimar, prevenissem ou extinguissem incêndios e apresentassem planos de ação. As notificações ao abrigo da secção 10, dirigidas a dez empresas registadas em Singapura, solicitavam informações sobre empresas relacionadas, concessões de terrenos na Indonésia e medidas de prevenção de incêndios.
Foi também pedido às empresas de Singapura que financiassem investigações às suas operações e relações comerciais. Todas tinham indicado, até 2 de novembro, que estavam dispostas a cooperar. A NEA avaliará as informações e as provas antes de decidir que outras medidas tomar.
Prevenir incêndios continua a exigir medidas para além de Singapura
Os incêndios na Indonésia consumiram mais de 1,9 milhões de hectares entre janeiro e setembro, segundo o sistema de monitorização Nusantara Atlas. Incêndios em florestas e turfeiras de Samatra e Bornéu espalharam fumo pela região. A seca associada a um El Niño forte contribuiu para estas condições, a par da desflorestação e da drenagem das turfeiras.
A turfa é uma camada de matéria vegetal parcialmente decomposta que se acumula em terrenos húmidos. A sua drenagem para criar plantações torna-a mais suscetível a arder, e os incêndios podem ser difíceis de extinguir. As empresas que atribuam a terceiros a responsabilidade por incêndios nos seus terrenos terão de demonstrar que tomaram medidas razoáveis para prevenir e combater as chamas.
Gerald Giam, deputado do Partido dos Trabalhadores, propôs requisitos relativos aos níveis da água e planos auditados de prevenção de incêndios para as plantações relevantes. Fu afirmou que a restauração das turfeiras poderia fazer parte das ordens destinadas a prevenir incêndios, cabendo a escolha das medidas concretas a cada caso.
Outros deputados do Partido dos Trabalhadores propuseram dar prioridade a projetos credíveis de créditos de carbono florestais e de turfeiras que incluam monitorização da água e medidas de prevenção de incêndios. Goh Teck Tuan, deputado nomeado, apelou à cooperação com governos estrangeiros, comunidades e associações do setor na gestão dos terrenos.
Singapura afirmou que trabalharia com os membros da ASEAN para reforçar a aplicação do acordo regional sobre poluição atmosférica transfronteiriça quando assumisse a presidência do bloco no ano seguinte. Heng Kiah Chun, representante interino da Greenpeace na Malásia, apelou a uma maior cooperação na partilha de provas, no reforço da transparência empresarial e na prevenção de incêndios nas turfeiras na sua origem.
Fu descreveu o papel da lei neste esforço mais amplo:
A Lei da Poluição Atmosférica Transfronteiriça não é uma solução milagrosa. É uma das muitas ferramentas que temos de utilizar para enfrentar a poluição atmosférica transfronteiriça.
Singapura pode impor consequências através dos tribunais, das empresas e do sistema financeiro. O acesso a provas no estrangeiro, a gestão eficaz dos terrenos e a cooperação com os países vizinhos continuam a ser essenciais para prevenir o próximo episódio de poluição atmosférica.
Pontos principais
- O Parlamento aprovou por unanimidade as alterações a 4 de novembro, após um debate que envolveu 24 deputados.
- A multa criminal principal aumenta para 1 milhão de dólares singapurenses por dia, até ao limite de 20 milhões.
- A aplicação civil da lei prevê uma sanção máxima de 10 milhões de dólares singapurenses.
- As autoridades podem avaliar os riscos de poluição atmosférica antes de o fumo chegar a Singapura e restringir relações comerciais com entidades designadas.
- As empresas podem ser obrigadas a financiar avaliações independentes das suas operações e relações empresariais.
- A conduta anterior continua sujeita às infrações e sanções previstas na lei anterior; quatro investigações relacionadas com 2015 continuam abertas.
- A cooperação regional e a prevenção de incêndios continuam a ser necessárias, a par dos poderes reforçados de aplicação da lei de Singapura.






