Coreia do Sul escolhe Sunchon e Gyeongkuk para novas faculdades de medicina, com 100 vagas a partir de 2030

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South Korea selects Sunchon and Gyeongkuk for new medical schools, with 100 places from 2030

Duas novas faculdades procuram colmatar lacunas na saúde regional

A Coreia do Sul atribuiu 60 vagas de medicina à Universidade Nacional de Sunchon e 40 à Universidade Nacional de Gyeongkuk, com ambas a apontarem para a admissão dos primeiros estudantes em 2030. A decisão direciona nova capacidade de formação para a antiga região de Jeonnam e para Gyeongsangbuk-do, onde a falta de médicos e as dificuldades de acesso a tratamentos essenciais alimentam há décadas a reivindicação de faculdades de medicina.

Índice
  1. Duas novas faculdades procuram colmatar lacunas na saúde regional
  2. Por que razão o Governo escolheu estas regiões
  3. Por que razão as 150 vagas pedidas passaram a 100
  4. Como se enquadram as novas faculdades na expansão nacional
  5. Uma longa campanha chega a uma decisão contestada
  6. Por que razão Mokpo contesta a escolha
  7. Suncheon promete uma faculdade para leste e oeste
  8. Gyeongbuk delineia um hospital e um campus por fases
  9. Docentes e carreiras locais são os próximos desafios
  10. O que falta fazer antes da primeira admissão
  11. Pontos principais

O Ministério da Educação e o Ministério da Saúde e da Segurança Social anunciaram as escolhas a 4 de novembro. A Universidade Nacional de Sunchon fica na Cidade Especial de Jeonnam-Gwangju, enquanto a Universidade Nacional de Gyeongkuk se situa em Gyeongsangbuk-do, também conhecida como Gyeongsang do Norte ou Gyeongbuk.

Gyeongbuk delineou um projeto de cerca de 630 mil milhões de won para uma faculdade de medicina e um hospital universitário com pelo menos 500 camas. Em Jeonnam-Gwangju, a decisão foi celebrada em Suncheon e renovou a oposição em Mokpo, cuja universidade nacional perdeu a disputa para acolher a faculdade por 1,3 pontos na avaliação.

As universidades têm agora de transformar os planos em salas de aula, laboratórios, contratação de docentes e formação clínica em hospitais. Espera-se que os estudantes que ingressem em Gyeongkuk em 2030 cumpram seis anos de formação médica, pelo que 2036 será o primeiro ano previsto para a conclusão do curso pela primeira turma.

Lee Hyung-hoon, segundo vice-ministro da Saúde e da Segurança Social, descreveu o objetivo das novas faculdades ao anunciar a decisão:

A criação de faculdades regionais de medicina é uma tarefa nacional fundamental para resolver as desigualdades regionais no acesso à saúde, que não podem ser corrigidas apenas através da expansão das faculdades de medicina existentes, e para reforçar o sistema de formação, desenvolvimento e retenção de profissionais de saúde nas regiões.

Por que razão o Governo escolheu estas regiões

Um grupo conjunto de planeamento dos dois ministérios avaliou 13 indicadores em quatro áreas: acesso a faculdades de medicina, escassez na prestação de cuidados de saúde, vulnerabilidade médica e eficácia prevista das políticas. Realizou três reuniões entre julho e agosto antes de escolher as duas regiões candidatas.

Os dados da província de Gyeongbuk indicam 1,42 médicos por cada 1.000 habitantes, face à média nacional de 2,28. Isso coloca a província em cerca de 62% da taxa nacional. O plano regista também que 30,9% dos doentes com situações de emergência graves recorrem a instituições de saúde fora da província.

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Os dados relativos a especialistas em áreas médicas essenciais revelam uma disparidade ainda maior. Gyeongbuk tem 0,36 especialistas deste tipo por cada 1.000 habitantes e a antiga região de Jeonnam tem 0,29, em comparação com 3,02 em Seul. Os cuidados essenciais incluem serviços como urgências, assistência ao parto e cuidados pediátricos, que os residentes precisam de ter suficientemente perto para acederem rapidamente.

O Relatório de Investigação de 2025 sobre a Monitorização da Vulnerabilidade Médica do Centro Médico Nacional classificou 76 dos 250 municípios, condados e distritos, ou 30,4%, como vulneráveis em termos de acesso a cuidados médicos. A avaliação teve em conta o acesso a um hospital geral em menos de 60 minutos e a utilização efetiva de cuidados dentro desse tempo de deslocação.

Jeonnam começou a reivindicar uma faculdade de medicina em 1990. Antes da sua integração com Gwangju, era a única divisão administrativa provincial do país sem uma. Muitas das suas 22 cidades e condados não dispõem de infraestruturas suficientes de urgência, maternidade ou pediatria, e as comunidades rurais e as ilhas enfrentam dificuldades particulares no acesso a tratamentos.

Por que razão as 150 vagas pedidas passaram a 100

A Universidade Nacional de Sunchon pediu uma admissão anual de 100 estudantes, mas recebeu 60, uma redução de 40%. Gyeongkuk pediu 50 e recebeu 40, uma redução de 20%. No conjunto, as universidades pediram 150 vagas, face a uma atribuição governamental de 100.

O Comité de Deliberação sobre Políticas de Saúde e Medicina já tinha concordado, em fevereiro, com a atribuição de 100 vagas anuais às novas faculdades regionais de medicina em 2030 e 2031. A decisão de novembro distribuiu essa dotação já aprovada pelas duas universidades.

Os ministérios disseram que seria difícil para Sunchon começar desde logo com uma admissão de 100 estudantes. Também tiveram em conta as instalações, a capacidade docente e a presença da faculdade de medicina da Universidade de Dongguk no sul de Gyeongbuk, que o anúncio final indicou ter 55 vagas. Uma informação de agosto indicava que a admissão de Dongguk era de 49 estudantes.

As admissões mais pequenas permitem às universidades começar com menos estudantes enquanto reúnem capacidade docente. Uma faculdade de medicina exige tanto ensino académico como experiência clínica supervisionada, pelo que o número de docentes e de estágios hospitalares disponíveis é tão importante como a necessidade de mais médicos.

Como se enquadram as novas faculdades na expansão nacional

Prevê-se que o número de vagas nas faculdades de medicina do país suba para 3.548 em 2027 e para 3.671 em 2028 e 2029. A partir de 2030, o total previsto é de 3.871, incluindo as 100 vagas de Sunchon e Gyeongkuk e outras 100 numa instituição médica pública distinta, em Namwon, Jeolla do Norte.

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Os aumentos anuais previstos pelo Governo são de 490 vagas em 2027, 613 em cada um dos anos de 2028 e 2029 e 813 em cada um dos anos de 2030 e 2031. Ao longo desses cinco anos de admissão, os aumentos totalizam 3.342 vagas.

A instituição de Namwon tem uma missão e uma obrigação de serviço próprias. Está previsto que os seus diplomados prestem serviço durante 15 anos em instituições médicas públicas e noutros locais designados. O planeamento inicial das faculdades regionais previa um regime de médicos regionais com 10 anos de serviço obrigatório; o anúncio final deixou por decidir a aplicação desse regime e as áreas onde os diplomados terão de trabalhar.

As novas faculdades regionais pretendem articular a formação com estágios em hospitais locais e o emprego posterior. Para os residentes, o benefício esperado é contar com mais médicos que desenvolvam a carreira nas proximidades, bem como com hospitais capazes de prestar tratamentos que atualmente exigem deslocações.

Uma longa campanha chega a uma decisão contestada

A Universidade Nacional de Mokpo propôs uma faculdade de medicina com 80 vagas em 1990. Sunchon candidatou-se a 40 vagas em 1993. Nenhuma das candidaturas foi aprovada, e a campanha regional prolongou-se ao longo de sucessivos governos.

As duas universidades acordaram, em novembro de 2024, em avançar com uma faculdade de medicina integrada através da fusão das universidades. As negociações acabaram por fracassar devido à localização da faculdade, da sede da universidade e do hospital. Uma proposta que colocava a faculdade de medicina e a sede em Mokpo e um hospital universitário em Suncheon não permitiu chegar a acordo.

As principais etapas que conduziram à escolha e os próximos marcos previstos são:

  • Novembro de 2024: Mokpo e Sunchon acordaram avançar com uma faculdade de medicina integrada.
  • Fevereiro: O Governo aprovou 100 vagas anuais para novas faculdades regionais em 2030 e 2031.
  • Julho e agosto: O grupo conjunto de planeamento ministerial avaliou as regiões candidatas, enquanto as negociações sobre a fusão das universidades fracassaram.
  • Agosto: Jeonnam-Gwangju recomendou Sunchon na sequência de uma avaliação separada.
  • 30 de outubro: Kim Won-i, deputado do Partido Democrático, iniciou uma greve de fome para exigir uma nova avaliação.
  • 4 de novembro: Os ministérios escolheram Sunchon e Gyeongkuk e atribuíram-lhes 60 e 40 vagas.
  • 5 de novembro: O Tribunal Superior de Gwangju tinha agendada a primeira audiência de um recurso que pedia a suspensão da recomendação.
  • 2029: Está prevista uma reavaliação da força de trabalho médica antes das discussões sobre as vagas a atribuir a partir de 2032.

Gyeongbuk apresentou um plano de execução conjunto com a Universidade Nacional de Gyeongkuk. Jeonnam-Gwangju apresentou inicialmente uma declaração de posição regional depois de o projeto conjunto das universidades ter estagnado e, mais tarde, obteve uma oportunidade separada para recomendar uma universidade.

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Por que razão Mokpo contesta a escolha

Sunchon obteve 89,15 pontos na avaliação do Instituto de Investigação de Jeonnam, contra 87,85 de Mokpo. Mokpo contestou o tratamento dado à disponibilidade de terrenos, a composição do comité de avaliação e o peso atribuído à vulnerabilidade médica no sudoeste da região.

Mokpo alegou que Sunchon apresentou o terreno para a faculdade de medicina e o hospital como garantido, apesar de não ser sua proprietária. Também contestou a ausência de um especialista em arquitetura no comité. Segundo informações divulgadas, cinco dos oito membros atribuíram a pontuação máxima à certeza da aquisição do terreno.

A Coligação de Cidadãos de Mokpo pela Justiça Económica apresentou uma queixa à polícia contra os oito membros do comité, alegando pressões externas. A Universidade Nacional de Mokpo está a avançar com uma ação judicial para anular a recomendação e um recurso para suspender os seus efeitos. Estava também a ponderar uma petição constitucional contra a decisão final do Governo.

Os ministérios afirmaram que a propriedade prévia do terreno não era um requisito legal explícito para a atribuição de vagas. Disseram que o compromisso de uma administração local de disponibilizar terrenos poderia sustentar o plano e que não era obrigatório incluir um especialista em arquitetura no comité.

O Governo afirmou também que a vulnerabilidade médica foi tida em conta na escolha da antiga região de Jeonnam. Depois de obter esclarecimentos adicionais e aconselhamento jurídico externo, não encontrou qualquer irregularidade que justificasse rejeitar a recomendação. Os ministérios disseram que a recomendação local serviu de referência, mas não condicionou a escolha final.

Suncheon promete uma faculdade para leste e oeste

Jeonnam-Gwangju congratulou-se com a escolha e prometeu uma rede regional de saúde que ligue as comunidades de toda a cidade integrada. O objetivo declarado é permitir que os residentes recebam os tratamentos necessários na região, em vez de enfrentarem lacunas entre os serviços locais e os hospitais de maior dimensão.

Lee Byung-un, presidente da Universidade Nacional de Sunchon, respondeu às preocupações de que os benefícios se concentrassem no leste:

Vamos transformá-la numa faculdade de medicina para toda a Jeonnam-Gwangju, sem distinção entre leste e oeste.

A universidade planeia recrutar docentes, preparar instalações de ensino e trabalhar para criar um hospital universitário. A Câmara Municipal de Suncheon comprometeu-se também a cooperar com o Governo, a universidade e as entidades relevantes.

Jeonnam-Gwangju afirmou que anunciará em breve um plano de transformação regional para o sudoeste, incluindo a expansão de infraestruturas médicas comparáveis às de hospitais universitários nas localidades e universidades que não foram escolhidas. Esta promessa é particularmente relevante para Mokpo e as comunidades circundantes, onde a oposição à decisão continua forte.

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Gyeongbuk delineia um hospital e um campus por fases

O plano de Gyeongbuk prevê instalar a faculdade de medicina e o hospital universitário proposto num terreno de 130.362 metros quadrados na nova cidade da administração provincial, na zona de Andong e Yecheon. O terreno disponível corresponde a cerca de 134% da área prevista de 97.111 metros quadrados.

A província propõe um investimento de cerca de 630 mil milhões de won e um hospital com pelo menos 500 camas. O calendário do projeto prevê procedimentos preliminares e acordos em 2026 e 2027, dotação orçamental e conceção em 2027 e 2028, e construção entre 2029 e 2032.

Gyeongkuk planeia começar a construir as instalações de formação médica em 2029. Os primeiros estudantes frequentariam o ensino preparatório em medicina no campus de Andong em 2030, utilizando as instalações de ensino existentes. Um Centro Global de Ligação, cuja conclusão está prevista antes de fevereiro de 2031, disponibilizará espaço adicional, e as instalações médicas específicas começarão a ser utilizadas a partir de 2032.

O Centro Médico de Andong foi indicado para desempenhar funções de hospital de formação. A proposta mais ampla da província inclui também o novo hospital e acordos com o Hospital Universitário Nacional de Kyungpook, em Chilgok, e o Hospital de Andong para formação clínica e internato médico. A formação clínica consiste em aprender a prestar cuidados a doentes sob supervisão; o internato é uma formação adicional após o curso de medicina, orientada para a prática de uma especialidade.

Ainda falta definir as datas de abertura do hospital, os serviços que prestará, os pormenores do internato e a divisão de responsabilidades entre a universidade e os hospitais. O anúncio do Governo central não especificou o orçamento da construção do hospital nem a dimensão da expansão, enquanto a província procura financiamento para o projeto mais amplo.

Docentes e carreiras locais são os próximos desafios

Gyeongbuk pretende garantir 112 docentes a tempo inteiro até 2032: 25 em ciências médicas básicas, 85 em medicina clínica e um em cada uma das áreas de educação médica e humanidades médicas. A província afirma já ter garantido cerca de 10, incluindo médicos que ensinam ciências médicas básicas.

As ciências médicas básicas explicam o funcionamento do corpo e o desenvolvimento das doenças. Lee Jong-tae, presidente da Associação Coreana de Faculdades de Medicina, identificou o recrutamento nestas áreas como um desafio central, sobretudo porque é difícil encontrar médicos com qualificações para as lecionar.

Kim Dae-jung, professor no Hospital Universitário de Ajou, instou as faculdades a estruturar o ensino em torno da medicina comunitária, dos cuidados de saúde primários e da prática de saúde pública. Defendeu também percursos locais de internato para que os diplomados possam formar-se como especialistas e construir carreiras nas regiões.

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A rede proposta por Gyeongbuk ligaria hospitais, hospitais públicos, centros de saúde e postos de saúde mais pequenos em seis zonas. Inclui estágios de duas a quatro semanas em comunidades vulneráveis do ponto de vista médico, projetos que liguem os estudantes às necessidades de saúde locais e apoio para que os médicos se fixem na região até 2036.

A província planeia também estabelecer ligações de investigação com a delegação de Andong do Instituto Internacional de Vacinas, o Centro de Apoio à Tecnologia de Comercialização de Vacinas, empresas locais de biotecnologia, instalações avançadas em Pohang e recursos de ciências médicas relacionadas com a radiação na costa leste.

Jeong Tae-ju, presidente da Universidade Nacional de Gyeongkuk, descreveu o objetivo da universidade:

Vamos formar profissionais de medicina de excelência na região e ajudá-los a fixar-se localmente, para que possam assumir a responsabilidade pela saúde dos residentes.

O que falta fazer antes da primeira admissão

Grupos regionais de execução, que envolverão governos locais, universidades e especialistas, irão desenvolver os planos das faculdades de medicina e do hospital universitário. Um grupo conjunto de apoio dos ministérios da Educação e da Saúde acompanhará os progressos e coordenará o apoio.

As universidades têm de recrutar docentes, garantir salas de aula e laboratórios, organizar estágios hospitalares supervisionados e cumprir os requisitos de acreditação do ensino médico. A acreditação é uma avaliação externa que determina se uma faculdade cumpre os padrões necessários para formar futuros médicos.

O Governo planeia reavaliar a oferta e a procura de médicos em 2029. As discussões sobre possíveis vagas adicionais entre 2032 e 2036 terão em conta as instalações, os recursos humanos, a acreditação pelo Instituto Coreano de Educação e Avaliação Médica, a evolução das necessidades médicas e os esforços locais para formar médicos.

Choi Eun-ok, vice-ministra da Educação, prometeu apoiar os preparativos:

Prestaremos o melhor apoio possível para preparar as condições de ensino.

Para as comunidades que enfrentam longas deslocações para receber tratamento, os marcos concretos são os serviços hospitalares, os serviços com equipas completas e os médicos que permanecem nas proximidades. A meta de admissão em 2030 dá início ao processo de formação, enquanto a rede hospitalar prevista e a formação posterior de especialistas determinarão o alcance deste investimento junto dos doentes.

Pontos principais

  • A Universidade Nacional de Sunchon recebeu 60 vagas anuais de medicina e a Universidade Nacional de Gyeongkuk recebeu 40, com as primeiras admissões previstas para 2030.
  • As faculdades receberam, no conjunto, 100 vagas, face a pedidos que totalizavam 150.
  • Gyeongbuk propõe cerca de 630 mil milhões de won para uma faculdade de medicina e um hospital universitário com pelo menos 500 camas.
  • A Universidade Nacional de Mokpo contesta o processo de recomendação, depois de perder a avaliação regional por 1,3 pontos.
  • O recrutamento de docentes, a acreditação, os acordos hospitalares e os percursos de formação locais são tarefas centrais antes da abertura.
  • Uma reavaliação da força de trabalho médica em 2029 servirá de base às discussões sobre vagas adicionais a partir de 2032.
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