Lutas escolares forçadas na Coreia do Sul recebem sobretudo sanções leves, enquanto aumenta a necessidade de apoio às vítimas

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South Korea’s Forced School Fights Draw Mostly Light Penalties as Victim Care Needs Rise

490 casos revelam uma disparidade entre os danos e as sanções

Comissões de educação sul-coreanas analisaram 490 casos de novas formas de violência escolar, envolvendo 684 vítimas e 1 232 alunos identificados como agressores, desde o ano letivo de 2024 até agosto de 2026. Ainda assim, 1 523 das 1 961 medidas disciplinares aplicadas, ou 77,7 por cento, consistiram em pedidos de desculpa por escrito, proibições de contacto ou retaliação e serviço na escola.

Índice
  1. 490 casos revelam uma disparidade entre os danos e as sanções
  2. O que significam, na prática, as sanções
  3. A violência vai além da luta
  4. O consentimento não resolve a questão jurídica
  5. Como se acumularam os casos e as mudanças de política
  6. O inquérito nacional revela outro padrão
  7. Porque podem as vítimas manter-se em silêncio
  8. As consequências nas admissões estão a gerar disputas judiciais
  9. O que se pede às autoridades que alterem
  10. Pontos principais

Os números, divulgados a 12 de outubro pelo deputado Han Byung-do, do Partido Democrático, que está no poder, surgem numa altura em que as autoridades alertam para as lutas yacha: confrontos físicos apresentados como combates voluntários, por vezes acompanhados de promessas de não denunciar ferimentos. Os alunos podem ser pressionados a participar, enquanto outros organizam as lutas, assistem, filmam ou partilham as gravações.

O Ministério da Educação enviou os números a Han, membro da Comissão de Educação da Assembleia Nacional. A sua análise concluiu também que as medidas de tratamento ou recuperação das vítimas passaram de 10,8 por cada 100 vítimas em 2024 para 19,3 entre março e agosto de 2026. No mesmo período comparativo, as suspensões ou sanções mais graves diminuíram de 20,6 para 12,6 por cada 100 agressores.

Estas tendências contrastantes são a principal preocupação: a procura registada de cuidados para as vítimas aumentou, enquanto a taxa de aplicação de sanções mais graves diminuiu. Os números não permitem determinar se as decisões individuais das comissões foram justificadas, uma vez que não incluem as provas, os ferimentos ou as circunstâncias que fundamentaram cada decisão.

É também necessário distinguir entre casos, alunos e medidas. A percentagem de 77,7 por cento refere-se às medidas disciplinares, não à proporção de casos que receberam apenas sanções leves. Um aluno pode receber várias medidas e um caso pode envolver vários alunos.

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O que significam, na prática, as sanções

Os três níveis disciplinares mais baixos representaram 1 523 medidas. O nível 1 exige um pedido de desculpas por escrito; o nível 2 proíbe o contacto, as ameaças ou a retaliação contra a vítima; e o nível 3 exige a prestação de serviço na escola. O registo destas medidas no processo escolar pode ser adiado quando se verificam as condições previstas. Isto é mais condicionado do que afirmar que todas as sanções leves ficam automaticamente sem registo.

O nível 4 implica serviço comunitário, enquanto o nível 5 implica educação especial ou tratamento psicológico. Incluindo estas duas categorias, 90,2 por cento de todas as medidas ficaram abaixo da suspensão. As restantes 193 medidas, ou 9,8 por cento, envolveram suspensão ou sanções mais graves, incluindo mudança de turma ou transferência para outra escola.

Pelo menos 794 dos 1 232 alunos, ou 64,4 por cento, não receberam qualquer medida de nível 4 ou superior, o limiar que a análise de Han identificou como sujeito a registo no processo escolar. Este número de alunos é distinto da percentagem de medidas disciplinares.

Esta distinção é importante porque os dados não mostram que todos os alunos tenham ficado sem consequências. Pedidos de desculpa, restrições de contacto, serviço e ações educativas são consequências. A preocupação de Han é saber se a gravidade, o registo e o conteúdo educativo dessas medidas são proporcionais aos danos causados pelas lutas forçadas e pela divulgação de imagens.

A violência vai além da luta

A violência física esteve presente em 88,8 por cento dos 490 casos analisados. A violência verbal surgiu em 42,7 por cento, a coação em 28,8 por cento e a violência cibernética em 18,6 por cento. As categorias sobrepõem-se, tendo sido identificadas cerca de duas formas de violência por caso, pelo que as percentagens não devem ser somadas como se cada caso pertencesse a uma única categoria.

A violência cibernética esteve presente em 14 por cento dos casos no ano letivo de 2024 e em 20 por cento entre março e agosto de 2026, um aumento de seis pontos percentuais. Uma luta pode, assim, dar origem a vários danos relacionados: pressão para participar, lesões físicas, humilhação verbal e nova exposição quando uma gravação se espalha pela Internet.

Relatos sobre as lutas yacha descrevem confrontos em parques de estacionamento subterrâneos e becos, longe da supervisão de adultos. Os alunos podem ser informados de que, ao aceitarem a luta, se comprometem a não contactar a polícia, mesmo que fiquem feridos. Por vezes, as imagens são publicadas na Internet ou vendidas.

Um professor do ensino básico, identificado pelo apelido Seo e com 55 anos, descreveu como a ideia de que se trata de uma brincadeira pode ocultar uma desigualdade de poder entre alunos.

Os alunos dizem que fazem Yacha para testar a força ou as capacidades, mas, na realidade, muitas vezes trata-se de um aluno mais forte que intimida outro ou ostenta o seu poder sobre ele. Não passa de violência escolar disfarçada de cultura lúdica.

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O consentimento não resolve a questão jurídica

A polícia alertou que as lutas yacha podem constituir crimes, apesar do consentimento mútuo ou da assinatura de um acordo. O Gabinete Metropolitano de Educação de Seul também alertou as famílias de que o consentimento não isenta os alunos de sanções por violência escolar. A promessa de não denunciar uma luta não garante que esta não seja investigada nem sujeita a apreciação disciplinar.

A lei de prevenção da violência escolar, publicada em inglês pelo Instituto de Investigação Legislativa da Coreia, define violência escolar como incluindo agressão, coação, intimidação e condutas prejudiciais através de redes de informação entre alunos, dentro ou fora da escola. A definição de agressor abrange qualquer aluno que participe na violência, não apenas quem agride fisicamente.

O artigo 17.º estabelece medidas disciplinares que vão de pedidos de desculpa por escrito e restrições de contacto à suspensão e expulsão. O artigo 16.º prevê medidas de proteção das vítimas, incluindo apoio psicológico, proteção temporária, tratamento e mudança de turma. O texto em inglês disponível através da ligação corresponde a uma versão anterior da lei, pelo que a descrição da estrutura das comissões não deve ser considerada o procedimento em vigor.

A responsabilidade criminal é uma questão distinta da disciplina escolar. Segundo relatos, um tribunal de recurso absolveu em julho um arguido de agressão mortal na sequência de uma luta ocorrida em fevereiro de 2024 entre representantes de moradores de um complexo de apartamentos em Pyeongtaek. Um dos participantes morreu depois de ambos terem alegadamente assinado um acordo para lutar. Esse desfecho não demonstra que todas as lutas consentidas sejam legais; as decisões penais dependem da acusação, das provas e das circunstâncias.

Um caso distinto, noticiado em Cheongju, ilustra o perigo da coação. Em maio de 2026, uma mulher na casa dos 20 anos morreu depois de ter sido alegadamente forçada a lutar, em sucessão, com dois adolescentes. Duas pessoas na casa dos 20 anos ficaram detidas sob suspeita de coação conjunta, e os adolescentes foram constituídos arguidos sob suspeita de agressão agravada. Trata-se de alegações e diligências de investigação noticiadas, não de decisões de culpabilidade.

Como se acumularam os casos e as mudanças de política

Os números do Ministério da Educação apontam para 107 análises de casos de violência relacionada com yacha no ano letivo de 2024, 223 em 2025 e 160 no primeiro semestre de 2026. O aumento de 107 para 223 correspondeu a mais 116 casos, ou cerca de 108 por cento. Os três valores totalizam 490.

As notícias descrevem de forma ligeiramente diferente o período mais recente. A análise disciplinar refere, em geral, o período de março a agosto de 2026, enquanto um resumo menciona janeiro a agosto. Os 160 casos mais recentes são também descritos como casos do primeiro semestre. Estas designações não devem ser tratadas como equivalentes ao comparar períodos de referência.

As principais mudanças ao longo dos anos foram as seguintes:

  • 2019: Uma revisão da lei de prevenção da violência escolar alterou a responsabilidade pela análise dos casos.
  • 2020: A análise deixou de ser feita pelas escolas e passou para comissões dos serviços distritais de educação.
  • Fevereiro de 2024: Entrou em funcionamento um sistema de investigadores especializados em intimidação escolar.
  • Ano letivo de 2025: 147 universidades começaram voluntariamente a ter em conta os registos de intimidação escolar nos processos de admissão.
  • Abril de 2026: A esquadra da polícia de Sokcho elaborou materiais de prevenção das lutas yacha através da sua Divisão da Mulher e da Juventude.
  • Agosto de 2026: O Ministério da Educação e a Agência Nacional de Polícia emitiram um alerta sobre as lutas yacha.
  • 12 de outubro de 2026: Han divulgou a sua análise dos dados do ministério sobre casos e medidas disciplinares.

A cronologia mostra que as preocupações mais recentes surgiram num sistema já sujeito a mudanças nas investigações, nos processos de admissão e na prevenção. Os números não permitem determinar qual destas mudanças afetou as decisões disciplinares.

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O inquérito nacional revela outro padrão

O inquérito nacional sobre violência escolar, realizado na primeira ronda de 2026, concluiu que 2,9 por cento dos alunos participantes disseram ter sido vítimas de violência escolar, contra 2,5 por cento em 2025. Foi a percentagem mais elevada desde que, em 2013, o inquérito passou a abranger todos os alunos elegíveis.

O inquérito abrangeu cerca de 3,9 milhões de alunos do 4.º ao 12.º ano. Participaram cerca de 3,19 milhões, o que correspondeu a uma taxa de resposta de 81,9 por cento, durante quatro semanas a partir de abril. A percentagem de vítimas foi mais elevada entre os alunos do ensino básico, com 5,7 por cento, seguindo-se os do ensino intermédio, com 2,3 por cento, e os do ensino secundário, com 0,8 por cento.

O assédio verbal representou 37,8 por cento dos tipos de violência relatados, a intimidação em grupo 17,1 por cento, a violência física 15,7 por cento e a violência cibernética 7 por cento. Estes resultados descrevem a violência escolar em termos gerais. Não são diretamente comparáveis com os 490 casos analisados pelas comissões, que dizem respeito a novas formas de violência e são dominados por agressões físicas.

A percentagem de alunos que admitiram intimidar outros foi de 0,8 por cento, menos 0,3 pontos percentuais do que em 2025. Entre as razões apontadas para a prática de violência, considerar que era uma partida ou agir sem motivo específico ocupou o primeiro lugar, com 30,6 por cento. As diferentes perceções da mesma conduta podem ajudar a explicar a discrepância entre os alunos que relatam ter sofrido danos e os que reconhecem tê-los causado.

Seong Yun-sook, investigadora sénior no Instituto Nacional de Política da Juventude, que analisou o inquérito, atribuiu parcialmente o aumento à diminuição das oportunidades de criar relações presencialmente e a uma maior sensibilidade à intimidação entre alunos e pais. Essa interpretação não significa que as mudanças de perceção expliquem todos os aumentos da violência relatada.

Porque podem as vítimas manter-se em silêncio

A condição de não denunciar, associada a algumas lutas yacha, cria pressão para além do próprio confronto. A vítima pode recear que a considerem desleal por pedir ajuda depois de, alegadamente, ter concordado em participar. A filmagem pode ser mais uma fonte de humilhação ou intimidação.

Dados separados sobre denúncias mostram que o receio de agravar a situação foi o motivo mais comum para não denunciar casos de intimidação, com 24,6 por cento. Entre os alunos do ensino secundário, 20,8 por cento disseram achar que denunciar não servia de nada, contra 13,8 por cento no conjunto dos alunos do ensino básico, intermédio e secundário. Apenas cerca de 2 por cento recorreram a cada um dos canais oficiais identificados, como o centro de denúncias 117 ou os agentes policiais destacados nas escolas.

Estes números descrevem comportamentos de denúncia mais abrangentes, não apenas os das vítimas dos 490 casos analisados. Ainda assim, revelam uma limitação prática das estatísticas disciplinares: os casos analisados não incluem incidentes que os alunos nunca denunciam.

Os incidentes comunicados por professores concentraram-se também nos intervalos, com 29,8 por cento, e na hora de almoço, com 21,2 por cento. Em conjunto, estes períodos representaram 51 por cento. A prevenção depende, portanto, em parte, do que acontece fora das aulas, quando os alunos têm mais oportunidade de se juntar sem supervisão próxima.

A atenção em linha pode alargar a audiência muito para além da escola. Um canal especializado em conteúdos sobre yacha tinha alegadamente cerca de 500 000 subscritores. Kim Seok-min, responsável pelo aconselhamento na Fundação Blue Tree, defendeu uma monitorização conjunta por plataformas e organizações competentes, a par da proteção assegurada pelos serviços de educação, pelos agentes policiais destacados nas escolas e por assistentes sociais.

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As consequências nas admissões estão a gerar disputas judiciais

Os registos escolares têm agora maior peso, porque as conclusões sobre intimidação podem afetar o acesso à universidade. Depois de o Ministério da Educação anunciar medidas em abril de 2023, 147 universidades passaram a incluir voluntariamente os registos de intimidação escolar na análise das candidaturas a partir do ano letivo de 2025. A política anunciada pelo ministério exige que, a partir do ano letivo de 2026, todas as universidades os tenham em conta em todas as modalidades de admissão.

O aumento das consequências para as admissões intensificou a pressão para contestar conclusões ou reduzir os níveis disciplinares. Segundo relatos, há queixas retaliatórias destinadas a apresentar um caso como culpa partilhada ou a pressionar o aluno que o denunciou primeiro. Estas disputas dificultam a distinção entre um conflito genuinamente mútuo e a coação disfarçada de consentimento.

Kim Ju-hyeon, advogado do escritório Sugar Square Law & Advisors, relacionou as consequências mais severas nas admissões com o aumento das disputas.

Na perspetiva dos responsáveis pelas admissões, até medidas disciplinares ligeiras relacionadas com intimidação escolar podem tornar-se um fator importante nas decisões de admissão.

Os processos relacionados com intimidação escolar instaurados no Tribunal Administrativo de Seul aumentaram de 51 em 2022 para 134 no ano referido como o anterior em notícias sobre o tribunal. Trata-se de um aumento de 83 processos, ou cerca de 163 por cento. Em fevereiro, o número de secções especializadas aumentou de duas para quatro. O relato não permite determinar o ano exato a que se referem estas últimas datas.

O sistema de investigadores, introduzido em fevereiro de 2024, recorre a antigos professores ou agentes policiais nomeados pelos serviços distritais de educação. Segundo relatos, os investigadores recebem entre 100 000 e 200 000 won por caso. O sistema pretendia reduzir a carga administrativa dos professores, mas os críticos argumentam que excluí-los pode fazer perder conhecimento sobre as relações na sala de aula.

Hyun Kyung-hui, da União Coreana dos Professores e Trabalhadores da Educação, defendeu a reposição da capacidade de intervenção dos professores. Park Ju-hyung, professor na Universidade Nacional de Educação de Gyeongin, propôs proteção jurídica para os professores que investigam ou mediam casos, exceto em situações de má conduta intencional ou negligência grave. Seul introduziu também um programa de reflexão para a recuperação de relações, destinado aos alunos mais novos do ensino básico e centrado no diálogo e na mediação em casos ligeiros.

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O que se pede às autoridades que alterem

A resposta proposta por Han vai além de sanções mais severas para os alunos que lutam. Defendeu orientações de análise mais pormenorizadas que abranjam quem organiza, assiste, filma e distribui as imagens, para que as comissões possam identificar a coação ocultada por alegações de consentimento.

Defendeu também medidas para impedir a divulgação das gravações, reforçar a proteção e a recuperação das vítimas e disponibilizar ações educativas e programas de correção de comportamentos adequados a estas formas de violência. As alterações propostas abrangem tanto a agressão inicial como as pessoas ou atividades em linha que a prolongam.

A Agência Nacional de Polícia planeia promover ações de prevenção através dos agentes policiais destacados nas escolas. O Ministério da Educação afirmou que trabalhará com a Comissão Coreana dos Meios de Comunicação e da Comunicação Social para melhorar os procedimentos de resposta rápida quando vídeos de violência escolar se espalham pela Internet. Lee Hyo-min, professor na Universidade de Youngsan, também defendeu uma ação coordenada de prevenção e proteção contra novas vitimizações, em vez de depender apenas de alertas sobre sanções criminais.

Não foram indicados prazos para a aplicação das orientações propostas por Han, para a conclusão de um procedimento nacional de resposta à divulgação de vídeos ou para uma votação parlamentar. Os números também não mostram a reincidência, a duração do tratamento das vítimas nem a frequência com que as gravações divulgadas foram removidas.

Os dados sustentam uma conclusão específica: aumentaram as medidas de tratamento, a violência cibernética tornou-se mais comum nos casos analisados e as medidas disciplinares mais graves tornaram-se menos frequentes por agressor. Para determinar as razões, é necessário examinar mais de perto as decisões individuais, protegendo os alunos cujo aparente consentimento pode ter ocultado pressão.

Pontos principais

  • As comissões analisaram 490 casos de novas formas de violência escolar, envolvendo 684 vítimas e 1 232 alunos identificados como agressores.
  • Os três níveis disciplinares mais baixos representaram 77,7 por cento das medidas, não 77,7 por cento dos casos.
  • Pelo menos 794 alunos não receberam qualquer medida de nível 4 ou superior.
  • As medidas de tratamento ou recuperação aumentaram de 10,8 para 19,3 por cada 100 vítimas.
  • As suspensões ou medidas mais graves diminuíram de 20,6 para 12,6 por cada 100 agressores.
  • O inquérito nacional registou 2,9 por cento de vítimas, a taxa mais elevada desde 2013.
  • Han defendeu orientações que abranjam organizadores, espectadores, filmagens e divulgação, a par de um reforço do apoio às vítimas.
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