A Europa reforça a sua presença na feira de defesa de Taiwan

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Taipei Aerospace & Defense Technology Exhibition (TADTE) 2025

A Europa alarga a sua presença na feira de defesa de Taipé

A Europa marcou uma presença mais visível na maior exposição de defesa de Taiwan, sinalizando uma disponibilidade prudente, mas crescente, para cooperar com a ilha em matéria de segurança e indústria de defesa. A Exposição de Tecnologia Aeroespacial e de Defesa de Taipé contou com mais participantes estrangeiros do que nos anos anteriores e, pela primeira vez em décadas, vários intervenientes europeus deram passos públicos para manifestar interesse. O Gabinete Comercial Alemão de Taipé acolheu um expositor, a Airbus estreou-se com uma apresentação de drones em destaque e um alto responsável parlamentar checo reuniu-se com o ministro da Defesa de Taiwan no recinto da feira. O ambiente sugeriu uma passagem do silêncio quase total para um envolvimento seletivo, enquanto governos e empresas avaliam novos riscos e oportunidades num contexto regional tenso.

Índice
  1. A Europa alarga a sua presença na feira de defesa de Taipé
  2. O que mudou na Europa após a invasão russa da Ucrânia
  3. De um longo congelamento a um envolvimento seletivo
  4. A Europa Central e Oriental avança primeiro
  5. A importância da Europa Central e Oriental para a indústria de defesa de Taiwan
  6. Drones e tecnologias de dupla utilização como ponte
  7. As políticas europeias de «uma só China» e o jogo diplomático
  8. A importância das palavras e dos símbolos
  9. Os EUA continuam a dominar e o papel da Europa
  10. Complementar, não substituir
  11. O que poderá incluir uma cooperação mais profunda
  12. Medidas práticas para o próximo ano
  13. Riscos, linhas vermelhas e provável resposta de Pequim
  14. Pontos principais

Para Taiwan, este interesse surge numa altura em que enfrenta uma pressão militar constante da China, que reclama a ilha como seu território. O governo está a aumentar o orçamento da defesa e a procurar parcerias mais diversificadas. A exposição contou com cerca de 490 expositores e 1.500 espaços de exposição, um aumento acentuado face a 2023. Taiwan delineou também um plano para elevar a despesa com a defesa para cerca de 5% do PIB até 2030, o que poderá traduzir-se em dezenas de milhares de milhões de dólares em aquisições ao longo desta década. As empresas norte-americanas continuam a dominar o mercado de armamento de Taiwan, mas a presença europeia, ainda que modesta, tem peso político. Reflete um debate mais amplo na Europa sobre como equilibrar as relações com Pequim e, ao mesmo tempo, apoiar a resiliência de Taiwan.

No pavilhão checo, Pavel Fischer, presidente da Comissão dos Negócios Estrangeiros, Defesa e Segurança do Senado checo, cumprimentou o ministro da Defesa de Taiwan, Wellington Koo, e sublinhou o valor de estreitar contactos apesar da pressão política de Pequim. Fischer afirmou que a ilha tem parceiros na Europa e que as conversas estão a tornar-se mais práticas.

Hoje, Taiwan tem muitos parceiros com quem trabalhar. Conhecemos a complexidade da posição de Taiwan na arena internacional, devido às medidas ativas do Partido Comunista da China.

Um executivo taiwanês de um fabricante de drones de utilização militar que trabalha com parceiros europeus descreveu uma mudança notável de tom após a guerra na Ucrânia, que levou a Europa a centrar-se mais nas cadeias de abastecimento, na dissuasão e no custo da inação.

Há muito menos cautela agora. O mundo mudou por causa da Ucrânia.
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O que mudou na Europa após a invasão russa da Ucrânia

A invasão em grande escala da Ucrânia pela Rússia alterou os pressupostos sobre a segurança no continente. Os governos aceleraram a despesa com a defesa, atualizaram as políticas relativas a fornecedores críticos e procuraram parceiros mais fiáveis em tecnologias essenciais. Neste contexto, a posição de Taiwan enquanto democracia sob pressão e líder tecnológico ganhou relevância. Os Estados Bálticos e alguns países da Europa Central e Oriental defenderam posições mais firmes em relação à China e laços mais estreitos com Taipé. Na Europa Ocidental, os governos mostraram-se mais disponíveis para contactar Taiwan sobre questões práticas, incluindo cooperação entre serviços de emergência, comunicações seguras e normas industriais para tecnologias de dupla utilização.

As empresas também começaram a reavaliar as cadeias de abastecimento. A forte dependência europeia de drones, sistemas óticos e outros componentes fabricados na China passou subitamente a parecer arriscada. A aposta de Taiwan numa cadeia de abastecimento não chinesa para sistemas não tripulados e comunicações seguras atraiu os responsáveis europeus preocupados com a resiliência e a exposição a sanções numa situação de crise. Isso não eliminou as linhas vermelhas políticas na Europa, mas abriu espaço a uma colaboração orientada, que pode ser enquadrada como apoio civil ou à segurança pública, contribuindo ainda assim para reforçar a dissuasão.

De um longo congelamento a um envolvimento seletivo

A prudência europeia tem raízes profundas. Quando os Países Baixos venderam dois submarinos a Taiwan, na década de 1980, a retaliação da China foi rápida e severa, e as autoridades neerlandesas comprometeram-se mais tarde a impedir novas vendas de armamento. A França vendeu seis fragatas em 1991 e 60 caças Mirage em 1992, mas depois recuou nos grandes negócios. Desde então, a Europa evitou vender sistemas de grande dimensão a Taiwan. Quando houve cooperação, esta manteve-se, em grande medida, discreta.

Esse padrão está a flexibilizar-se gradualmente. A experiência britânica tem contribuído para o programa de submarinos autóctones de Taiwan, uma iniciativa emblemática para reforçar a dissuasão submarina através da produção local e do apoio técnico estrangeiro. Há também apoio em áreas menos sensíveis do ponto de vista político, como a formação, a manutenção e as tecnologias de dupla utilização, nas quais as missões civis se cruzam com as prioridades de defesa.

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A Europa Central e Oriental avança primeiro

Grande parte do impulso para estreitar os laços vem da Europa Central e Oriental. A República Checa destacou-se como defensora vocal do envolvimento com Taipé. Deputados da Lituânia, da Eslováquia e de outros países visitaram a ilha, e câmaras de comércio criaram canais para explorar possibilidades de cooperação. Empresas da Polónia, da República Checa e dos Estados Bálticos veem oportunidades nos drones, no software e nos sensores. Também compreenderam, com as lições do campo de batalha ucraniano, como sistemas escaláveis e de baixo custo podem alterar o cálculo de um país que enfrenta um adversário mais poderoso.

Estão a formar-se ligações industriais. Numa importante feira de defesa em Kielce, na Polónia, empresas taiwanesas e parceiros europeus assinaram memorandos de entendimento para trabalhar em tecnologia de veículos aéreos não tripulados, combinando componentes e eletrónica taiwaneses com a capacidade de produção polaca e, em alguns casos, com a experiência ucraniana em investigação e desenvolvimento adquirida durante a guerra. A lógica é clara: a Europa oferece procura, experiência prática de testes e acesso a canais de aquisição; Taiwan oferece componentes, eletrónica e o objetivo de construir uma cadeia de abastecimento livre de componentes chineses.

Os primeiros números apontam para resultados. As exportações de drones de Taiwan para a Europa aumentaram acentuadamente no primeiro semestre de 2025, com a Polónia a representar uma grande parte das encomendas. Os valores continuam a ser reduzidos pelos padrões dos contratos de defesa tradicionais, mas o crescimento sugere que está a surgir um mercado em que a sensibilidade política é menor do que no caso dos caças ou submarinos.

A importância da Europa Central e Oriental para a indústria de defesa de Taiwan

A Europa Central e Oriental é atrativa por três razões. Primeiro, muitos governos da região estão abertos a novos fornecedores, depois de reconhecerem a urgência de substituir equipamento utilizado na Ucrânia e colmatar lacunas críticas. Segundo, as indústrias da região são muitas vezes ágeis e estão habituadas a conciliar as normas da NATO com sistemas antigos e diversificados. Terceiro, as empresas locais têm menos laços comerciais enraizados com a China, o que reduz o receio de proibições súbitas de exportação ou boicotes de consumidores. Isso não significa que não haja riscos. Restrições legais, as políticas de «uma só China» e a preocupação com represálias continuam a influenciar as decisões. Ainda assim, a região oferece às empresas de Taiwan uma porta de entrada prática para aumentar a produção, desenvolver componentes em conjunto e harmonizar certificações com compradores europeus.

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Drones e tecnologias de dupla utilização como ponte

Os sistemas não tripulados estão a tornar-se a via mais realista para uma cooperação a curto prazo. Taiwan investiu numa gama completa de plataformas não tripuladas, incluindo drones aéreos de reconhecimento e ataque, bem como drones marítimos inspirados, em parte, pelo sucesso da Ucrânia contra a Marinha russa. Taipé está a tentar aumentar a produção, excluindo componentes chineses. Esta iniciativa está alinhada com os esforços europeus para proteger as cadeias de abastecimento e reduzir a exposição a fornecedores sujeitos a sanções ou considerados pouco fiáveis.

A primeira participação da Airbus na feira de Taipé sublinhou esta mudança. Para além dos aviões comerciais, a empresa destacou serviços e produtos destinados à segurança pública, à aplicação da lei e às comunicações seguras. No recinto, um drone Flexrotor de descolagem e aterragem vertical atraiu a atenção constante e até tinha um autocolante com a frase I heart Taiwan. Um representante da Airbus explicou que a proposta da empresa para Taiwan vai além dos aviões de passageiros e inclui capacidades que melhoram a resposta a emergências e a resiliência das comunicações.

Estas incluem aplicações de helicópteros no apoio a missões de busca e salvamento, serviços de emergência e aplicação da lei, bem como serviços de comunicações seguras.

A aposta industrial europeia também molda o debate. A iniciativa da UE para reconstruir a sua base de defesa e acelerar as aquisições, frequentemente designada Readiness 2030 ou ReArm Europe, procura aumentar a capacidade de produção e reduzir a dependência de fornecedores únicos. Se os programas europeus abrirem vias legais e financeiras para cooperar com Taiwan em tecnologias de dupla utilização sujeitas a verificação, as aquisições e o financiamento conjuntos poderão ajudar Taiwan a aumentar a produção e dar à Europa uma alternativa mais clara às plataformas fabricadas na China.

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As políticas europeias de «uma só China» e o jogo diplomático

Os governos europeus aceitam que existe apenas um governo chinês, mantendo ao mesmo tempo as suas próprias versões de uma política de «uma só China». São essas políticas nacionais, e não o princípio de «uma só China» de Pequim, que definem a forma como cada país se relaciona com Taipé na prática. O resultado é um espectro de abordagens. Alguns países mantêm os contactos discretos e evitam visitas de altos responsáveis. Outros aceitam deslocações de nível ministerial ou acordos formais nos domínios da ciência, da educação e da tecnologia, afirmando que essas iniciativas não alteram a sua política de reconhecimento.

Nos últimos anos, os responsáveis europeus alargaram discretamente os contactos com Taiwan, escolhendo uma linguagem que evita ultrapassar as linhas vermelhas políticas. Por exemplo, um ministro alemão visitou Taiwan para participar num evento de cooperação científica e educativa. Pequim protestou, mas não aplicou sanções importantes. É este o padrão que muitos na Europa preferem: manter relações comerciais e tecnológicas práticas e defensáveis no quadro das políticas existentes, evitando ao mesmo tempo acordos militares explícitos.

O movimento diplomático intensificou-se. O ministro dos Negócios Estrangeiros de Taiwan visitou recentemente Praga, Roma e Viena, e as delegações europeias têm marcado uma presença mais visível em eventos em Taipé. Estes passos mostram que a Europa se sente mais à vontade para se relacionar com Taiwan em questões ligadas à segurança, incluindo a vigilância marítima, a resposta a crises e a resiliência cibernética.

A importância das palavras e dos símbolos

Os títulos dos cargos, a formulação dos comunicados e as decisões protocolares podem provocar reações duras de Pequim, que procura restringir o espaço para o envolvimento internacional com Taipé. Os governos europeus agem com prudência. Procuram apoiar a estabilidade no Estreito de Taiwan, manifestar preocupação com a coerção e aprofundar os laços práticos, reiterando ao mesmo tempo que não reconhecem Taiwan como Estado. Este equilíbrio condiciona o alcance público da cooperação relacionada com a defesa.

Os EUA continuam a dominar e o papel da Europa

As empresas norte-americanas continuam a ser a base das aquisições externas de Taiwan. O F-16 continua a ser o principal avião de combate da Força Aérea de Taiwan. A presença dos EUA na feira foi expressiva e Taiwan apresentou projetos desenvolvidos em conjunto com parceiros norte-americanos, incluindo trabalho em mísseis, foguetes antidrones e drones de vigilância submarina. Taipé espera que a maior parte das encomendas internacionais de defesa seja feita a fornecedores norte-americanos, graças à previsibilidade do sistema de Vendas Militares ao Estrangeiro dos EUA e à dimensão da sua logística.

Isso deixa espaço para a Europa desempenhar funções complementares. As empresas europeias podem contribuir com formação, manutenção, vigilância marítima, comunicações seguras, gestão do espaço aéreo, modernização de radares, apoio à guerra eletrónica e helicópteros para busca e salvamento e aplicação da lei. Nestas áreas, o enquadramento de dupla utilização é simples e o custo político é inferior ao da venda de aviões de combate ou grandes navios de guerra. Com o tempo, a produção conjunta orientada com parceiros europeus da Europa Central e Oriental poderá apoiar o objetivo de Taiwan de criar uma cadeia de abastecimento resiliente e livre de componentes chineses para sistemas não tripulados.

Complementar, não substituir

É pouco provável que a Europa substitua Washington como principal parceiro de defesa de Taiwan. A oportunidade está em colmatar lacunas urgentes, melhorar a resiliência e reduzir os pontos únicos de falha nas cadeias de abastecimento. Uma cooperação seletiva pode aumentar o custo de coagir Taiwan e, ao mesmo tempo, reforçar os objetivos europeus de segurança.

O que poderá incluir uma cooperação mais profunda

Estão em cima da mesa várias medidas de baixo risco e elevado impacto. Primeiro, a produção conjunta de drones e componentes na Europa Central e Oriental combinaria a eletrónica e o software taiwaneses com a montagem e os testes europeus. Segundo, regimes de certificação poderiam verificar que as cadeias de abastecimento estão livres de componentes chineses, dando aos compradores europeus confiança de que os sistemas cumprem as normas de segurança. Terceiro, ensaios e formação conjuntos no Centro de Investigação e Desenvolvimento para a Inovação e Aplicação de IA em UAV da Ásia, em Chiayi, podem transformar memorandos em encomendas, demonstrando o desempenho em condições realistas.

A cooperação marítima é outra via. Taiwan e os parceiros europeus podem alargar o trabalho na vigilância submarina, em soluções antiminas, em veículos de superfície não tripulados para a defesa costeira e o reconhecimento, e na partilha de dados que melhore o conhecimento da situação marítima. As frotas de helicópteros para a aplicação da lei e as operações de busca e salvamento, acompanhadas de sistemas de comunicações seguras, proporcionam benefícios imediatos para a segurança pública e reforçam a prontidão.

Medidas práticas para o próximo ano

Os governos poderiam lançar aquisições-piloto com a Polónia e outros parceiros disponíveis, integrar plataformas de teste taiwanesas em ensaios europeus de drones e sensores e abrir linhas de financiamento para projetos de dupla utilização com cláusulas rigorosas sobre a utilização final e a transparência. Os acordos entre empresas podem definir normas, desde a proteção contra ciberataques à proveniência dos componentes, algo essencial para os compradores que pretendem cadeias de abastecimento sem peças chinesas.

Riscos, linhas vermelhas e provável resposta de Pequim

Cada passo europeu em direção a Taiwan é alvo do escrutínio da China. A ameaça de retaliação comercial, boicotes informais ou congelamento das relações diplomáticas continua a ser uma limitação central, sobretudo para as empresas com interesses comerciais significativos na China. Os governos continuarão a avaliar com cuidado até onde e a que ritmo avançar, e muitos preferem pequenos passos sucessivos a contratos que façam manchetes.

Os controlos das exportações e o licenciamento acrescentam complexidade. Os Estados-membros da UE aplicam legislação nacional no âmbito de um quadro comum para as exportações de armamento, com critérios relativos à estabilidade regional, aos direitos humanos e à utilização final. Mesmo quando um artigo tem dupla utilização, as autorizações podem demorar, e as sensibilidades políticas variam muito entre capitais. Estas diferenças praticamente garantem que o envolvimento da Europa com Taiwan avançará a ritmos desiguais.

O quadro que emerge é de um avanço prudente, mas real. Mais responsáveis europeus estão a visitar a ilha, mais empresas estão a marcar presença e mais acordos apontam para uma cooperação prática em drones, comunicações seguras e vigilância marítima. Os Estados Unidos continuarão a ser o principal garante da defesa de Taiwan, mas o envolvimento orientado da Europa pode reforçar a dissuasão e a resiliência de formas compatíveis com os objetivos europeus de segurança e as necessidades de Taiwan.

Pontos principais

  • A participação europeia na maior feira de defesa de Taiwan aumentou, com a estreia de expositores do Gabinete Comercial Alemão de Taipé e da Airbus.
  • A delegação checa reuniu-se com o ministro da Defesa de Taiwan, sinalizando maior disponibilidade para um envolvimento público apesar da pressão de Pequim.
  • Taiwan está a aumentar a despesa com a defesa para atingir cerca de 5% do PIB até 2030, atraindo mais empresas estrangeiras interessadas em concorrer a contratos.
  • Os fornecedores norte-americanos continuam a dominar o mercado de Taiwan, enquanto a Europa explora funções complementares nas capacidades de dupla utilização e de apoio.
  • A prudência histórica mantém-se: após as vendas de submarinos e fragatas há décadas, a Europa evitou vender armamento de grande dimensão a Taiwan.
  • A Europa Central e Oriental lidera o envolvimento, com novos memorandos de entendimento sobre drones e encomendas em crescimento, sobretudo na Polónia.
  • Os drones e as comunicações seguras são as áreas mais promissoras para a cooperação entre a Europa e Taiwan a curto prazo.
  • As políticas europeias de «uma só China» permitem relações práticas com Taipé sem alterar o reconhecimento, mas a linguagem e o protocolo são cuidadosamente geridos.
  • Os controlos das exportações, o licenciamento e o receio de represálias chinesas continuam a limitar o alcance e o ritmo da cooperação.
  • A produção conjunta orientada, a certificação das cadeias de abastecimento e os ensaios conjuntos podem alargar a cooperação mantendo os riscos controláveis.
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