Dívida externa do Uzbequistão atinge 84,1 mil milhões de dólares, com endividamento das empresas a impulsionar o crescimento anual

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Uzbekistan's External Debt Reaches $84.1 Billion as Corporate Borrowing Drives Annual Growth

As empresas são responsáveis pela maior parte do aumento de 11,9 mil milhões de dólares

A dívida externa do Uzbequistão atingiu 84,1 mil milhões de dólares em 1 de julho de 2026, mais 11,9 mil milhões, ou 16,5%, do que os 72,2 mil milhões registados um ano antes. O endividamento das empresas representou 7 mil milhões desse aumento, contra 4,9 mil milhões de dívida externa do Estado, segundo os dados da análise do setor externo do Banco Central da República do Uzbequistão.

Índice
  1. As empresas são responsáveis pela maior parte do aumento de 11,9 mil milhões de dólares
  2. Crescimento abrandou após forte subida em 2025
  3. A dívida das empresas não é uma obrigação de reembolso do Estado
  4. Porque diferem os valores da dívida pública
  5. Quem empresta dinheiro ao Estado
  6. Apoio ao orçamento representa mais de metade da dívida pública externa
  7. Exportações recuperaram fora do ouro, mas importações cresceram mais depressa
  8. No segundo trimestre, exportações e investimento aceleraram
  9. Os ativos externos continuam a superar os passivos, mas a margem diminuiu
  10. A descida do rácio da dívida depende do crescimento e das taxas de câmbio
  11. Principais pontos

O total dividia-se quase equitativamente: a dívida externa do Estado ascendia a 41,7 mil milhões de dólares e a das empresas a 42,4 mil milhões. Assim, as empresas e os bancos representavam cerca de 50,4% do total e 58,8% do aumento anual, de acordo com cálculos baseados nos dados publicados.

O aumento ocorreu a par de um défice comercial de 13,4 mil milhões de dólares no primeiro semestre de 2026, da queda das exportações de ouro e da redução do saldo positivo entre os ativos e passivos externos do Uzbequistão. Ainda assim, o Banco Central citou uma avaliação do Fundo Monetário Internacional segundo a qual o peso da dívida externa continuava baixo, sendo a maior parte do financiamento obtida em condições concessionais.

Um cálculo separado do Ministério da Economia e das Finanças fixou a dívida pública total em 48,31 mil milhões de dólares, incluindo o endividamento interno. Este valor não é uma estimativa alternativa dos 84,1 mil milhões de dólares de dívida externa: mede as obrigações do Estado, enquanto a dívida externa total também inclui o endividamento das empresas no estrangeiro.

Esta distinção é importante para determinar a responsabilidade pelo reembolso. O Banco Central afirma que o endividamento das empresas sem garantias do Estado não cria obrigações para o governo. Por isso, um aumento da dívida externa nacional não pode ser considerado equivalente a um aumento da dívida a pagar pelo orçamento do Estado.

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Crescimento abrandou após forte subida em 2025

A dívida externa do Estado aumentou de 36,8 mil milhões para 41,7 mil milhões de dólares no ano até 1 de julho, uma subida de 13,3%. A dívida externa das empresas cresceu mais depressa, passando de 35,4 mil milhões para 42,4 mil milhões, ou 19,8%.

A comparação a mais longo prazo mostra a dimensão da mudança na componente empresarial. A dívida externa das empresas aumentou de 12,5 mil milhões de dólares em 2020 para 41,7 mil milhões no final de 2025, mais do que triplicando. A dívida externa total aumentou 18,1 mil milhões de dólares em 2025, contra subidas anuais de 9,2 mil milhões em 2020, 9,8 mil milhões em 2023 e 10,8 mil milhões em 2024.

Os relatos situam a dívida externa total em 82,2 mil milhões de dólares no início de 2026, o que aponta para um aumento de cerca de 1,9 mil milhões, ou 2,3%, no primeiro semestre. Segundo esta leitura, cerca de 10 mil milhões do aumento anual de 11,9 mil milhões ocorreram no segundo semestre de 2025.

Há uma discrepância temporal nas comparações publicadas. Um relato indica também um saldo de 82,2 mil milhões de dólares em 1 de abril de 2026, com dívida do Estado de 40,5 mil milhões e dívida das empresas de 41,7 mil milhões. Outros relatos atribuem estes valores ao início do ano. O valor de julho é consistente, mas não é possível atribuir o aumento de 1,9 mil milhões exclusivamente ao segundo trimestre sem esclarecer a data de referência anterior.

  • 1 de julho de 2025: a dívida externa total era de 72,2 mil milhões de dólares, dos quais 36,8 mil milhões correspondiam à dívida do Estado e 35,4 mil milhões à dívida das empresas.
  • Final de 2025: os relatos situam a dívida externa total em 82,2 mil milhões de dólares, após um aumento anual recorde de 18,1 mil milhões.
  • 1 de abril de 2026: uma comparação trimestral também indica um saldo de 82,2 mil milhões de dólares.
  • 1 de julho de 2026: a dívida externa total atingiu 84,1 mil milhões de dólares.
  • 29 de setembro de 2026: foi atualizada a publicação do Banco Central em uzbeque.

A dívida das empresas não é uma obrigação de reembolso do Estado

O Banco Central explica que a categoria empresarial inclui empréstimos contraídos por empresas privadas sem garantias do Estado. Os reembolsos têm de ser feitos com fundos das próprias empresas e bancos devedores.

Ao explicar a responsabilidade pelo reembolso, o Banco Central afirma:

Este tipo de endividamento não cria responsabilidades para o governo, e os pagamentos destas obrigações são feitos com fundos próprios das respetivas empresas e bancos.

Esta distinção separa as obrigações diretas do orçamento das obrigações das empresas. Não significa que todos os devedores empresariais tenham as mesmas condições de reembolso. O resumo publicado não apresenta uma discriminação completa da dívida das empresas por devedor, prazo, taxa de juro ou moeda.

O saldo da dívida também não deve ser interpretado como a simples soma dos novos empréstimos recebidos. Segundo relatos sobre a metodologia do Banco Central, a dívida externa do Estado inclui juros vencidos mas não pagos, enquanto as obrigações soberanas internacionais são avaliadas a preços de mercado na data de referência. Estes critérios contabilísticos podem afetar o montante registado independentemente de novos empréstimos em dinheiro.

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Porque diferem os valores da dívida pública

O Ministério da Economia e das Finanças fixou a dívida pública em 48,31 mil milhões de dólares em 1 de julho, mais 4,82 mil milhões, ou 11%, do que um ano antes, e mais 1,46 mil milhões, ou 3,1%, desde o início de 2026. A dívida pública externa representava 40,71 mil milhões, ou cerca de 84%, enquanto a dívida interna ascendia a 7,6 mil milhões, ou cerca de 16%.

O valor da dívida externa indicado pelo ministério é cerca de 990 milhões de dólares inferior à medida de 41,7 mil milhões de dívida externa do Estado utilizada pelo Banco Central. A série do Banco Central inclui juros vencidos e a avaliação das obrigações soberanas a preços de mercado, mas as explicações publicadas não conciliam a diferença na totalidade. Por isso, os dois valores devem continuar a ser identificados separadamente.

O rácio da dívida pública foi indicado em 27% do produto interno bruto, contra 26,3% no primeiro trimestre. A dívida pública externa representava 22,8% do PIB e a dívida interna, 4,2%. O produto interno bruto mede o valor dos bens e serviços produzidos na economia; comparar a dívida com o PIB ajuda a mostrar a sua dimensão face à economia que a sustenta.

Os relatos também divergem quanto à data de referência de um rácio anterior de 31,9% da dívida pública. Um relato de julho apresenta-o como uma comparação anual anterior, enquanto o relato dos resultados de 2025 atribui os 31,9% ao final desse ano. Ambos indicam um rácio anterior mais elevado, mas não estabelecem o mesmo período de comparação.

Quem empresta dinheiro ao Estado

As instituições financeiras internacionais detinham 22,48 mil milhões de dólares, ou 55%, da dívida pública externa segundo os dados do ministério. As instituições financeiras associadas a governos estrangeiros representavam 11,45 mil milhões, ou 28%, e os investidores internacionais, 6,77 mil milhões, ou 17%. As pequenas diferenças entre estes valores e o total devem-se ao arredondamento dos dados publicados.

O Banco Mundial era o maior credor institucional individual, com 9,12 mil milhões de dólares, seguido pelo Banco Asiático de Desenvolvimento, com 8,17 mil milhões. Em conjunto, os seus 17,29 mil milhões representavam cerca de 42,5% da dívida pública externa total indicada pelo ministério. Entre os restantes credores estavam o Banco Asiático de Investimento em Infraestruturas, com 2,32 mil milhões, e o Banco Islâmico de Desenvolvimento, com 1,2 mil milhões.

Entre os credores governamentais estrangeiros, as instituições chinesas representavam 3,88 mil milhões de dólares e as japonesas, 3,09 mil milhões. França representava 1,3 mil milhões, a Alemanha 725 milhões e a Coreia do Sul 693 milhões.

A composição dos credores alterou-se ligeiramente desde o final de 2025. Nessa altura, as instituições financeiras internacionais representavam 56%, as instituições governamentais estrangeiras 29% e os investidores 15%. Em julho, a proporção dos investidores subira para 17%, com o montante a aumentar de cerca de 5,85 mil milhões para 6,77 mil milhões de dólares.

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Apoio ao orçamento representa mais de metade da dívida pública externa

Os dados do ministério sobre a afetação dos fundos mostram que 20,53 mil milhões de dólares da dívida externa do Estado foram destinados ao apoio ao orçamento, pouco mais de metade do total de 40,71 mil milhões. O valor aumentou face aos 19,838 mil milhões no final de 2025, uma subida de cerca de 692 milhões no saldo registado.

As restantes afetações incluíam 5,47 mil milhões de dólares para combustíveis e energia, 3,72 mil milhões para saúde, educação e tecnologias da informação, 3,37 mil milhões para habitação e serviços públicos, 3,34 mil milhões para agricultura e gestão da água e 3,06 mil milhões para transportes e infraestruturas de transporte. São verbas afetas ao stock da dívida, não montantes contraídos na totalidade durante o primeiro semestre.

A composição por moeda é outro fator a ter em conta. Os dólares norte-americanos representavam 67,4% da dívida pública externa, ou 27,44 mil milhões de dólares. Os euros correspondiam a 9,6%, ou 3,89 mil milhões, e os ienes japoneses a 6,8%, ou 2,75 mil milhões. As variações cambiais podem alterar o custo do serviço destas obrigações face às receitas públicas cobradas em som.

A dívida interna também não estava totalmente denominada na moeda local. Os relatos apontam para cerca de 5 mil milhões de dólares em som e 2,38 mil milhões em dólares norte-americanos. Estes valores arredondados não correspondem exatamente ao total de 7,6 mil milhões de dívida interna. Ainda assim, mostram por que razão endividamento interno e endividamento em moeda local não são conceitos equivalentes.

Exportações recuperaram fora do ouro, mas importações cresceram mais depressa

O Uzbequistão exportou 15,4 mil milhões de dólares em bens e serviços no primeiro semestre de 2026, menos 8,6% do que no mesmo período de 2025. O Banco Central atribuiu a descida sobretudo à redução das exportações de ouro, embora as exportações de bens excluindo o ouro tenham aumentado 27% e as exportações de serviços, 45%.

A declaração em língua uzbeque do banco, atualizada em 29 de setembro, acrescenta que as importações de bens aumentaram 24% e as de serviços, 21%. As importações totais subiram 24%, para 28,8 mil milhões de dólares, impulsionadas por maquinaria e equipamento, veículos, produtos químicos e minerais e produtos alimentares, num contexto de atividade de investimento e forte procura dos consumidores.

As importações excederam as exportações em 13,4 mil milhões de dólares e foram cerca de 1,87 vezes superiores. Os saldos positivos dos rendimentos primários, de 1,9 mil milhões, e secundários, de 5,3 mil milhões, compensaram 7,2 mil milhões desse défice, deixando um défice da conta corrente de cerca de 6,2 mil milhões de dólares.

Os rendimentos primários incluem, por exemplo, rendimentos de investimentos e remunerações do trabalho. Os rendimentos secundários abrangem transferências sem uma troca correspondente de bens ou serviços, incluindo transferências pessoais. O Banco Central referiu um aumento das remessas internacionais, mas não identificou a totalidade do excedente de 5,3 mil milhões de dólares em rendimentos secundários como remessas.

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No segundo trimestre, exportações e investimento aceleraram

As comparações trimestrais sugerem que grande parte do défice da conta corrente do primeiro semestre já se tinha acumulado até março. O défice foi indicado em 5,79 mil milhões de dólares no primeiro trimestre e em cerca de 6,2 mil milhões no conjunto do primeiro semestre, o que implica um agravamento de aproximadamente 410 milhões no segundo trimestre.

As exportações subiram de 5,6 mil milhões de dólares no primeiro trimestre para cerca de 9,8 mil milhões no segundo. As importações aumentaram de 13,9 mil milhões para cerca de 14,9 mil milhões. Estes valores apontam para um défice comercial de cerca de 5,1 mil milhões no segundo trimestre, inferior aos 8,3 mil milhões do primeiro.

As entradas líquidas de investimento direto estrangeiro atingiram 2,3 mil milhões de dólares no semestre, incluindo cerca de 1,6 mil milhões no segundo trimestre. As entradas líquidas de investimento de carteira rondaram os 2 mil milhões, contra apenas 4,1 milhões no primeiro trimestre. O investimento de outra natureza registou entradas líquidas de cerca de 1,5 mil milhões, incluindo aproximadamente 400 milhões no segundo trimestre.

Estas categorias de investimento não equivalem todas a endividamento externo. O investimento direto pode incluir participações no capital, enquanto o investimento de carteira pode incluir tanto ações como títulos de dívida. No quadro contabilístico do FMI, o Banco Central registou um saldo negativo de 7,5 mil milhões de dólares na conta financeira. Este saldo não deve ser automaticamente interpretado como fuga de capitais nem somado ao défice da conta corrente como uma necessidade adicional de financiamento.

Os ativos externos continuam a superar os passivos, mas a margem diminuiu

Os ativos externos do Uzbequistão ascendiam a 127,4 mil milhões de dólares em 1 de julho, face a passivos externos de 114,1 mil milhões. A diferença, correspondente à posição de investimento internacional líquida, era positiva em 13,3 mil milhões, mas tinha diminuído 34% desde o início do ano.

Esta medida é mais abrangente do que a dívida externa, pois os passivos incluem investimento estrangeiro em capital, além de empréstimos. Uma posição nacional positiva também não significa que todas as empresas ou instituições públicas com dívida externa disponham de ativos correspondentes para a reembolsar.

Os ativos externos diminuíram 1,1 mil milhões de dólares no primeiro semestre, enquanto os passivos aumentaram 5,8 mil milhões. O Banco Central atribuiu uma descida de 2,5 mil milhões nas reservas internacionais à queda dos preços mundiais do ouro, parcialmente compensada por um aumento de 1,4 mil milhões nos ativos de investimento direto e de outra natureza. As reservas ascendiam a 63,8 mil milhões de dólares em 1 de julho.

Uma comparação trimestral situa a posição de investimento líquida em 21,6 mil milhões de dólares em 1 de abril, o que implica uma descida de 8,3 mil milhões no segundo trimestre. O efeito da valorização do ouro é importante: uma redução do valor em dólares das reservas de ouro não equivale a gastar o mesmo montante em reservas de dinheiro.

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A descida do rácio da dívida depende do crescimento e das taxas de câmbio

O economista Mirkomil Xolboyev estimou a dívida externa total em 48,5% do PIB no segundo trimestre de 2026. O valor era 4,4 pontos percentuais inferior ao do primeiro trimestre e 7,4 pontos abaixo do rácio de 55,9% no final de 2025. O cálculo baseou-se na produção económica dos quatro trimestres mais recentes e na taxa de câmbio média desse período.

Xolboyev atribuiu a descida ao crescimento do valor da economia em dólares a um ritmo superior ao da dívida. Referiu um crescimento real do PIB de 8,5% e uma valorização de 5% da taxa de câmbio média utilizada no cálculo do segundo trimestre, face ao período homólogo. Uma valorização do som aumenta o valor em dólares da produção expressa em moeda local, ajudando a reduzir o rácio da dívida mesmo quando o saldo da dívida em dólares aumenta.

O economista projetou que a dívida externa poderá descer para 45% do PIB até ao segundo trimestre de 2027, se se mantiverem as atuais tendências de crescimento, as condições cambiais e o endividamento. Trata-se de uma estimativa condicional, não de uma meta anunciada pelo governo nem de um resultado garantido.

A análise do Banco Central cita a avaliação do FMI de que o peso da dívida é baixo e destaca a prevalência de empréstimos em condições concessionais, ou seja, financiamento em condições mais favoráveis do que as dos empréstimos de mercado comuns. Não apresenta um calendário completo de reembolsos futuros nem um valor agregado do serviço da dívida. Estes dados são necessários para avaliar a pressão dos pagamentos juntamente com o stock da dívida, o rácio do PIB e o nível das reservas. Não foi indicada uma data para a próxima publicação.

Principais pontos

  • A dívida externa total atingiu 84,1 mil milhões de dólares em 1 de julho de 2026, mais 16,5% do que um ano antes.
  • A dívida das empresas ascendia a 42,4 mil milhões de dólares e representava cerca de 59% do aumento anual.
  • O Banco Central afirma que o endividamento das empresas sem garantias do Estado não cria obrigações de reembolso para o governo.
  • O ministério indicou uma dívida pública de 48,31 mil milhões de dólares, incluindo 40,71 mil milhões de dívida externa e 7,6 mil milhões de dívida interna.
  • O défice comercial do primeiro semestre foi de 13,4 mil milhões de dólares, enquanto o défice da conta corrente rondou os 6,2 mil milhões.
  • Os ativos externos excediam os passivos em 13,3 mil milhões de dólares, menos 34% do que no início do ano.
  • Xolboyev estimou a dívida externa em 48,5% do PIB; a projeção de descida para 45% até ao segundo trimestre de 2027 depende da continuidade do crescimento e da estabilidade cambial.
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