Venda de gás de cozinha enfrenta paralisação a nível nacional
Os comerciantes de GPL do Bangladesh anunciaram a suspensão das vendas de botijas a nível nacional nos dias 15 e 16 de outubro de 2026, ameaçando encerrar a actividade por tempo indeterminado caso não sejam atendidas as exigências relativas às comissões, ao abastecimento e ao alegado assédio administrativo. O anúncio surge oito dias depois de o preço regulado de uma botija de 12 kg ter aumentado Tk 252, para Tk 1.837, continuando os consumidores a pagar mais centenas de takas.
Índice
- Venda de gás de cozinha enfrenta paralisação a nível nacional
- Sete exigências na origem do protesto
- Porque querem os distribuidores triplicar a comissão actual
- Quanto pagam os compradores acima do preço oficial
- Importações e abastecimento das lojas contam histórias diferentes
- Podem as botijas sem utilização voltar a circular?
- Queixas sobre a fiscalização cruzam-se com apelos a um controlo mais rigoroso
- BERC enfrenta divergências sobre custos e audições
- A diferença de preços em abril mostra que a pressão não é nova
- Alterações da procura complicam o panorama do abastecimento
- Datas a acompanhar e decisões ainda pendentes
- Principais pontos
Md Selim Khan, presidente da LP Gas Traders Cooperative Society Limited, anunciou a iniciativa na segunda-feira, 12 de outubro, no National Press Club, em Daca. A associação afirmou que as lojas de GPL em todo o país encerrariam na quinta e na sexta-feira. Trata-se de um protesto anunciado, não de uma confirmação de que todos os pontos de venda vão aderir ou de que as vendas já foram suspensas.
O conflito vai além do encerramento proposto. Os distribuidores dizem que a comissão de Tk 50, fixada há cinco anos, não cobre os seus custos, enquanto os importadores insistem que fornecem botijas a preços regulados e querem medidas contra os vendedores que cobram valores excessivos. Os comerciantes alegam ainda que apenas seis ou sete empresas continuam activas, deixando grandes quantidades de botijas sem utilização.
Para as famílias, o risco imediato é uma nova interrupção das compras num mercado em que o preço oficial não tem garantido nem a disponibilidade nem preços acessíveis. O Bangladesh tem quase 10 milhões de consumidores de GPL, e a cozinha doméstica representa cerca de 80 por cento do consumo.
Sete exigências na origem do protesto
As sete exigências da associação combinam o aumento da comissão dos distribuidores com alterações aos preços, às entregas e à fiscalização. Os comerciantes querem que as empresas deixem de alterar os preços por iniciativa própria depois de a Bangladesh Energy Regulatory Commission (BERC) anunciar as tarifas mensais.
As exigências apresentadas na conferência de imprensa foram:
- Fixar a comissão dos distribuidores em Tk 150 por botija ou em 7 por cento do preço de venda.
- Exigir que quaisquer novas alterações de preços no prazo de um mês sejam anunciadas através da BERC.
- Organizar o reabastecimento das botijas pertencentes a empresas incapazes de manter o abastecimento.
- Registar nas facturas das empresas o preço efectivo da transacção.
- Garantir pagamentos justos pelo transporte quando as empresas não entregarem as botijas nos armazéns dos distribuidores.
- Pôr fim aos processos contra veículos que transportam botijas por falta de barras de segurança, quando a restante documentação estiver válida.
- Acabar com as multas aplicadas pela defesa do consumidor que os comerciantes consideram injustificadas ou inadequadas.
Khan avisou que, caso o conflito não fosse resolvido durante os dois dias, se seguiria uma suspensão das vendas a nível nacional por tempo indeterminado. Não foi anunciado qualquer acordo na sessão informativa.
Porque querem os distribuidores triplicar a comissão actual
A comissão de Tk 150 solicitada é o triplo do pagamento actual de Tk 50, um aumento de Tk 100 por botija. A associação afirma que os custos de combustível, transporte, manuseamento, renda de armazém e licenciamento aumentaram desde que foi fixado o actual valor.
O cálculo dos custos apresentado atribui Tk 50 ao transporte de uma botija da empresa para o armazém do distribuidor, Tk 35 ao carregamento, descarregamento e entrega aos retalhistas, e Tk 25 a salários, renda, electricidade e outras despesas. Estes custos totalizam Tk 110. Acrescentando um lucro proposto de Tk 40, chega-se ao pedido de Tk 150.
Estes são os cálculos apresentados pelos comerciantes, não uma avaliação auditada de forma independente. Sugerem que a comissão actual fica Tk 60 aquém das despesas operacionais alegadas, antes de contabilizar o lucro. A diferença de Tk 100 indicada pela associação compara o pagamento actual com o montante solicitado, incluindo o lucro.
A alternativa de 7 por cento do preço de venda não resultaria no mesmo valor à tarifa de retalho regulada em outubro. Sete por cento de Tk 1.837 são Tk 128,59, cerca de Tk 21 abaixo da proposta de valor fixo de Tk 150. A associação não explicou como seriam aplicadas as alternativas nem que preço serviria de base ao cálculo percentual.
Também há versões diferentes sobre a data da apresentação do pedido relativo à comissão. Uma refere uma carta enviada à BERC a 8 de outubro; outra menciona uma carta datada de 6 de outubro, enviada por uma plataforma identificada como LPG Gas Traders Welfare Association, também presidida por Selim Khan. Não está apurado se foram apresentações distintas.
Quanto pagam os compradores acima do preço oficial
A revisão da BERC, a 4 de outubro, aumentou o preço da botija de 12 kg de Tk 1.585 para Tk 1.837, uma subida de cerca de 15,9 por cento. Os preços de outras botijas também aumentaram. As novas tarifas entraram em vigor às 18h desse dia.
Os preços de retalho comunicados variam consoante o local, a marca e o momento. Alguns relatos apontam para Tk 2.000–2.400 por uma botija de 12 kg; outros referem Tk 2.300–2.500 ou mais Tk 500–600 do que a tarifa oficial. São observações diferentes do mercado, não um preço único a nível nacional.
A Tk 2.000, o comprador paga mais Tk 163, cerca de 8,9 por cento acima da tarifa regulada. A Tk 2.500, o valor excedente é de Tk 663, ou cerca de 36,1 por cento. Segundo relatos, Tamanna Akhter, residente em Shewrapara, em Mirpur, pagou Tk 2.500 por uma botija entregue em casa.
A escassez persistente após o aumento de outubro já tinha deixado alguns consumidores perante orçamentos de até Tk 2.700. O encerramento proposto acrescenta uma nova ameaça ao acesso, sem resolver a divergência sobre quem é responsável pelos custos adicionais.
Importações e abastecimento das lojas contam histórias diferentes
Os comerciantes dizem que várias empresas deixaram de operar ou não conseguem abrir cartas de crédito para importar GPL. Uma carta de crédito é uma garantia de pagamento emitida por um banco a um fornecedor estrangeiro. Dificuldades em obtê-la podem impedir uma empresa de comprar carga, mesmo quando os clientes precisam do combustível.
Khan afirmou que apenas seis ou sete empresas estavam activas. Os distribuidores identificaram a Meghna Fresh, a Omera, a iGas, a Jamuna, a Petromax e a BM como os principais fornecedores regulares. Outros relatos sobre a actividade do sector recorrem a critérios diferentes: Stevan Matheendra De Zoysa, director de operações da Omera, afirmou que seis a oito dos 27–28 operadores registados tinham importado cargas nos últimos meses, enquanto Abu Sayed Raza, director de marketing da Fresh LPG, disse que cerca de 10 dos 23 operadores tinham importado no mês anterior.
Estes números dizem respeito a períodos e totais de empresas diferentes, pelo que não podem ser tratados como uma única contagem confirmada. Ainda assim, apontam para uma diferença entre o número de empresas registadas e as que estão efectivamente a importar combustível.
Os totais das importações também diferem. Números atribuídos à BERC indicam importações de 158.000 toneladas em setembro, face a 157.000 toneladas em agosto. A LPG Operators Association of Bangladesh (LOAB) indicou 156.000 toneladas em setembro e 158.000 toneladas em agosto. Ambas as versões apontam para importações globalmente estáveis, embora discordem nos valores exactos.
O presidente da BERC, Jalal Ahmed, afirmou que os dados das importações não indicavam um problema de abastecimento na fase de importação. Isso não demonstra que as botijas tenham chegado normalmente às lojas. Entre 10 retalhistas de Daca contactados antes do aumento de outubro, oito disseram não ter recebido botijas desde 20–22 de setembro.
Hasin Parvez, secretário-geral da LPG Filling Station Owners Association, descreveu um problema de entregas semelhante nos postos de abastecimento de veículos: um posto que precisa de 30 toneladas por mês estava a receber apenas cinco ou seis toneladas. Isso corresponde a cerca de um sexto a um quinto das necessidades.
Podem as botijas sem utilização voltar a circular?
Os comerciantes querem que o Governo ou as empresas activas organizem o reabastecimento das botijas pertencentes a empresas que já não conseguem fornecer gás e que depois as distribuam através de revendedores autorizados. Defendem que as botijas existentes não devem ficar vazias enquanto os compradores têm dificuldade em obter substituições.
A dimensão do problema é incerta. A maioria dos relatos fala de várias centenas de milhares de botijas sem utilização, enquanto outro refere uma alegação de milhões. Não foi publicado qualquer inventário confirmado que esclareça a diferença, nem anunciado um plano de reabastecimento aprovado.
As botijas vazias e a disponibilidade de GPL são partes distintas do problema. Para voltar a pôr os recipientes em circulação, continuam a ser necessários combustível, capacidade de enchimento e um processo de distribuição acordado. A proposta, por si só, não demonstra que esses requisitos estejam assegurados.
Queixas sobre a fiscalização cruzam-se com apelos a um controlo mais rigoroso
Khan acusou a polícia, os magistrados executivos e a Directorate of National Consumer Rights Protection de assédio e de aplicarem multas injustificadas. Deu como exemplo um distribuidor na região de Khulna–Bagerhat que terá enfrentado uma multa avultada e a apreensão de mercadorias por causa de 40 botijas adicionais. Não foram apurados o valor exacto da multa, o fundamento jurídico nem a resposta das autoridades a esse caso.
Os relatos divergem quanto à queixa sobre os veículos. Alguns dizem que a polícia instaurou processos por falta das barras de segurança obrigatórias; outros afirmam que foram aplicadas sanções a veículos por terem barras instaladas. A exigência detalhada de Khan era que carrinhas e camiões com documentação válida não fossem alvo de processos apenas por causa das barras. A divergência não esclarece qual foi exactamente o problema de fiscalização.
A agência de defesa do consumidor descreveu as suas inspecções como uma resposta aos preços excessivos do GPL. A sua directora, Atia Sultana, afirmou que 242 operações entre 2 de setembro e 6 de outubro resultaram em sanções contra 478 distribuidores e retalhistas, com multas num total de Tk 1,125 milhões.
Os importadores têm uma posição diferente da dos comerciantes em protesto. A LOAB afirma que as importações e o abastecimento são adequados e apoia medidas contra vendedores que cobram acima das tarifas da BERC. Num diálogo recente do sector, Mohammed Amirul Haque, presidente da associação, pediu a intervenção das agências governamentais.
Não podemos fiscalizar todos os pontos de venda a retalho. As administrações locais, as forças de segurança e as autoridades de defesa do consumidor têm de agir contra os vendedores que cobram acima dos preços fixados pelo Governo.
Raza, da Fresh LPG, também questionou se as margens actuais dos distribuidores e retalhistas cobrem as despesas, embora tenha afirmado que margens insuficientes não justificam preços excessivos. Indicou valores de Tk 50 e Tk 100, respectivamente. Um relato distinto sobre a estrutura de preços de outubro da BERC indica um preço grossista de Tk 1.742 e um preço de venda dos distribuidores de Tk 1.792, deixando Tk 45 até ao limite de retalho de Tk 1.837. Estas descrições não esclarecem a margem dos retalhistas.
BERC enfrenta divergências sobre custos e audições
A BERC atribuiu o aumento de outubro à subida dos preços internacionais do propano e do butano, os principais componentes do GPL, e dos custos de transporte marítimo. Os custos médios de importação aumentaram de 593 dólares por tonelada em julho para 712 dólares, cerca de 20 por cento. Os custos de transporte marítimo, incluindo prémios, subiram de 160 para 250 dólares por tonelada, cerca de 56 por cento.
O próprio método da entidade reguladora está a ser contestado. Ahmed afirma que os ajustes mensais seguem um quadro de preços que tem em conta os preços contratuais internacionais, o frete, as taxas de câmbio e os custos dos combustíveis. Defende que a alteração de valores fixos, como as comissões dos distribuidores, exige uma audição pública, mas que o recálculo da fórmula mensal existente não.
M Shamsul Alam, consultor para a energia da Consumers Association of Bangladesh (CAB), contesta essa interpretação. Afirma que o artigo 34.º da Bangladesh Energy Regulatory Commission Act e uma instrução do Supremo Tribunal exigem audições públicas para a fixação de preços. Uma ordem judicial de agosto de 2020, segundo os relatos, levou à realização de uma audição em abril de 2021, após a qual a BERC iniciou os ajustes mensais.
Os relatos divergem quanto ao historial de audições do quadro de preços: a audição é geralmente datada de abril de 2021, enquanto a explicação de Ahmed refere uma consulta sobre a estrutura de preços em outubro de 2021. A CAB também rejeita a alegação de que os representantes dos consumidores tenham autorizado a dispensa de novas audições. Não foi anunciada qualquer nova decisão judicial que resolva esta divergência.
Alam apelou à BERC para recorrer ao seu processo formal de resolução de conflitos entre fornecedores e distribuidores. Ao comentar o aumento de outubro, questionou a forma como são avaliados os custos de importação.
Se os preços internacionais do GPL e os custos de transporte marítimo aumentam, não há dúvida de que os preços poderão ter de subir. A questão é: quanto e como será determinado esse aumento?
O secretário-geral da Jamaat-e-Islami, Mia Golam Porwar, também pediu a retirada do aumento e alegou a existência de uma concertação no mercado. As alegações de restrições coordenadas ao abastecimento não foram confirmadas por qualquer investigação publicada.
A diferença de preços em abril mostra que a pressão não é nova
Em abril de 2026, os compradores de Daca pagavam Tk 2.000–2.200 por uma botija de 12 kg, face ao preço regulado de Tk 1.728. Na altura, os retalhistas descreviam um abastecimento abundante, mas custos de aquisição que dificultavam o cumprimento do preço regulado.
Nurun Nabi, gerente de um concessionário, afirmou que as botijas custavam cerca de Tk 1.775 a adquirir, antes de aproximadamente Tk 30 em despesas de transporte e outros custos operacionais. Os dados de importação de abril atribuídos ao National Board of Revenue indicavam um abastecimento de 186.000 toneladas, face a uma procura mensal estimada em 150.000 toneladas, cerca de 24 por cento acima.
Esta comparação é importante porque os preços de retalho eram mais elevados mesmo quando os volumes de importação comunicados excediam a procura estimada. As queixas de outubro acrescentam entregas interrompidas e empresas inactivas a um problema de preços que já era evidente.
Aklima Begum, residente em Korail, no bairro de Banani, descreveu como a família racionava o GPL em abril.
Só usamos GPL quando precisamos de cozinhar rapidamente de manhã. No resto do tempo, usamos um fogão de barro.
A sua família de cinco pessoas tinha um rendimento mensal de Tk 18.000–20.000 e gastava cerca de Tk 800 por mês em lenha. Os pequenos negócios enfrentavam pressões semelhantes. Dulal Hossain, proprietário de uma banca de chá em Mirpur, disse que uma botija durava menos de uma semana e que o aumento do preço do chá afastaria os clientes.
Alterações da procura complicam o panorama do abastecimento
Relatos do sector descrevem famílias a reduzir o consumo de GPL, enquanto alguns utilizadores industriais o aumentam devido ao abastecimento pouco fiável de gás natural liquefeito (GNL). O GNL alimenta a rede de gasodutos, enquanto o GPL é o combustível engarrafado utilizado na cozinha, nos veículos e em alguns processos industriais.
De Zoysa, da Omera, afirmou que o consumo industrial de GPL tinha aumentado de 15.000–16.000 toneladas para 30.000–32.000 toneladas, aproximadamente o dobro. Outras estimativas do sector situam a procura mensal entre 150.000 e 160.000 toneladas, enquanto um relato distinto de outubro estimou 130.000 toneladas, depois de as famílias terem reduzido o consumo. Estas estimativas descrevem diferentes condições de procura e não estabelecem um único total actual consensual.
Raza, da Fresh LPG, situou a capacidade nacional de armazenamento em cerca de 178.000 toneladas. A capacidade de armazenamento não corresponde às reservas efectivamente cheias nem às entregas, sobretudo quando alguns operadores estão inactivos.
Haque, da LOAB, afirmou que alguns operadores enfrentavam prémios de cerca de 320 dólares por tonelada no mercado à vista, em comparação com aproximadamente 95 dólares ao abrigo de contratos de fornecimento de mais longa duração. Pediu autorização para maiores volumes de importação e terrenos em Moheshkhali para terminais ao serviço de várias empresas. Não foi anunciado qualquer calendário para a concretização destas propostas.
Uma comparação regional de preços também mostra a importância dos subsídios. O preço doméstico comunicado em Calcutá, de 968 rupias por uma botija de 14,2 kg, corresponde a cerca de Tk 1.233 à taxa de câmbio indicada, ou aproximadamente Tk 87 por quilograma. O limite de outubro no Bangladesh é de cerca de Tk 153 por quilograma. Os impostos, o transporte e os subsídios são diferentes: as famílias indianas elegíveis recebem apoio específico, e um aviso de setembro descrevia um apoio indirecto de cerca de 210 rupias por botija. A comparação dos preços de retalho, por si só, não permite determinar se os custos de abastecimento são equivalentes.
Datas a acompanhar e decisões ainda pendentes
O protesto surge na sequência de uma paralisação anterior, a 8 de janeiro, que os comerciantes suspenderam nessa tarde após uma reunião com a BERC e garantias de que as suas exigências seriam analisadas. O anúncio de outubro mostra que as comissões e a fiscalização continuam por resolver.
A sequência recente é a seguinte:
- 20–22 de setembro: distribuidores e retalhistas identificam este período como o início de interrupções mais acentuadas nas entregas.
- 4 de outubro: a BERC aumenta em Tk 252 o preço da botija de 12 kg, para Tk 1.837.
- 6 e 8 de outubro: os relatos situam nestas datas as apresentações de pedidos relativos às comissões à BERC.
- 12 de outubro: Khan anuncia em Daca o encerramento das vendas a nível nacional.
- 15–16 de outubro: a associação marca o protesto e ameaça suspender as vendas por tempo indeterminado depois dessa data.
Khan afirmou que o presidente da BERC, Jalal Ahmed, contactou os comerciantes durante a conferência de imprensa e prometeu analisar as suas exigências. A garantia foi transmitida por Khan; a BERC não confirmou de imediato a conversa separadamente.
Ahmed tinha afirmado anteriormente que as propostas seriam discutidas numa reunião da comissão no domingo seguinte e que os valores dos custos não poderiam ser alterados sem uma audição pública. Não foi anunciado qualquer aviso de audição com data marcada, aumento aprovado da comissão ou acordo vinculativo. O próximo teste prático é saber se haverá acordo antes do encerramento previsto e se as lojas irão aderir.
Principais pontos
- Os comerciantes de GPL anunciaram a suspensão das vendas a nível nacional para 15–16 de outubro de 2026, com possibilidade de prolongamento por tempo indeterminado.
- Exigem uma comissão de Tk 150 por botija ou de 7 por cento, alterações de preços das empresas sujeitas a regulação e medidas contra o alegado assédio.
- O preço oficial de uma botija de 12 kg é Tk 1.837, mas os preços e valores comunicados continuam substancialmente mais elevados.
- Os totais das importações parecem globalmente estáveis, enquanto retalhistas e postos de enchimento relatam interrupções nas entregas.
- Os importadores apoiam medidas contra a cobrança de preços excessivos; os comerciantes contestam as multas e afirmam que as comissões não cobrem os seus custos.
- Quando o protesto foi anunciado, ainda não havia sido comunicada qualquer revisão das comissões, data para uma audição ou acordo.






