Os futuros nocturnos de Taiwan caem abaixo dos 40 000 pontos com o agravamento das vendas de ações de IA e semicondutores após as intercalares nos EUA

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Taiwan Night Futures Break Below 40,000 as AI and Chip Selloff Deepens After US Midterms

Breve recuperação dá lugar a fortes vendas

Os futuros do índice bolsista de Taiwan caíram abaixo dos 40 000 pontos durante a sessão nocturna de 5 de novembro, perdendo mais de 2 000 pontos numa determinada altura, quando uma forte onda de vendas de ações norte-americanas de semicondutores e inteligência artificial se alastrou a toda a cadeia de fornecimento tecnológico. A inversão ocorreu após uma recuperação anterior superior a 400 pontos, que tinha levado os futuros aos 42 298 pontos.

Índice
  1. Breve recuperação dá lugar a fortes vendas
  2. Como se desenrolou a inversão
  3. Porque são importantes as eleições estaduais para a expansão da IA
  4. Fabricantes de chips e fornecedores de armazenamento são os mais penalizados
  5. Qualcomm expõe outro foco de pressão
  6. Custos de financiamento agravam preocupações com o setor da cloud
  7. As perdas na Ásia concentraram-se em alguns mercados
  8. Petróleo e ações defensivas mostram outra perspetiva
  9. Wall Street divide-se quanto ao próximo movimento
  10. Principais pontos

As oscilações ocorreram depois de as vitórias democratas nas eleições intercalares norte-americanas de 2026 terem deslocado a atenção dos investidores para possíveis restrições à construção de centros de dados, a par das preocupações já existentes quanto aos custos e à rentabilidade da expansão da IA. Os democratas garantiram o controlo das duas câmaras do Congresso, enquanto as vitórias em eleições importantes a nível estadual aumentaram a incerteza em torno das licenças de construção e da política energética.

Às 23h34, hora de Taipé, de 5 de novembro, o Philadelphia Semiconductor Index recuava 791 pontos, ou 7,7%. O Nasdaq Composite tinha caído 982 pontos, ou 3,8%, enquanto o S&P 500 perdia 169 pontos, ou 2,2%, e o Dow Jones Industrial Average recuava 595 pontos, ou 1,1%.

As vendas intensificaram-se já nas primeiras horas de 6 de novembro em Taipé. A queda intradiária do Nasdaq atingiu 4,9%, o S&P 500 recuou 3,2% e o Dow perdeu 1 136 pontos, ou cerca de 2,1%. Posteriormente, o índice de semicondutores chegou a cair 12%, reduzindo a sua valorização no ano para cerca de 25%.

O Nasdaq também caiu mais de 10% face ao máximo histórico do mês anterior, entrando no que os operadores chamam uma correção. Para Taiwan, a pressão imediata fez-se sentir tanto através dos futuros como dos recibos de depósito americanos da Taiwan Semiconductor Manufacturing Co., que caíram cerca de 10% durante a sessão nos EUA.

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Como se desenrolou a inversão

Inicialmente, os mercados acolheram favoravelmente alguns aspetos do resultado eleitoral. Os investidores anteciparam que um Congresso democrata, perante o presidente republicano Donald Trump, poderia limitar grandes mudanças políticas e aumentar a pressão para pôr fim à guerra com o Irão. Os fornecedores de tecnologia seguiram a direção oposta, à medida que cresciam as preocupações com a construção de infraestruturas de IA.

  • 4 de novembro, sessão asiática: o Nikkei do Japão caiu cerca de 3,1%, enquanto os investidores continuavam a avaliar os resultados eleitorais e ainda não tinha sido formalmente atribuído o controlo de nenhuma das câmaras do Congresso.
  • 4 de novembro, sessão norte-americana: o Dow subiu 3,03%, o S&P 500 ganhou 1,58% e o Nasdaq avançou 1,44%. Ainda assim, o Philadelphia Semiconductor Index caiu 3,1%.
  • 5 de novembro, sessão asiática: o TAIEX de Taiwan recuou 3,20%, para 41 574,72 pontos, enquanto o KOSPI da Coreia do Sul caiu 5,28%, para 5 383,81 pontos.
  • 5 de novembro, sessão nocturna em Taiwan: os futuros do índice recuperaram até aos 42 298 pontos, antes de inverterem a tendência e quebrarem a barreira dos 40 000, com a forte queda das ações tecnológicas norte-americanas.
  • Primeiras horas de 6 de novembro, hora de Taipé: a queda intradiária do Nasdaq alargou-se para 4,9%, com as empresas de semicondutores e de infraestruturas de IA entre as maiores perdedoras.

A inversão já era visível antes da abertura de Wall Street, na quinta-feira. Às 3h03, hora de leste dos EUA, os futuros do Nasdaq 100 recuavam 1%, os do S&P 500 desciam 0,2% e os do Dow subiam 0,3%. Na sessão regular, as vendas já se tinham alastrado aos três principais índices.

Porque são importantes as eleições estaduais para a expansão da IA

Gina Hinojosa, eleita governadora do Texas, defendera restrições mais rigorosas ao desenvolvimento de centros de dados. Candidatos democratas que se opunham a novos projetos também venceram eleições importantes na Geórgia, levando as decisões locais sobre construção para a avaliação do mercado quanto às futuras despesas com IA.

Os centros de dados alojam os computadores que treinam e operam sistemas de IA. A sua expansão gera procura de processadores, memória, armazenamento, equipamento de rede e eletricidade. Por isso, um atraso na abertura de uma instalação pode afetar as encomendas previstas em vários setores.

Jonas Goltermann, economista-chefe de mercados da Capital Economics, identificou os governos estaduais como o risco político mais imediato, uma vez que os governadores e as legislaturas podem agir relativamente depressa para restringir a construção. Os analistas do Macquarie Group também apontaram a vitória de Hinojosa como um possível sinal de regras mais rigorosas no Texas, onde estão previstos grandes projetos.

Os relatos do mercado não identificaram qualquer nova restrição específica nem uma data para a sua entrada em vigor. Os democratas deverão assumir o controlo do Congresso em janeiro, enquanto o poder de veto presidencial de Trump lhe permite bloquear legislação federal. Masahiko Loo, estratega-chefe de rendimento fixo da State Street Investment Management, afirmou que esse poder poderá limitar mudanças abrangentes, mesmo perante a crescente incerteza em torno do investimento em IA, da procura de energia e dos custos para os consumidores.

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Fabricantes de chips e fornecedores de armazenamento são os mais penalizados

A Sandisk chegou a cair 22%, prolongando uma descida de 7% na sessão anterior. A AMD recuou até 17%, enquanto a perda intradiária da Micron atingiu cerca de 16%. A Intel caiu cerca de 10%, e a Nvidia e a Broadcom perderam aproximadamente 9% cada durante a onda de vendas.

A fraqueza também atingiu empresas que fornecem equipamento complementar aos processadores. A Seagate Technology e a Western Digital perderam mais de 15% em determinados momentos da sessão. A Astera Labs caiu cerca de 17%, a Lumentum quase 14%, a MACOM Technology 15%, a SiTime 11%, a Wolfspeed 14% e a Veeco Instruments 7%. O iShares Semiconductor ETF, que reúne um conjunto de ações de fabricantes de chips, caiu cerca de 11%.

Os bons resultados recentes ofereceram pouca proteção. A Coherent, fornecedora de tecnologia ótica, perdeu 13%, apesar de ter anunciado um crescimento trimestral da receita de 50%, sustentado pela procura de ligações para centros de dados. A Arm Holdings caiu cerca de 13%, apesar de os seus resultados e previsões terem superado as estimativas consensuais, uma vez que os investidores esperavam um crescimento ainda mais forte.

Algumas empresas enfrentaram também dificuldades específicas. A Micron suspendeu os planos para uma fábrica em Taiwan devido a conflitos laborais. Dave Sekera, estratega-chefe para os EUA da Morningstar, afirmou que as previsões de receitas da Intel, inferiores ao esperado, já tinham contribuído para as preocupações com uma expansão menos vigorosa dos centros de dados antes das vendas de quinta-feira.

Qualcomm expõe outro foco de pressão

O negócio de smartphones da Qualcomm constituiu um motivo distinto para cautela. As receitas da sua divisão de chips para telemóveis caíram 26%, para 5,14 mil milhões de dólares, no quarto trimestre, abaixo dos 5,25 mil milhões esperados. O défice foi de 110 milhões de dólares, ou cerca de 2,1% do valor previsto.

As ações da empresa caíram mais de 8% nas negociações após o fecho e abriram a sessão de quinta-feira com uma descida de cerca de 13%. Uma previsão de lucros dececionante aumentou a pressão, sobrepondo-se às perspetivas mais animadoras para o negócio de centros de dados.

A subida dos preços da memória, associada à procura de infraestruturas de IA, encareceu os telemóveis e enfraqueceu a procura de aparelhos. Dados da Counterpoint Research revelaram que as expedições mundiais de smartphones caíram um quinto no trimestre terminado em setembro. Cristiano Amon, diretor executivo da Qualcomm, afirmou que as vendas de telemóveis Android tinham atingido o fundo e começavam a recuperar.

Esta relação cria um equilíbrio difícil para os investidores em chips. As despesas com IA podem impulsionar a procura de memória e equipamento informático, ao mesmo tempo que encarecem os componentes para outros fabricantes de eletrónica. Os resultados da Qualcomm evidenciaram essa tensão precisamente quando os mercados reavaliavam o ritmo da construção de infraestruturas de IA.

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Custos de financiamento agravam preocupações com o setor da cloud

A CoreWeave caiu cerca de 14%, a Nebius cerca de 17% e a Iren cerca de 19%. Estas empresas pertencem a um grupo frequentemente designado por fornecedores de neocloud, que disponibilizam capacidade informática com forte enfoque em cargas de trabalho de IA.

A CoreWeave, a Nebius e a Iren já tinham perdido pelo menos 30% em outubro. James Sullivan, do JPMorgan, chamou a atenção para o alargamento dos spreads de financiamento entre as empresas de neocloud. Um spread de financiamento é o juro adicional cobrado por um credor acima de uma taxa de referência; um spread mais amplo torna mais caro financiar novas instalações.

Os grandes operadores de cloud têm negócios estabelecidos que geram dinheiro para sustentar o investimento. As empresas mais dependentes de empréstimos enfrentam uma equação mais apertada: têm de financiar a construção, abrir as instalações e gerar receitas suficientes para cobrir os custos de financiamento. Os atrasos nas licenças podem prolongar a espera por essas receitas.

As grandes empresas tecnológicas também caíram na quinta-feira, embora em geral menos acentuadamente do que as empresas especializadas em infraestruturas. A Meta recuou 4%, a Amazon 3%, a Microsoft 2% e a Alphabet 1%. A Oracle chegou a perder cerca de 9%, enquanto a Tesla caiu aproximadamente 10%.

Jordan Watson, gestor de carteira da Tandem Investment Advisors, alertou para mais volatilidade e questionou se as avultadas quantias comprometidas com infraestruturas de IA produziriam os retornos esperados pelos investidores. A sua preocupação liga o debate político à questão financeira: os gastos com construção precisam, em última análise, de clientes pagantes e de utilizações rentáveis.

As perdas na Ásia concentraram-se em alguns mercados

A exposição da Coreia do Sul aos semicondutores deixou o país particularmente vulnerável. A SK Hynix caiu 8,5% e a Samsung Electronics perdeu 6,5%. O KOSPI ativou uma suspensão temporária das negociações durante a queda, enquanto o Kosdaq, centrado na tecnologia, recuou 5,11%.

O TAIEX de Taiwan caiu 3,20%, para 41 574,72 pontos, e encaminhava-se para uma perda semanal de aproximadamente 8%. A Foxconn recuou mais de 3%, enquanto as ações da TSMC negociadas localmente caíram 0,88% durante a sessão asiática, antes da descida muito mais acentuada dos recibos de depósito nos EUA.

O Nikkei do Japão terminou a sessão de quinta-feira em baixa de 1,79%, nos 61 077,90 pontos, enquanto o índice mais abrangente Topix subiu 1,16%, para 3 940,39 pontos. A diferença de 2,95 pontos percentuais refletiu a composição distinta dos dois índices. A subida de 16,7% da Toyota, após resultados mais fortes e uma melhoria das perspetivas, ajudou a sustentar o Topix.

Os fornecedores japoneses de IA já tinham sido alvo de fortes vendas durante a sessão de quarta-feira. A Advantest caiu 6,4%, a Tokyo Electron 5%, o SoftBank Group cerca de 7% e a Kioxia 10%. Os fornecedores de cabos de fibra Fujikura e Furukawa Electric perderam, respetivamente, 8,2% e 9%. Entre as 225 empresas do Nikkei, 130 caíram e 95 subiram.

Outros mercados avançaram na quinta-feira. O Hang Seng de Hong Kong subiu 3,67%, o ASX 200 australiano ganhou 2,61% e o CSI 300 chinês avançou 0,29%. As empresas chinesas de chips também valorizaram, incluindo a Moore Threads, a Biren Technology e a SMIC. Na Europa, o STOXX 600 subia cerca de 0,47% perto do meio-dia, apesar das quedas da ASML, da Soitec e da Infineon.

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Petróleo e ações defensivas mostram outra perspetiva

As ações norte-americanas de bens de consumo essenciais subiram mais de 1% durante as vendas de títulos tecnológicos de quinta-feira, enquanto os setores da energia e dos serviços públicos também avançaram. A Chevron e a Johnson & Johnson ajudaram a amortecer a queda do Dow, embora os seus ganhos não tenham sido suficientes para compensar as vendas generalizadas.

O petróleo oscilou acentuadamente nos dois sentidos. Na quarta-feira, o Brent caiu 8,98 dólares, ou 8,7%, para 94,62 dólares por barril, enquanto o West Texas Intermediate recuou 7,97 dólares, ou 8,3%, para 88,12 dólares. Os preços caíram ainda mais durante a sessão asiática, antes de recuperarem na quinta-feira, com o WTI a subir mais de 2%, ultrapassando os 90 dólares, e o Brent a valorizar mais de 2%, para cerca de 97 dólares.

Os investidores tinham antecipado que o controlo democrata do Congresso poderia aumentar a pressão sobre Trump para negociar o fim da guerra com o Irão. A descida dos custos dos combustíveis ajudou as ações das companhias aéreas na Ásia: a Singapore Airlines subiu 3,2%, a Cathay Pacific 2,2% e a Japan Airlines 6,2%. As empresas de energia e de transporte marítimo enfraqueceram durante a descida anterior do petróleo.

As obrigações do Tesouro também atraíram compradores. A rendibilidade dos títulos do Tesouro norte-americano com maturidade a 10 anos caiu para cerca de 4,85%, enquanto a rendibilidade equivalente no Japão recuou 5,8 pontos base, para 2,76%. Um ponto base corresponde a um centésimo de ponto percentual.

O Reino Unido registou uma evolução contrastante das taxas de juro. O Banco de Inglaterra aumentou a sua taxa diretora em um quarto de ponto percentual, para 4%, com oito membros do comité de política monetária a apoiarem essa subida e Catherine Mann a defender um aumento maior. A inflação britânica atingiu 3,5% em setembro, acima da meta de 2% do banco central, num contexto de pressão dos custos energéticos.

Wall Street divide-se quanto ao próximo movimento

A equipa de análise de mercado norte-americano do JPMorgan, liderada por Andrew Tyler, manteve uma perspetiva positiva quanto à possibilidade de uma recuperação a curto prazo. A equipa favorecia a combinação de ações tecnológicas com empresas cíclicas, cujos lucros tendem a acompanhar a atividade económica, aumentando o peso das cíclicas nessa combinação.

O JPMorgan argumentou que as preocupações em torno do Texas poderiam ser excessivas, uma vez que os promotores podem construir noutros estados e as regras mais rigorosas continuariam a permitir novas construções. Ainda assim, a equipa aguardava pelo fim da pressão vendedora, pela confirmação dos planos de despesa por parte dos grandes operadores de cloud, por resultados mais fortes nos setores dos semicondutores e da memória e pela recuperação da atividade nos mercados de capitais.

Alex Altmann, responsável mundial pela análise de ações no Barclays, atribuiu mais importância ao financiamento da IA e ao crescimento futuro das receitas do que às eleições. Scott Rubner, estratega da Citadel Securities, considerou que estavam reunidas condições para uma subida até ao final do ano, apontando para a resiliência dos lucros das empresas e para a possibilidade de os investidores recomporem as suas posições. Craig Cohen, do JPMorgan, também destacou os ganhos históricos médios de cerca de 15% no ano seguinte às eleições intercalares desde 1950.

Kevin Cassidy, analista da Rosenblatt Securities, descreveu a reação imediata do mercado a decisões políticas incertas:

os investidores não gostam da incerteza.

Daniel Ives, analista da Yorkville Ives, afirmou ter passado a ser mais seletivo, privilegiando empresas capazes de demonstrar aplicações práticas de IA e retornos do investimento. Entretanto, a OpenAI defendeu o desenvolvimento de centros de dados no seu documento de orientação política divulgado na quinta-feira, argumentando que estas instalações devem apoiar um desenvolvimento industrial mais amplo e gerar benefícios económicos.

Para os fabricantes e investidores de Taiwan, os próximos testes concretos são os compromissos de despesa na cloud, os resultados das empresas de chips e as decisões efetivas sobre licenças de construção. A sessão de quinta-feira mostrou a rapidez com que as expectativas em torno dessas decisões podem passar das eleições estaduais norte-americanas para as fábricas asiáticas, os mercados bolsistas e os contratos de futuros.

Principais pontos

  • Os futuros nocturnos de Taiwan caíram abaixo dos 40 000 pontos, depois de uma recuperação anterior até aos 42 298.
  • A queda intradiária do Nasdaq atingiu 4,9%, levando-o para mais de 10% abaixo do máximo recente.
  • O Philadelphia Semiconductor Index caiu até 12%; a Sandisk e a AMD sofreram perdas particularmente acentuadas.
  • As vitórias democratas nas eleições aumentaram as preocupações com as licenças para centros de dados, enquanto os custos de financiamento e as previsões das empresas agravaram a pressão.
  • O TAIEX de Taiwan caiu 3,20%, o KOSPI da Coreia do Sul perdeu 5,28% e vários outros mercados asiáticos avançaram.
  • Os investidores acompanham os planos de investimento na cloud, os resultados das empresas de semicondutores e a política de construção à procura dos próximos sinais.
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