Uma grande expansão do tratamento psiquiátrico urgente
A Coreia do Sul prevê aumentar o número de camas para tratamento intensivo de doentes psiquiátricos em fase aguda, de 391 em 2025 para 2 000 até 2030, e classificar os cuidados psiquiátricos de emergência como um serviço médico essencial, ao abrigo do seu sexto Plano Básico de Prevenção do Suicídio. A expansão acrescentará 1 609 camas, elevando a capacidade para pouco mais de cinco vezes o nível de 2025.
Índice
- Uma grande expansão do tratamento psiquiátrico urgente
- As mortes estão a diminuir, mas a meta exige uma leitura cuidadosa
- O que mudaria a classificação como serviço médico essencial
- Subsídios de tratamento mais elevados e apoio psicológico alargado
- Um gabinete nacional para articular a resposta de emergência e a recuperação
- O contacto continuado levanta questões de consentimento
- Dívida, isolamento e pressão na escola ou no trabalho
- Os planos de IA centram-se em registos melhores e sinais regionais de alerta
- Prazos de execução e prestação de contas públicas
- Pontos principais
O plano foi finalizado a 12 de outubro de 2026, na 11.ª reunião da Comissão de Política de Prevenção do Suicídio, realizada no Complexo Governamental de Seul e presidida pela primeira-ministra Han Seong-sook. Combina tratamento de emergência, assistência financeira, apoio em matéria de dívida e um contacto mais ativo com pessoas em risco, atribuindo a ministérios centrais e governos locais a responsabilidade pela execução.
O anúncio do plano do Ministério da Saúde e do Bem-Estar estabelece como objetivo reduzir a taxa de suicídio de 29,1 por cada 100 000 habitantes, em 2024, para 18,9 ou menos até 2030. O Governo afirma que a taxa desceu para 27,8 em 2025, mas o país continua a registar a taxa de suicídio mais elevada entre os membros da Organização de Cooperação e de Desenvolvimento Económicos.
O sexto plano surge antes do fim previsto do quinto, aprovado em 2023 e válido até 2027. A antecipação do calendário segue-se ao aumento das mortes em 2024. A principal mudança consiste em articular os cuidados de emergência com o tratamento continuado e o apoio social, em vez de depender sobretudo de as pessoas em sofrimento procurarem ajuda por iniciativa própria.
Han descreveu a prevenção do suicídio como uma responsabilidade partilhada por todo o Governo, e não uma tarefa exclusiva do Ministério da Saúde.
O suicídio não é apenas uma questão de um ministério específico, mas um assunto pelo qual todo o Governo deve assumir responsabilidade e que deve resolver.
As mortes estão a diminuir, mas a meta exige uma leitura cuidadosa
Na apresentação prévia do plano do Ministério da Saúde e do Bem-Estar, o segundo vice-ministro, Lee Hyung-hoon, afirmou que 14 144 pessoas morreram por suicídio em 2025, menos 728 mortes, ou cerca de 4,9%, do que no ano anterior. Estes números colocam o total de 2024 em 14 872.
Os dados provisórios de janeiro a julho de 2026 apontam para 7 432 mortes, face a 8 475 nos mesmos meses de 2025. Trata-se de uma descida de 1 043 mortes, ou 12,3%. A apresentação registou também 1 062 mortes em julho de 2026, menos 9,8% do que em julho de 2025, e indicou que os totais mensais tinham diminuído face ao mês homólogo do ano anterior durante 10 meses consecutivos, desde outubro de 2025.
Estes indicadores medem coisas diferentes. A taxa anual de suicídio relaciona o número de mortes com a população, enquanto os dados de janeiro a julho são uma contagem provisória relativa a parte do ano. A descida é encorajadora, mas não permite concluir que foi causada pelo novo plano, sobretudo porque este só foi finalizado posteriormente.
Há duas incoerências na apresentação oficial. O anúncio descreve a meta para 2030 como uma redução de 33,3%, mas a descida de 29,1 para 18,9 corresponde a cerca de 35,1%. Além disso, indica 23 de setembro como a data de divulgação das estatísticas provisórias de julho, enquanto a apresentação refere 28 de setembro. Nenhuma das diferenças altera a meta anunciada ou os totais de janeiro a julho, mas ambas precisam de ser esclarecidas.
O Ministério cita reduções anteriores na Letónia, de 17,7 para 12,7 mortes por cada 100 000 habitantes entre 2016 e 2021, e na Lituânia, de 27,3 para 18,5 no mesmo período, como prova de que são possíveis reduções significativas. Estas comparações sustentam a ambição da meta, mas não constituem uma previsão de que a Coreia do Sul a irá alcançar.
O que mudaria a classificação como serviço médico essencial
A classificação dos cuidados psiquiátricos de emergência como cuidados médicos essenciais pretende apoiar a formação de profissionais, criar incentivos para as equipas dos serviços regionais e promover o investimento em instalações e equipamentos. As camas, por si só, não asseguram o tratamento sem profissionais qualificados em número suficiente para as utilizar.
O Governo prevê também designar centros médicos especializados para pessoas com elevado risco de suicídio, incluindo quem já tentou suicidar-se. Poderão ser testados, num programa-piloto, pagamentos adicionais por consultas psiquiátricas urgentes. Estes pagamentos compensariam os prestadores pela prestação de cuidados urgentes; não seriam um apoio financeiro direto aos doentes.
Outra proposta prevê ponderar indicadores relativos a enfermarias psiquiátricas fechadas na decisão sobre quais os hospitais que podem ser classificados como hospitais gerais terciários. Estes hospitais prestam cuidados especializados diferenciados. Incluir a capacidade psiquiátrica nos critérios de classificação poderia torná-la uma componente mais explícita do planeamento hospitalar, embora o Governo não tenha apresentado a proposta como uma exigência já aprovada.
O número de centros regionais de emergência médico-psiquiátrica aumentará de 14 para 17 até 2030. Estes centros dispõem de salas de isolamento e camas de observação, e os psiquiatras e médicos de urgência tratam em conjunto os doentes em crise psiquiátrica que apresentem também lesões físicas graves. Esta rede tem uma função distinta da expansão mais ampla das camas para tratamento psiquiátrico intensivo.
Subsídios de tratamento mais elevados e apoio psicológico alargado
O subsídio máximo para o tratamento de pessoas que sobrevivem a uma tentativa de suicídio aumentará gradualmente de 1 milhão para 1,5 milhões de won, uma subida de 50%. Para os doentes que tentaram suicidar-se, o limite anual de apoio ao internamento de emergência aumentará de 4,5 milhões para 6 milhões de won, cerca de um terço a mais.
Estes valores são limites máximos de apoio, não garantias de que todos os doentes receberão o montante máximo. Os aumentos pretendem reduzir o encargo financeiro do tratamento, mas o plano não apresenta um calendário completo para cada fase da expansão.
O Governo irá também ponderar um alargamento da cobertura do seguro de saúde para medicamentos destinados a tratar a depressão que não tenha respondido adequadamente ao tratamento. As decisões dependerão da eficácia clínica, da relação custo-benefício e da procura por parte dos prestadores. O anúncio não estabelece uma data para a cobertura nem identifica qualquer medicamento já aprovado ao abrigo desta medida.
O apoio psicológico deixaria de se limitar à participação de familiares. Quando estes não puderem participar, os doentes poderão designar um amigo de confiança, um colega ou outra pessoa que queiram envolver. O Governo prevê também alargar os critérios de elegibilidade e aumentar o número de sessões de apoio psicológico reembolsáveis para pessoas em risco elevado.
A proposta articula os cuidados médicos com a rede de apoio efetiva da pessoa. Complementa ainda os possíveis pagamentos por referenciações de instituições psiquiátricas para centros de prevenção do suicídio, destinados a manter o contacto e o apoio após a alta.
Um gabinete nacional para articular a resposta de emergência e a recuperação
Está prevista a criação de um Gabinete Nacional de Resposta ao Suicídio no âmbito do Ministério da Saúde e do Bem-Estar, com a participação conjunta de elementos da polícia e da Agência Nacional de Bombeiros. Os responsáveis afirmaram que quase mil milhões de won tinham sido incluídos na proposta de orçamento do Governo para 2027 para o gabinete.
O início das operações está previsto por fases a partir do início de 2027. Na apresentação de outubro, ainda estavam a decorrer conversações com o Ministério do Interior e da Segurança sobre o número de profissionais, e os responsáveis alertaram para o tempo necessário à preparação dos sistemas e de outros elementos.
O gabinete pretende articular o despacho de emergência, a proteção imediata, o tratamento e a gestão de casos. Entre as funções previstas estão ajudar a encaminhar doentes para camas psiquiátricas e apoiar avaliações por videochamada. A resposta conjunta da polícia e dos serviços de saúde mental também será alargada, ponderando-se a presença direta de profissionais de saúde mental em emergências e a proteção jurídica dos profissionais no exercício das suas funções.
Os procedimentos de internamento seriam revistos para permitir que equipas públicas de transporte médico prestassem apoio em internamentos involuntários iniciados por tutores legais. Estão também a ser ponderados subsídios de transporte para doentes com baixos rendimentos e a simplificação da documentação. Estas alterações dizem respeito ao acesso e aos procedimentos de transporte; o plano não as apresenta como uma eliminação dos requisitos legais para o internamento involuntário.
Para as pessoas que não precisem de internamento após uma tentativa, os cuidados temporários de proteção disponibilizariam até 24 horas de apoio psicológico, tempo para recuperação e encaminhamento para outros serviços. Um projeto-piloto procuraria colmatar o intervalo entre a conclusão do tratamento das lesões físicas e o início do apoio continuado.
O contacto continuado levanta questões de consentimento
O plano prevê aumentar o número de centros de resposta a crises que prestam apoio a sobreviventes de tentativas de suicídio de 93 em 2025 para 100 em 2026 e 103 em 2027. Prevê-se que o número médio de profissionais nos centros de prevenção do suicídio aumente de 5,0 em 2026 para 7,1 em 2027, uma subida de 42%.
A necessidade de cuidados continuados é sublinhada pelos dados divulgados segundo os quais cerca de 7% dos profissionais de saúde mental dos centros de prevenção acompanharam situações de tentativa de suicídio e 94,2% das pessoas que tentaram suicidar-se recusaram apoio psicológico posterior. Os dados divulgados não especificam os períodos ou as populações a que estas percentagens se referem, o que limita a precisão da sua interpretação.
Estudos citados em notícias sugerem que o tratamento e o apoio psicológico regulares podem reduzir o risco de suicídio em cerca de 60%, embora não sejam identificados os desenhos dos estudos nem os grupos de doentes. As estimativas atribuídas ao Ministério situam também o risco de suicídio entre as pessoas que já tentaram suicidar-se muito acima do da população geral, com valores de 25 e 22,5 vezes superiores associados a grupos descritos de forma diferente. A distinção entre esses grupos não é explicada, pelo que as estimativas não devem ser consideradas equivalentes.
Na apresentação oficial, Lee Hyung-hoon reconheceu que a recusa de serviços posteriores constitui um obstáculo prático. Os responsáveis afirmaram que, atualmente, as informações têm de ser rapidamente apagadas quando o consentimento é recusado, o que limita contactos posteriores. Pretendem criar uma base legal que permita aos profissionais de prevenção contactar e oferecer apoio a pessoas que recusem uma referenciação inicial.
Esta alteração legislativa continua a ser uma proposta, não um poder já estabelecido. Os responsáveis reconheceram que poderá ser controversa e afirmaram que o tipo de intervenção ainda terá de ser definido, mesmo após a aprovação de legislação. A partilha de informações entre hospitais continua também por resolver; não é um problema que o plano já tenha solucionado.
Dívida, isolamento e pressão na escola ou no trabalho
O plano organiza as suas medidas em torno do acrónimo BASIC: rede de segurança básica, contacto ativo, apoio estrutural, cuidados integrados e responsabilidade comunitária. Este quadro articula o tratamento de emergência com medidas relativas à dívida, à pobreza, ao isolamento e às responsabilidades de cuidar de outras pessoas.
Uma linha telefónica nacional de aconselhamento sobre dívidas, o 1375, gerida pelo Serviço de Aconselhamento de Crédito e Recuperação, deverá entrar em funcionamento em outubro de 2026. Pretende encaminhar as pessoas para medidas de alívio da dívida e programas de apoio. Outras medidas abrangem a reestruturação de dívidas, práticas de cobrança ilegais, fraude financeira e despesas essenciais de emergência para pessoas em risco elevado.
O apoio às famílias com responsabilidades de prestação de cuidados inclui licença familiar, cuidados diurnos e noturnos e o alargamento das licenças para assistência a familiares. Estas medidas reconhecem que uma consulta psiquiátrica pode ser necessária, mas não suficiente para resolver as pressões que contribuem para uma crise.
As responsabilidades são atribuídas em função das populações e dos temas. O Ministério da Educação liderará as medidas dirigidas a estudantes e adolescentes; o Ministério da Justiça, as destinadas a vítimas de crimes; e as entidades competentes, as relativas a polícias, militares e bombeiros. As autoridades laborais intervirão junto de trabalhadores sujeitos a exigências emocionais, enquanto a Comissão dos Serviços Financeiros liderará as medidas relativas à dívida.
As propostas para a educação incluem educação social e emocional, formação de professores, um inquérito à saúde mental dos estudantes e mais momentos de perguntas e debate nas salas de aula. Questionada sobre as provas de que uma mudança da cultura em sala de aula reduziria o suicídio, Kim Jeong-won, responsável do Ministério da Educação, descreveu a medida como um esforço mais amplo de apoio à saúde mental dos estudantes. A apresentação não demonstrou uma redução específica do suicídio atribuível a essa medida nem anunciou uma reforma correspondente dos critérios de admissão.
O apoio às famílias enlutadas por suicídio foi alargado a todo o país em junho de 2026. O plano prevê também a sua participação em grupos consultivos e pondera a criação de uma função específica para ajudar estas famílias a obter apoio quando precisarem.
Os planos de IA centram-se em registos melhores e sinais regionais de alerta
O Governo prevê substituir sete categorias abrangentes de motivos de suicídio por nove categorias intermédias e 27 categorias detalhadas. Os registos também permitiriam assinalar vários fatores contribuintes, em vez de exigir a escolha de um único motivo.
Os responsáveis deram como exemplo as distinções possíveis no âmbito das dificuldades financeiras: os custos de habitação e de vida poderiam ser registados separadamente das perdas de investimento ou da fraude financeira. Permitir vários motivos é importante porque as dificuldades financeiras, a doença mental e os problemas familiares podem ocorrer em simultâneo.
Os dados seriam associados às informações do Seguro Nacional de Saúde e ao historial de prestações de segurança social para analisar fatores de risco. Os responsáveis afirmaram que alterações à legislação de prevenção do suicídio criaram uma base legal para cruzar informações sobre pessoas que morreram por suicídio com registos sociais e económicos.
O Hospital de Santa Maria de Seul está a realizar um estudo encomendado sobre um modelo de previsão do risco regional de suicídio com base em indicadores sociais e económicos. O objetivo declarado é identificar sinais de alerta antes de aumentar o número de mortes e disponibilizar apoio preventivo às autoridades locais, em vez de esperar por uma subida para depois enviar uma equipa de consultoria.
Este trabalho ainda está em desenvolvimento; não se trata de um sistema comprovado capaz de prever as ações de um indivíduo. A apresentação não incluiu resultados de precisão, um calendário de implementação concluído nem salvaguardas operacionais pormenorizadas. A IA também apoiaria os registos do serviço de apoio psicológico 109 e a monitorização de informações em linha que incentivem o suicídio.
Separadamente, medidas anunciadas anteriormente previam aumentar de 103 para 200, até outubro, o número de profissionais do centro de atendimento 109 e colaborar com plataformas em linha para apresentar informações de prevenção e apoio a quem procure conteúdos sobre suicídio. O aumento do número de profissionais foi anunciado como uma meta, mas a apresentação de outubro não confirmou que já tivesse sido concretizado.
Prazos de execução e prestação de contas públicas
O sexto plano transforma medidas anunciadas anteriormente num plano legal ao abrigo da lei de prevenção do suicídio. Os ministérios centrais e as autoridades locais têm de elaborar planos anuais de execução. O ministro da Saúde irá avaliá-los, cabendo às entidades responsáveis agir em função do respetivo acompanhamento.
A execução por parte do Governo central será verificada mensalmente. As avaliações locais terão em conta os níveis de suicídio, a evolução face ao ano anterior e os esforços de prevenção, em vez de avaliarem o desempenho apenas com base num único número de mortes. Os responsáveis estão a ponderar um período de carência de um ano antes da publicação dos resultados, incluindo os relativos a cidades, condados e distritos.
Os principais marcos são:
- Setembro de 2025: O Governo apresentou a sua estratégia nacional de prevenção do suicídio.
- Dezembro de 2025: Foi criado um organismo de coordenação governamental para a proteção da vida.
- Junho a setembro de 2026: Os ministérios anunciaram medidas em nove áreas de política pública.
- 12 de outubro de 2026: A comissão finalizou o sexto Plano Básico de Prevenção do Suicídio.
- 2027: O gabinete nacional de resposta deverá iniciar operações faseadas; prevê-se que os centros de resposta a crises cheguem a 103 e que os centros de prevenção tenham uma média de 7,1 profissionais.
- 2030: A meta é atingir 2 000 camas para tratamento psiquiátrico intensivo, 17 centros regionais de emergência médico-psiquiátrica e uma taxa de suicídio igual ou inferior a 18,9 por cada 100 000 habitantes.
Os responsáveis apresentaram versões diferentes sobre a forma de lidar com resultados mais fracos a nível local. Os responsáveis do Ministério da Saúde defenderam incentivos e apoio consultivo, alertando que as penalizações poderiam dificultar novos investimentos. Um responsável do Gabinete de Coordenação das Políticas Governamentais afirmou que estavam a ser discutidas possíveis consequências no âmbito dos sistemas de avaliação existentes dos governos locais, que influenciam a distribuição de fundos. Não foi anunciado qualquer novo regime de penalizações definitivo.
O plano estabelece, assim, metas mensuráveis e um processo de avaliação mais robusto, mas deixa por concluir uma parte substancial do trabalho de execução. A organização das equipas, as regras de acesso aos dados, a legislação sobre consentimento, algumas alterações nos reembolsos e o calendário das avaliações públicas ainda exigem decisões adicionais.
Pontos principais
- A Coreia do Sul pretende aumentar a capacidade de tratamento psiquiátrico intensivo de 391 camas em 2025 para 2 000 até 2030.
- O sexto plano de prevenção foi finalizado a 12 de outubro de 2026, antes do fim previsto do plano anterior.
- A taxa de suicídio desceu de 29,1 por cada 100 000 habitantes em 2024 para 27,8 em 2025; a meta para 2030 é de 18,9 ou menos.
- Os dados provisórios apontam para 7 432 mortes entre janeiro e julho de 2026, menos 12,3% do que no mesmo período de 2025.
- Serão alargados o apoio ao tratamento, os critérios de acesso ao apoio psicológico, a coordenação de emergências e os cuidados temporários de proteção.
- Está previsto que um gabinete nacional de resposta inicie operações faseadas em 2027.
- A investigação com IA apoiará a previsão regional do risco, enquanto o contacto sem consentimento inicial proposto exige mais trabalho legislativo.
- As avaliações anuais da execução e as avaliações públicas locais serão acompanhadas por incentivos financeiros e apoio.






