Uma decisão de 1,67 biliões de wons sobre quatro rios
A remoção de 12 dos 16 açudes construídos nos rios Han, Nakdong, Geum e Yeongsan, na Coreia do Sul, traria benefícios superiores aos custos, segundo estudos económicos encomendados pelo Governo. As estimativas, baseadas em investigação realizada entre 2019 e 2026, apontam para um total de 1,6724 biliões de wons para duas componentes centrais da recuperação dos rios: a modernização das estruturas de captação de água e a desmontagem dos açudes.
Índice
- Uma decisão de 1,67 biliões de wons sobre quatro rios
- Porque custa mais modernizar as captações do que remover os açudes
- O que abrangem realmente as 12 avaliações favoráveis
- O modelo económico mais abrangente e as suas limitações
- Porque o total em destaque não corresponde ao orçamento integral do projeto
- Os planos de financiamento mostram quanto falta concluir
- As toxinas das algas podem alterar o cálculo dos benefícios
- A proteção contra secas e os métodos de investigação são contestados
- A avaliação do Governo e os prazos locais são distintos
- Em resumo
A maior despesa não é a demolição. As melhorias nas estruturas de captação e nas estações elevatórias representam 976,8 mil milhões de wons, face a 695,6 mil milhões para a remoção das estruturas abrangidas pela estimativa conjunta. Essas melhorias permitiriam que explorações agrícolas, famílias e empresas continuassem a captar água quando o nível dos rios baixasse após a abertura das comportas ou a remoção dos açudes.
O argumento económico é significativo, mas não corresponde a uma decisão final do Governo. Numa auditoria parlamentar, a 6 de outubro de 2026, o ministro do Clima, Energia e Ambiente, Kim Sung hwan, afirmou que o Governo estava a realizar uma avaliação formal separada, incluindo uma análise económica. Distinguiu esse processo do relatório de um grupo de trabalho que recomendara a remoção ou abertura dos açudes.
O debate já não se limita a saber se a recuperação produz um saldo financeiro positivo. Organizações ambientalistas afirmam que os estudos omitem riscos graves associados às proliferações de algas tóxicas. Os críticos questionam os métodos de avaliação, a proteção contra secas futuras e a independência da investigação. As diferentes estimativas abrangem também instalações, anos e tipos de despesa distintos, o que dificulta a comparação de totais aparentemente semelhantes.
Para os residentes que dependem da água dos rios, a questão prática é a sequência das operações: as estruturas de captação têm de funcionar com níveis de água mais baixos antes de se alterarem as operações. Uma avaliação económica favorável não demonstra, por si só, que todas as localidades estejam preparadas.
Porque custa mais modernizar as captações do que remover os açudes
Um açude é uma barreira construída num rio para elevar o nível da água a montante. O projeto dos Quatro Grandes Rios, lançado durante a presidência de Lee Myung bak, instalou tomadas de água a cotas adequadas aos níveis controlados pelos açudes. Quando esses níveis descem durante uma seca ou com a abertura das comportas, algumas instalações deixam de conseguir captar água de forma fiável.
Baixar ou modificar as tomadas de água serve, assim, dois objetivos interligados: reduz a dependência do abastecimento em relação a um nível elevado do rio e permite abrir mais as comportas ou remover os açudes. O custo estimado de 976,8 mil milhões de wons é cerca de 1,4 vezes superior à estimativa conjunta para a demolição.
O estudo do Ministério de fevereiro de 2026, Estudo sobre medidas para recuperar os Quatro Grandes Rios, atribui 450,2 mil milhões de wons a melhorias nas captações e estações elevatórias no âmbito da pasta do ambiente. Desse montante, faltava gastar 390,5 mil milhões. As instalações sob a responsabilidade do Ministério da Agricultura, Alimentação e Assuntos Rurais representam mais 526,6 mil milhões de wons, incluindo 494,1 mil milhões em despesas futuras.
Em conjunto, estes valores apontam para 884,6 mil milhões de wons de despesa por realizar. A diferença face ao total indica que já tinham sido gastos 92,2 mil milhões no âmbito deste modelo contabilístico. A estimativa exclui melhorias em nove instalações de captação e bombagem exploradas por privados.
Há desacordo quanto a incluir estas melhorias nos custos da recuperação. As organizações ambientalistas defendem que devem ser excluídas da avaliação económica. O Ministério do Clima tem procurado incluí-las, enquanto o antigo Ministério do Ambiente descrevera anteriormente as melhorias nas captações como uma medida para reforçar a fiabilidade do abastecimento, independente das decisões sobre a abertura permanente ou a remoção dos açudes. Esta distinção é importante porque a alteração dos custos imputados a um projeto pode mudar a rendibilidade económica calculada.
O que abrangem realmente as 12 avaliações favoráveis
O estudo económico de 2019 sobre os rios Geum e Yeongsan concluiu que o rácio benefício-custo era igual ou superior a um para a remoção dos açudes de Sejong e Gongju, no Geum, e de Juksan, no Yeongsan. Um rácio superior a um significa que os benefícios estimados excedem os custos estimados; um rácio igual a um significa que são equivalentes.
O estudo de dezembro de 2021 sobre os rios Han e Nakdong concluiu que a remoção era favorável em nove dos seus 11 açudes. Gangjeong Goryeong e Changnyeong Haman, ambos no Nakdong, ficaram abaixo de um. Somando os três casos favoráveis do Geum e do Yeongsan, chega-se ao valor em destaque: 12 em 16, ou 75%.
Os resultados do Han foram os mais fortes: Ipo registou um rácio de 5,49, Gangcheon de 3,50 e Yeoju de 2,50. No Nakdong, os valores foram de 2,12 em Nakdan, 1,68 em Gumi, 1,63 em Chilgok, 1,32 em Dalseong, 1,20 em Hapcheon Changnyeong e 1,09 em Sangju. Gangjeong Goryeong obteve 0,93 e Changnyeong Haman, 0,51.
Estas diferenças mostram que não se deve tratar todas as estruturas como economicamente equivalentes. Também não significam que os dois açudes com resultados mais baixos tenham de permanecer inalterados: a abertura permanente das comportas é uma opção distinta que exige avaliação.
Há uma divergência contabilística importante quanto à demolição. Uma versão atribui a estimativa de 565,9 mil milhões de wons do estudo de 2021 à remoção dos nove açudes do Han e do Nakdong com resultados favoráveis. Já a descrição pormenorizada do mesmo estudo apresenta esse montante como o custo de desmontar os 11. Por isso, o valor conjunto de 695,6 mil milhões de wons para a demolição não deve ser tratado como um orçamento de obras indiscutível e definido com precisão.
O modelo económico mais abrangente e as suas limitações
A Associação Coreana de Finanças Públicas elaborou o estudo de 2021 sobre o Han e o Nakdong para o Ministério do Ambiente. O modelo considerou que a recuperação ocorreria entre 2022 e 2024, seguida do que o estudo descreveu como 37 anos de efeitos, entre 2025 e 2062. Tratava-se de pressupostos analíticos, não de provas de que a recuperação tenha ocorrido nesse calendário.
Para a remoção dos 11 açudes, o estudo estimou benefícios de 2,8722 biliões de wons, face a custos de 1,6967 biliões, o que resultou num rácio de 1,69. A diferença corresponde a benefícios líquidos estimados de 1,1755 biliões de wons. O conjunto de intervenções no rio Han obteve 3,63, em comparação com 1,20 no Nakdong.
As melhorias da qualidade da água contribuíram com 1,4955 biliões de wons, cerca de 52% dos benefícios totais. As melhorias nos ecossistemas aquáticos acrescentaram 802,5 mil milhões de wons e a redução dos custos de manutenção, 508,5 mil milhões. As melhorias no controlo de cheias foram avaliadas em 56,9 mil milhões de wons e o recreio, em 8,7 mil milhões.
Estes valores são avaliações de benefícios sociais previstos, não receitas que entrariam automaticamente no orçamento do Estado. A sua fiabilidade depende dos métodos, das populações e das condições futuras considerados no modelo.
A distribuição dos agregados familiares ajuda a explicar os resultados regionais. O estudo contabilizou 12,43 milhões de agregados na bacia do Han e 5,51 milhões na do Nakdong, uma diferença de cerca de 2,3 vezes. Ainda assim, os benefícios para a qualidade da água foram superiores no Nakdong: 839,8 mil milhões de wons, face a 655,7 mil milhões no Han. Os benefícios para os ecossistemas foram superiores no Han: 448,8 mil milhões de wons, face a 353,7 mil milhões no Nakdong. O número de pessoas que beneficia pode influenciar o valor monetário tanto quanto a própria melhoria física.
Porque o total em destaque não corresponde ao orçamento integral do projeto
A estimativa de 1,6724 biliões de wons combina melhorias nas captações com custos de demolição calculados em anos diferentes. Não abrange todas as categorias incluídas na avaliação económica mais ampla de 2021 e não constitui um orçamento único e atualizado para os quatro rios.
No modelo relativo ao Han e ao Nakdong, as medidas de utilização da água custavam 834,7 mil milhões de wons. Incluíam alterações nas captações e obras em poços afetados pela descida dos níveis freáticos. A demolição representava 565,9 mil milhões de wons, enquanto a perda de produção hidroelétrica de pequena escala foi avaliada em 287,2 mil milhões. A redução da utilização de águas subterrâneas acrescentava perdas de 7 mil milhões de wons e o aumento do tempo de viagem devido à perda de passagens rodoviárias acrescentava 1,8 mil milhões.
Os trabalhos de demolição incluíam a desmontagem do betão, a instalação de barreiras temporárias para manter secas as zonas de construção, a remoção de comportas e instalações hidroelétricas e os custos de conceção e fiscalização. A perda de produção de eletricidade e o aumento do tempo de viagem são custos económicos, não despesas do mesmo tipo que um contrato de construção.
A estimativa para a demolição no Geum e no Yeongsan subiu de 89,8 mil milhões de wons em 2019 para 129,7 mil milhões na contabilização de 2026, um aumento de 39,9 mil milhões, ou cerca de 44%. O valor do Han e do Nakdong continua a ser o de 2021 e também poderá ter de ser revisto devido à inflação.
Os relatos divergem quanto à data da estimativa de 129,7 mil milhões de wons. Uma versão apresenta-a como uma atualização de 2026, enquanto o gabinete do deputado Kim Wi sang descreveu as componentes individuais — 16,6 mil milhões de wons para Sejong, 77 mil milhões para Gongju e 36,1 mil milhões para Juksan — como baseadas num levantamento de 2019. Esta inconsistência tem de ser esclarecida antes de o valor poder servir como referência firme para o financiamento.
Os planos de financiamento mostram quanto falta concluir
Os dados fornecidos a Kim Wi sang, deputado do Partido do Poder Popular e membro da comissão parlamentar do clima, energia, ambiente e trabalho, identificaram 180 instalações de captação e bombagem que necessitavam de melhorias: 131 no Nakdong, 25 no Yeongsan, 18 no Han e seis no Geum.
Na contabilização de outubro de 2025, estavam concluídas 12 instalações. Excluindo essas e as nove instalações privadas, as melhorias em falta estavam estimadas em 941,259 mil milhões de wons. O valor difere da estimativa de fevereiro de 2026, que indicava 884,6 mil milhões de wons por gastar. Os valores têm datas e âmbitos diferentes e não foi apresentada uma reconciliação entre eles.
Também há divergências quanto ao número de instalações. Uma versão afirma que 12 das 180 tinham sido melhoradas e que faltavam 168, enquanto outras descrições apontam para um programa de modernização de 161 a 164 instalações. A inclusão de instalações privadas e de projetos já concluídos é, por isso, relevante para comparar os progressos.
O plano de despesas de outubro de 2025 previa uma dotação de 82,9 mil milhões de wons para 2026: 64,4 mil milhões para o Ministério do Clima, incluindo verbas transitadas, e 18,5 mil milhões para o Ministério da Agricultura. O montante correspondia a cerca de 8,8% dos 941,259 mil milhões de wons então apontados como custo por realizar.
O Ministério da Agricultura previa ainda 71 mil milhões de wons em 2027, 113 mil milhões em 2028, 176 mil milhões em 2029 e 115,5 mil milhões em 2030. O ministério afirmou que estes planos poderiam ser alterados durante a apreciação parlamentar do orçamento. O Ministério do Clima disse que as dotações anuais posteriores dependeriam do andamento das obras e das condições de despesa, estando os calendários pormenorizados em discussão com os governos locais.
As estimativas anteriores não são diretamente comparáveis com estes planos. Uma contabilização de 2022 apontava para despesas relacionadas de 193,1 mil milhões de wons entre janeiro de 2018 e 2022 e previa custos adicionais superiores a 75 mil milhões até 2026. Incluía monitorização, medidas temporárias para o abastecimento de água à agricultura e outras atividades. A estimativa separada para as captações do Han e do Nakdong era de 848,673 mil milhões de wons. Estas categorias mais abrangentes e antigas não podem ser simplesmente somadas aos valores mais recentes sem risco de dupla contabilização.
As toxinas das algas podem alterar o cálculo dos benefícios
Os defensores do ambiente argumentam que os estudos económicos subestimam os benefícios da recuperação do fluxo dos rios, por não avaliarem plenamente os riscos das toxinas das algas. As microcistinas são toxinas produzidas por algumas cianobactérias, organismos frequentemente associados a proliferações nocivas de algas em água doce.
Baek Gyeong oh, professor na Universidade Nacional de Hankyong e presidente da comissão de rios vivos da Federação Coreana do Movimento Ambiental, afirmou que os estudos tinham identificado razões económicas para não manter 12 estruturas, mas não tinham incluído o grave risco de proliferação de algas no Nakdong. Lim Hee ja, presidente executiva da Rede do Rio Nakdong, também defendeu que os riscos das microcistinas fossem incluídos numa nova avaliação.
Lim argumentou que essa inclusão tornaria economicamente favorável a remoção de todos os açudes do Nakdong. Trata-se de uma posição defendida por ativistas, não de um novo cálculo publicado. Os resultados divulgados não incluem rácios revistos que tenham em conta esses riscos.
Numa conferência de imprensa a 13 de outubro de 2026, grupos ambientalistas afirmaram que, dos 162 estudos de modelação sobre proliferações de algas nos rios publicados ao longo dos 50 anos anteriores, 29 analisavam o Nakdong. Segundo os grupos, esses estudos identificaram o fluxo mais lento, provocado pelos oito açudes, como uma causa das proliferações. A afirmação reforça o argumento a favor da recuperação do fluxo, mas não quantifica, por si só, os benefícios monetários em cada estrutura.
Hong Jong ho, professor de economia na Universidade Nacional de Seul e antigo presidente da comissão de planeamento da investigação e avaliação dos Quatro Grandes Rios, defendeu que se recorresse ao estudo da associação de finanças públicas, acrescentando os riscos associados às algas. Shin Jae eun, diretora do Instituto de Investigação Pulssi Action, afirmou que a avaliação do Han e do Nakdong tinha abordado muitas das limitações do estudo anterior sobre o Geum e o Yeongsan, defendendo também que fossem considerados a aceitação regional e uma estratégia fluvial de mais longo prazo.
A proteção contra secas e os métodos de investigação são contestados
O estudo do Instituto do Ambiente da Coreia sobre as projeções orçamentais para a gestão da água em resposta à crise climática previa que a escassez de água pudesse atingir, até 2030, oito vezes o nível atual, e que o financiamento necessário para responder ao problema aumentasse até 5,9 vezes. Durante a seca de 2022, ficou ameaçada a fiabilidade do abastecimento de água em cinco barragens, incluindo Juam e Dongbok.
Kim Wi sang afirma que o estudo sobre a recuperação não explica como seria reposta a capacidade de armazenamento perdida com a remoção dos açudes. O gabinete do deputado diz também que o estudo reconheceu problemas metodológicos assinalados pelo Conselho de Auditoria e Inspeção em 2023, mas manteve as conclusões anteriores sem publicar um novo cálculo dos benefícios.
Uma projeção nacional de escassez e uma proposta de remoção de açudes específicos não são necessariamente contraditórias. Para determinar se entram em conflito, é preciso comparar a localização da escassez prevista, a procura de água, a capacidade de armazenamento utilizável e as alternativas de abastecimento. A água retida por uma barreira não equivale necessariamente a água que possa ser fornecida de forma fiável durante uma seca.
A divergência metodológica é particularmente importante para as estruturas próximas do limiar económico. Os rácios de 1,09 em Sangju e de 0,93 em Gangjeong Goryeong podem ser sensíveis a alterações nos pressupostos. Os custos revistos, os efeitos das secas e a avaliação das toxinas têm de ser considerados em conjunto, em vez de serem acrescentados seletivamente para sustentar uma das posições.
O gabinete de Kim também questionou a dupla função de Baek como responsável pela investigação e membro em funções do Comité Nacional de Gestão da Água, invocando o seu apoio público à remoção. Esta sobreposição justifica transparência quanto aos papéis na investigação e na tomada de decisões, mas a posição declarada de um investigador, por si só, não prova que os cálculos estejam errados.
A avaliação do Governo e os prazos locais são distintos
O ministro Kim Sung hwan disse aos deputados, a 6 de outubro, que o relatório do grupo de trabalho não constituía uma política governamental definida. Afirmou que a avaliação oficial teria em conta as condições em cada rio e em cada açude, incluindo o progresso das melhorias nas estruturas de captação e bombagem. Prometeu partilhar as conclusões com o gabinete de Kim Wi sang.
Há um debate processual separado sobre uma proposta noticiada para tratar a gestão dos açudes como uma competência executiva do ministro, em vez de submeter cada plano de intervenção a uma deliberação autónoma do Comité Nacional de Gestão da Água. Os críticos receiam que isso contorne a fiscalização. A proposta não determina qual será o procedimento legal adotado pelo Governo.
Os principais marcos e prazos ainda por definir são:
- 2019: O estudo económico do Geum e do Yeongsan apoiou a remoção de três açudes.
- Janeiro de 2021: O Comité Nacional de Gestão da Água aprovou medidas de remoção e abertura permanente no Geum e no Yeongsan.
- Dezembro de 2021: Foi concluído o estudo económico do Han e do Nakdong.
- Fevereiro de 2026: O estudo de recuperação apresentou custos atualizados para as captações e uma estimativa da demolição no Geum e no Yeongsan.
- 6 de outubro de 2026: O ministro afirmou que estava em curso uma avaliação oficial separada.
- 13 de outubro de 2026: Grupos ambientalistas de Gyeongnam exigiram uma decisão sobre o Nakdong até ao final de 2026 e melhorias nas captações ao serviço de quatro açudes a jusante até ao primeiro semestre de 2027.
Os prazos mais recentes são exigências das federações ambientalistas de Masan, Changwon e Jinhae e de Gyeongnam, bem como da Rede do Rio Nakdong, e não datas de conclusão confirmadas pelo Governo. Os grupos defendem também que a abertura das comportas de Changnyeong Haman é insuficiente, porque a secção fixa de betão continua a obstruir o fluxo. Apesar do baixo rácio económico, mantêm o apelo à remoção, por considerarem que a saúde e a segurança dos residentes devem ter prioridade.
Em resumo
- Estudos encomendados pelo Governo concluíram que a remoção era economicamente favorável em 12 dos 16 açudes dos quatro rios.
- As principais estimativas conjuntas totalizam 1,6724 biliões de wons, incluindo 976,8 mil milhões para melhorias nas captações e 695,6 mil milhões para a demolição.
- O modelo de 2021 para o Han e o Nakdong estimou benefícios de 2,8722 biliões de wons, face a custos de 1,6967 biliões.
- As datas dos custos, o âmbito da demolição e o número de instalações diferem entre as várias versões, pelo que o total em destaque não corresponde a um orçamento de projeto definitivo.
- Os riscos das toxinas das algas, a proteção contra secas e os métodos de avaliação contestados continuam a ser questões centrais da análise.
- O Governo ainda não confirmou um plano final. Os grupos ambientalistas querem uma decisão sobre o Nakdong até ao final de 2026 e melhorias nas captações a jusante até meados de 2027.






