Abhishek Sharma bate recorde de seis na primeira bola e Índia persegue 226 frente à Nova Zelândia

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Abhishek Sharma Sets First-Ball Six Record as India Chase 226 Against New Zealand

Um seis a Matt Henry coloca Abhishek na liderança

Abhishek Sharma precisou de apenas uma bola para estabelecer um recorde internacional masculino de Twenty20 no Hagley Oval, em Christchurch. Frente a Matt Henry na última bola do primeiro over da Índia, o abridor canhoto bateu uma bola cheia por cima de cover para seis, tornando-se o primeiro batedor a fazer um seis na primeira bola de uma entrada por sete vezes neste formato.

Índice
  1. Um seis a Matt Henry coloca Abhishek na liderança
  2. O que mede o recorde
  3. Samson transforma a parceria inicial numa plataforma de lançamento
  4. Phillips conduz a Nova Zelândia a um total imponente
  5. Os spinners neozelandeses invertem a tendência
  6. Iyer, Axar e Dhir levam a Índia até à vitória
  7. Phillips descreve a pressão de lançar aos abridores
  8. Como decorreu o encontro
  9. Pontos principais

O feito colocou-o à frente do afegão Shafiqullah Shinwari, que tinha conseguido o mesmo por seis vezes. Aconteceu durante uma exigente perseguição de 226 frente à Nova Zelândia, no jogo inaugural de uma série de cinco internacionais T20, disputado na quinta-feira, 22 de outubro de 2026.

A Índia concluiu a perseguição com quatro wickets e duas bolas por jogar, assumindo uma vantagem de 1-0 na série. Os 67 runs de Sanju Samson em 33 bolas foram a maior contribuição individual para a perseguição, enquanto o final invicto de Naman Dhir decidiu um encontro que voltou a pender para a Nova Zelândia após a parceria de abertura.

Abhishek contribuiu com 29 runs em 12 bolas, incluindo três seis e dois fours. O recorde surgiu com o primeiro desses limites, mas o resto da entrada também foi importante: ele e Samson somaram 93 em apenas 35 bolas, dando à Índia uma vantagem inicial substancial antes de os spinners neozelandeses voltarem a equilibrar o jogo.

O que mede o recorde

O feito de Abhishek contabiliza as vezes que um batedor bateu a primeira bola que enfrentou pessoalmente para seis numa entrada de um internacional masculino T20. Neste caso, essa bola foi a última do primeiro over, depois de Samson ter enfrentado a maior parte das bolas iniciais.

Henry lançou uma bola cheia fora do off stump. Abhishek chegou à bola e bateu-a por cima do limite de cover, a zona do lado do off onde os jogadores de campo costumam tentar travar os drives ofensivos. Uma pancada que ultrapassa o limite sem tocar no chão vale seis runs.

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Os valores mais elevados são agora:

  • Abhishek Sharma, Índia: sete entradas iniciadas com um seis.
  • Shafiqullah Shinwari, Afeganistão: seis.
  • Suryakumar Yadav, Índia: cinco.
  • Paul Stirling, Irlanda: quatro.
  • Colin Munro, Nova Zelândia: quatro.
  • Mohammad Naveed, Emirados Árabes Unidos: quatro.

Abhishek lidera, assim, Shinwari por uma entrada deste tipo e Suryakumar por duas. O recorde reflete uma decisão particularmente agressiva: tentar um limite antes de passar sequer uma bola a observar o lançador a partir do lado do batedor.

Samson transforma a parceria inicial numa plataforma de lançamento

Samson fez a maior parte dos runs durante a parceria de abertura. Ao fim de três overs, a Índia tinha 42 runs sem perdas, com Samson a somar 28 em 15 bolas e Abhishek sete em três. Abhishek acelerou depois e terminou com 29 em 12 bolas, a uma taxa de strike de 241,67, o que significa que marcou a um ritmo equivalente a cerca de 242 runs por cada 100 bolas.

Os 93 runs da dupla em 5,5 overs corresponderam a quase 16 runs por over. Na notação do críquete, 5,5 overs significam cinco overs completos e mais cinco bolas válidas, ou seja, 35 bolas. A parceria representou pouco mais de 41% dos 226 runs de que a Índia precisava.

Michael Bracewell pôs fim à parceria ao eliminar Abhishek na primeira bola que lhe lançou. Abhishek tentou abrir espaço para uma pancada pelo lado do off, mas foi apanhado em short third, uma posição de campo próxima, atrás do batedor desse lado.

A Índia chegou aos 94 nos primeiros seis overs, o powerplay, período em que as restrições de campo limitam o número de jogadores que podem proteger o limite. A Nova Zelândia tinha conseguido 65 runs por uma perda no mesmo período, dando à Índia uma vantagem de 29 runs nessa fase.

Samson e Abhishek também registaram a quinta parceria de abertura de pelo menos 50 runs em 2026. Igualaram assim o recorde indiano num ano civil, detido por KL Rahul e Rohit Sharma em 2021, e por Abhishek e Shubman Gill em 2025. Shikhar Dhawan e Rohit tiveram quatro parcerias desse tipo em 2018.

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Phillips conduz a Nova Zelândia a um total imponente

Antes, Glenn Phillips marcou 82 runs sem ser eliminado em 40 bolas, levando a Nova Zelândia aos 225. A sua entrada incluiu oito fours e três seis, e uma reverse sweep para four frente a Bhuvneshwar Kumar ajudou a fechar a entrada.

Finn Allen contribuiu com 45 runs em 24 bolas, incluindo cinco fours e dois seis. Bevon Jacobs acrescentou 31 em 16 bolas, com três seis. A Nova Zelândia marcou 67 runs nos últimos cinco overs, quase 30% do total, obrigando a Índia a manter uma taxa de pontuação superior a 11 runs por over para vencer.

O número de wickets é inconsistente: a Nova Zelândia aparece com 225/4 e também com 225/8 no final. O total de 225 e o alvo de 226 para a Índia são consistentes. O resultado deu à Índia a sua perseguição bem-sucedida mais elevada em internacionais masculinos T20.

Os números dos lançadores indianos mostram como a Nova Zelândia distribuiu a pressão. Axar Patel sofreu 51 runs em quatro overs, Bhuvneshwar 49, Arshdeep Singh 45, e Mayank Yadav e Nitish Kumar Reddy 40 cada. Foi a primeira entrada de um internacional masculino T20 em que cinco lançadores indianos sofreram pelo menos 40 runs cada.

Bhuvneshwar regressava à seleção internacional após quatro anos, enquanto Jasprit Bumrah estava ausente da equipa. Nitish completou os seus quatro overs sem conseguir um wicket, recorrendo a bolas direcionadas para o terreno durante o meio da entrada antes de tentar yorkers, bolas apontadas para junto dos pés do batedor, já perto do fim.

Os spinners neozelandeses invertem a tendência

A eliminação de Abhishek por Bracewell deu uma oportunidade à Nova Zelândia pouco antes do fim do powerplay. Mitchell Santner eliminou depois Samson, que marcou 67 em 33 bolas, numa entrada com oito fours e quatro seis. Samson tentou uma pancada ofensiva pelo lado do off, mas acabou por bater a bola contra os próprios wickets.

Tilak Varma, promovido a número três, teve dificuldades em arrancar frente ao spin. Marcou seis runs nas primeiras dez bolas antes de tentar bater Bracewell por cima do lado da perna e ser apanhado em deep midwicket.

Santner também eliminou Ishan Kishan, que não conseguiu ultrapassar a mesma zona do limite. Bracewell e Santner tinham conseguido dois wickets cada, transformando o início dominante da Índia numa situação mais delicada, com 122 runs por quatro perdas.

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A recuperação da Nova Zelândia mostrou por que razão a parceria inicial, por si só, não podia resolver a perseguição. Depois do powerplay, mais jogadores puderam proteger o limite. Os batedores seguintes da Índia tiveram de encontrar runs frente ao spin, gerindo ao mesmo tempo o custo crescente das perdas de wickets.

Iyer, Axar e Dhir levam a Índia até à vitória

Shreyas Iyer e Axar devolveram o ímpeto à Índia com uma parceria de 45 runs em 24 bolas. Axar, a bater na posição seis, marcou 24 em 14 bolas, incluindo três fours e um seis, antes de Lockie Ferguson o eliminar no 15.º over.

A saída de Axar deixou a Índia a precisar de 59 runs em 33 bolas. Dhir entrou na posição sete e juntou-se a Iyer, cujos 42 runs em 28 bolas ajudaram a manter a perseguição no rumo certo na fase mais incerta.

A Nova Zelândia desperdiçou oportunidades para consolidar o controlo. Santner deixou cair uma difícil oportunidade quando Axar tinha 13 runs, enquanto Allen deixou cair Iyer em long-on, quando este tinha 28. Essas oportunidades permitiram à Índia manter batedores experientes em campo, apesar de a taxa de pontuação necessária continuar exigente.

Dhir e Iyer atacaram o último over de Santner e marcaram 19 runs, reduzindo o necessário para 29 em 18 bolas. Santner tinha sofrido apenas 20 runs nos primeiros três overs, o que tornou esse último over numa mudança importante no encontro.

Adam Milne eliminou Iyer quando a Índia tinha 210 runs por seis perdas, deixando 16 por marcar em 11 bolas. Dhir ficou em campo para concluir a perseguição. Nos resumos do jogo terminado, a sua entrada final surge como 42 runs sem ser eliminado em 15 bolas, enquanto a narração em direto indica 36 runs sem ser eliminado em 14. Ambas situam a pancada vencedora a duas bolas do fim.

Dew agravou as dificuldades dos lançadores na fase final da perseguição, com várias bolas cheias a oferecer oportunidades para marcar. Uma bola molhada é mais difícil de agarrar, tornando mais difícil controlar lançamentos destinados a cair junto dos pés do batedor.

Phillips descreve a pressão de lançar aos abridores

Phillips, o melhor marcador da Nova Zelândia no encontro, elogiou Samson e Abhishek após a derrota. Descreveu a variedade de planos necessários contra dois batedores preparados para atacar de imediato:

São obviamente fantásticos. É preciso ter o plano C, D, E, F, G, H, I. É preciso ter todos os planos possíveis contra jogadores assim, porque deixam uma margem de erro muito pequena.

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Os números da parceria de abertura de Samson e Abhishek ajudam a perceber essa pressão. Juntos, tinham acumulado 1.218 runs em 39 entradas, com uma média de 31,23, uma parceria centenária e sete parcerias de pelo menos 50, mas abaixo de 100 runs.

A parceria mais recente juntou a pontuação sustentada de Samson à breve sequência de limites de Abhishek. Abhishek marcou 26 dos seus 29 runs com dois fours e três seis, enquanto Samson continuou para lá do powerplay e fez a maior pontuação indiana do encontro.

Como decorreu o encontro

O jogo de Christchurch passou por várias fases distintas, da aceleração tardia de Phillips ao ataque inicial da Índia e à recuperação da Nova Zelândia através do spin:

  • Entrada da Nova Zelândia: Phillips terminou invicto com 82 runs em 40 bolas, levando a equipa da casa aos 225.
  • Primeiro over da perseguição da Índia: Abhishek bateu a última bola de Henry para seis e estabeleceu o recorde.
  • Após 5,5 overs: Bracewell eliminou Abhishek por 29, pondo fim a uma parceria de abertura de 93.
  • Overs intermédios: Bracewell e Santner conseguiram os primeiros quatro wickets, deixando a Índia com 122 runs por quatro perdas.
  • Após a eliminação de Axar: a Índia precisava de 59 runs em 33 bolas.
  • Último over: Dhir concluiu a perseguição a duas bolas do fim, garantindo uma vitória por quatro wickets.

A vantagem de 1-0 da Índia resultou de contribuições de toda a ordem de batida, e não de uma única entrada dominante. Os abridores criaram margem para abrandar, Iyer e Axar repararam os estragos e Dhir acelerou na fase final. Não é indicada a data do segundo encontro.

Pontos principais

  • Abhishek Sharma tornou-se o primeiro homem a iniciar sete entradas de internacionais T20 com um seis.
  • A pancada que estabeleceu o recorde foi feita frente a Matt Henry no Hagley Oval, em Christchurch.
  • Abhishek marcou 29 runs em 12 bolas e fez uma parceria de abertura de 93 com Sanju Samson.
  • Samson marcou 67 runs em 33 bolas, enquanto Glenn Phillips fez 82 sem ser eliminado em 40 pela Nova Zelândia.
  • A Índia perseguiu 226 com quatro wickets e duas bolas por jogar, assumindo uma vantagem de 1-0 na série.
  • Os números de wickets da Nova Zelândia e a pontuação final individual de Naman Dhir apresentam valores contraditórios.
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