Hanói lança programa de metro com 303,5 km enquanto decisões de outubro fazem avançar contratos e fornecimento de comboios

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Hanoi Launches 303.5 km Metro Programme as October Decisions Advance Contracts and Train Supply

Cinco linhas, uma meta para 2030 e um enorme compromisso de investimento

Hanói lançou, a 22 de junho de 2026, a construção de cinco linhas de metro, com uma extensão total de cerca de 303,5 quilómetros e um investimento preliminar de 1 315,256 biliões de VND. O programa deverá ligar o Aeroporto Internacional de Noi Bai, a estação ferroviária de Hanói, o complexo da estação de Ngoc Hoi e importantes zonas de desenvolvimento, tendo a cidade como objetivo concluir substancialmente as linhas até 2030.

Índice
  1. Cinco linhas, uma meta para 2030 e um enorme compromisso de investimento
  2. Os percursos das cinco linhas
  3. De linhas separadas a uma rede interligada
  4. Quem vai construir os projetos?
  5. Como serão controlados o financiamento e os pagamentos antecipados
  6. Acordo para 200 composições leva a produção para o Vietname
  7. O prazo de 2030 tem vários significados
  8. Ferrovia e habitação integram o mesmo impulso de desenvolvimento
  9. O que o plano mais amplo ainda não esclarece
  10. Principais pontos

A estimativa de investimento equivale a 1,315256 biliões de VND. Em conjunto, as linhas 1, 2, 8, 10 e 14 representam cerca de 31% dos 979 km previstos para a rede ferroviária urbana da capital. A extensão total corresponde também a aproximadamente 61% dos cerca de 500 km que Hanói pretende concluir até 2035, mostrando quanto da ambição ferroviária da cidade a curto prazo depende deste único programa.

O primeiro-ministro Le Minh Hung participou na cerimónia de lançamento das obras, em junho. Vu Dai Thang, presidente do Comité Popular de Hanói, descreveu o programa como o maior investimento da cidade em transporte ferroviário urbano até à data e como uma passagem da construção de linhas individuais para o desenvolvimento de uma rede interligada em toda a capital.

Os desenvolvimentos posteriores, em outubro, acrescentaram detalhes importantes sobre contratos, garantias de financiamento e comboios. Uma resolução de 5 de outubro apoiou negociações e pagamentos antecipados para contratos de construção chave na mão, enquanto um acordo de 6 de outubro entre a Vingroup e a Alstom abrangeu 200 composições de metro e um papel substancial da produção atribuído ao Vietname.

Estes anúncios não esclarecem todas as questões relativas à execução. Os relatos divergem quanto ao consórcio de construção, a algumas descrições dos percursos e ao significado da meta de 2030: conclusão substancial ou início do serviço de passageiros. Estas diferenças são importantes num programa que deverá passar do lançamento das obras à entrega em cerca de quatro anos.

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Os percursos das cinco linhas

A linha 1 é o maior projeto em termos de investimento anunciado, com um custo estimado de 389,53 biliões de VND e uma extensão de cerca de 81 km. Este orçamento representa aproximadamente 29,6% do investimento preliminar para as cinco linhas. O seu principal objetivo é ligar o sul de Hanói, Ngoc Hoi, a estação de Hanói e o corredor do aeroporto, a norte.

A descrição detalhada do percurso, divulgada em junho, vai de Thuong Tin, passando por Tam Hung, Thuong Phuc, Dan Hoa, um parque industrial ferroviário, Ngoc Hoi, a estação de Hanói, Yen Vien e a zona de desenvolvimento urbano de Thu Lam, até Noi Bai. Outro relato identifica a zona do estádio Hung Vuong e Gia Lam ao longo do percurso. As descrições incluem os principais nós de transporte, mas não apresentam uma lista idêntica dos locais servidos.

A linha 2, com cerca de 56,5 km, proporcionaria outra ligação a Noi Bai, passando por Nam Thang Long, pela zona do lago Hoan Kiem, Tran Hung Dao e Thuong Dinh, antes de chegar aos distritos do sul. Uma descrição mais pormenorizada prolonga o percurso para sul por Thuong Tin, Tam Hung, Thuong Phuc e Dan Hoa.

Com aproximadamente 91 km, a linha 8 é a mais longa das cinco. Ligaria Hoa Lac, incluindo a respetiva zona de desenvolvimento tecnológico, a Son Dong, Mai Dich, à Circular 3, Linh Nam e Duong Xa. O corredor ligaria zonas de crescimento a oeste a áreas industriais, logísticas e urbanas a leste.

A linha 10 é descrita como um percurso circular com cerca de 43 km, que ligaria Dong Anh ou Co Loa a Vo Chi Cong, à Circular 3, à Circular 2,5 e a Times City, antes de regressar a norte. A linha 14, com cerca de 32 km, é descrita como ligando a ponte Thang Long a Gia Lam, passando por Hong Ha. Outra descrição identifica Ciputra, o centro de Hanói e Ocean Park como locais servidos.

As extensões divulgadas para as cinco linhas somam 303,5 km. No entanto, várias são aproximadas, e as listas divergentes de locais não devem ser entendidas como um plano definitivo das estações. Os anúncios não estabelecem a localização detalhada das estações nem as correspondências confirmadas entre linhas.

De linhas separadas a uma rede interligada

Hanói opera atualmente a linha entre Cat Linh e Ha Dong e o troço elevado da linha 3 entre Nhon e Cau Giay, que deverá chegar à estação de Hanói. As cinco novas linhas destinam-se a ligar-se às linhas 3 e 5 à medida que estas avançam, em vez de funcionarem como serviços isolados.

As ligações ao aeroporto das linhas 1 e 2, juntamente com o acesso à estação de Hanói e a Ngoc Hoi, aproximariam o transporte ferroviário urbano das principais portas de entrada da capital. A linha 1 também deverá ligar a rede de metro à ferrovia nacional e aos serviços de alta velocidade planeados. Estas ligações poderão permitir aos passageiros mudar de sistema, embora ainda não tenham sido anunciadas as condições de exploração nem os tempos de transbordo.

A rede chegaria também a zonas de desenvolvimento como Hoa Lac, Thu Lam, Co Loa, Gia Lam e Ocean Park. O traçado circular da linha 10 destina-se a reduzir a pressão sobre o centro da cidade, criando ligações em seu redor, enquanto a linha 8 constituiria um importante corredor entre os distritos ocidentais e orientais.

Os benefícios práticos dependem de mais do que a extensão da via. O objetivo anunciado é criar um sistema de transportes públicos interligado, mas ainda não foram especificados os preços, a frequência dos serviços, a sequência de abertura das linhas nem as condições de transbordo entre as linhas novas e as existentes.

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Quem vai construir os projetos?

O Conselho de Gestão Ferroviária Metropolitana de Hanói foi designado dono dos projetos. Os relatos de junho identificam um consórcio da Vinhomes e da VinSpeed, ambas integradas na Vingroup, como empreiteiro de engenharia, aprovisionamento e construção das cinco linhas. Este modelo, geralmente abreviado como EPC, concentra numa única estrutura contratual a responsabilidade pelo projeto, pela aquisição de equipamento e pela construção.

Os relatos de outubro mencionam outro consórcio. As notícias sobre a Resolução n.º 30-NQ/TU do Comité do Partido de Hanói, emitida a 5 de outubro, identificam a Vinhomes e a SGC Investment and Construction como o grupo empresarial pronto a mobilizar o máximo de recursos para cumprir a meta de 2030. A resolução apoiou os procedimentos necessários para ponderar a seleção de empreiteiros, negociar acordos e assinar contratos chave na mão.

Em geral, um contrato chave na mão exige que o empreiteiro entregue uma instalação concluída e pronta a utilizar, cabendo ao acordo definir as responsabilidades concretas. A decisão de outubro diz, por isso, respeito ao modelo contratual de execução, não sendo apenas uma repetição do anúncio de junho sobre o lançamento das obras.

A diferença entre a Vinhomes e a VinSpeed, em junho, e a Vinhomes e a SGC, em outubro, não é esclarecida pelos relatos publicados. Estes não explicam se a estrutura dos empreiteiros mudou, se as empresas têm responsabilidades diferentes ou se as descrições iniciais estavam incompletas. Seria prematuro apresentar o consórcio de outubro como uma substituição confirmada.

A VinSpeed foi fundada em 2025 e também participa na linha ferroviária entre Ben Thanh e Can Gio, em Ho Chi Minh, e num percurso de alta velocidade que liga Hanói à zona de Quang Ninh e Ha Long. Estes projetos mostram o papel crescente dos grupos privados na construção ferroviária, enquanto as cinco linhas de metro de Hanói continuam a avançar através do quadro de investimento público.

Como serão controlados o financiamento e os pagamentos antecipados

As fontes de financiamento previstas incluem os orçamentos do Governo central e das autoridades locais, empréstimos concessionais, obrigações municipais e outros mecanismos aprovados para o desenvolvimento ferroviário urbano. Os empréstimos concessionais têm, em geral, condições mais favoráveis do que o financiamento comercial corrente. Os anúncios não especificam quanto caberá a cada fonte de financiamento na estimativa de 1 315,256 biliões de VND.

A resolução de outubro dá prioridade ao financiamento dos pagamentos antecipados e à execução, incluindo verbas do orçamento de Hanói para 2026. Exige também uma análise dos recursos disponíveis, das necessidades totais de capital e de eventuais défices de financiamento, prevendo pedidos de apoio ao Governo central sempre que necessário.

Os pagamentos antecipados podem permitir aos empreiteiros mobilizar pessoal, encomendar equipamento e começar os trabalhos antes de os marcos da construção darem origem a pagamentos regulares. A resolução exige garantias e mecanismos de recuperação desses adiantamentos, bem como controlos destinados a assegurar que os fundos são utilizados para os fins acordados.

A gestão do capital, os pagamentos, os desembolsos e a qualidade da construção serão objeto de inspeção e auditoria. O Conselho Popular de Hanói ficará responsável por supervisionar a mobilização, a afetação, a utilização e a recuperação dos fundos adiantados, cabendo também aos órgãos de inspeção do Partido e dos assuntos internos exercer funções de fiscalização.

O programa de despesas surge num contexto de esforço nacional para acelerar o investimento público. Até 11 de junho de 2026, os desembolsos em todo o Vietname tinham ultrapassado os 245 biliões de VND, ou 24,2% de um plano anual superior a 1 000 biliões de VND. Estes são valores nacionais, não despesas do metro de Hanói, mas ajudam a explicar a pressão mais ampla para transformar orçamentos aprovados em infraestruturas concluídas.

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Acordo para 200 composições leva a produção para o Vietname

A Vingroup e a Alstom assinaram, a 6 de outubro, um contrato de material circulante e um Acordo de Licença de Tecnologia para 200 composições de metro destinadas a Hanói. A Alstom deverá conceber e fabricar as primeiras 83 na sua fábrica de Valenciennes Petite-Foret, em França. A Vingroup deverá fabricar e montar as 117 restantes no Vietname, com tecnologia, assistência de engenharia, apoio em ferramentas e componentes-chave fornecidos pela Alstom.

A quota de produção vietnamita representa 58,5% do total, face a 41,5% para a produção inicial francesa. Cada composição é formada por cinco carruagens, pelo que o acordo equivale a 1 000 carruagens. O anúncio não determina como serão distribuídos os comboios pelas cinco novas linhas ou por outros projetos de metro de Hanói.

Os comboios são modelos Metropolis, com carroçarias de alumínio concebidas para reduzir o peso e o desgaste da via, e interiores mais espaçosos para aumentar a capacidade de transporte de passageiros. Os sistemas de travagem combinam travões de disco com travagem regenerativa, que recupera parte da energia quando o comboio abranda.

O nível de automação previsto é o Grau de Automação 4, ou GoA4. Isto significa que os comboios podem funcionar sem maquinista. Não dispensa centros de controlo, equipas de manutenção, operações nas estações ou procedimentos de emergência.

Martin Sion, diretor executivo da Alstom, descreveu a parceria como um contributo para a expansão do metro de Hanói e para o desenvolvimento de capacidades ferroviárias locais. Destacou também o papel da tecnologia francesa:

Este acordo demonstra também a força da tecnologia ferroviária francesa e reforça a posição da Alstom como parceiro de confiança em grandes projetos de mobilidade em toda a região

Nguyen Viet Quang, vice-presidente e diretor executivo da Vingroup, enquadrou o acordo na estratégia de infraestruturas do grupo, que inclui transporte ferroviário urbano, comboios de alta velocidade, pontes, portos e logística. O anúncio dos comboios não apresenta um calendário de entregas, o preço do contrato ou um plano detalhado para a entrada em serviço.

O prazo de 2030 tem vários significados

O lançamento das obras, em junho, foi descrito em alguns relatos como tendo por objetivo a conclusão substancial até 2030 e noutros como visando a conclusão nesse ano. A resolução de outubro vai mais longe, estabelecendo como objetivo concluir as cinco linhas e pô-las em funcionamento em 2030. A conclusão da construção e o início do serviço de passageiros são marcos diferentes, uma vez que é necessário realizar testes, obter a aprovação de segurança e preparar a operação.

O calendário é ambicioso, tendo em conta a experiência anterior de Hanói. A linha entre Cat Linh e Ha Dong demorou mais de uma década a ficar concluída, ao passo que o novo programa prevê cinco linhas e 303,5 km em cerca de quatro anos desde o lançamento das obras, em junho de 2026. Esta comparação não prova que o novo calendário seja impossível, mas mostra a dimensão da aceleração pretendida.

Os relatos atribuem a preparação mais rápida do investimento a mecanismos jurídicos especiais, incluindo a possibilidade de separar a libertação dos terrenos em projetos autónomos. Um dos relatos afirma que o tempo de preparação foi reduzido em pelo menos 50%. Esta afirmação diz respeito à fase de preparação, não a uma redução comprovada do tempo necessário para construir, testar e abrir a ferrovia.

Os principais marcos anunciados são:

  • 13 de maio de 2026: Hanói aprovou o plano diretor da capital através da Decisão n.º 2512/QD-UBND.
  • 22 de junho de 2026: A cidade lançou simultaneamente as obras das linhas 1, 2, 8, 10 e 14.
  • 5 de outubro de 2026: A Resolução n.º 30-NQ/TU apoiou os procedimentos para contratos chave na mão e pagamentos antecipados.
  • 6 de outubro de 2026: A Vingroup e a Alstom assinaram acordos relativos a 200 composições de metro.
  • 2030: Ano previsto para a conclusão substancial, com os relatos de outubro a especificarem também o início da operação.
  • 2035: Hanói pretende concluir cerca de 500 km de ferrovia urbana.
  • 2045: A cidade pretende concluir a rede ferroviária urbana prevista, com 979 km.
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Ferrovia e habitação integram o mesmo impulso de desenvolvimento

Hanói considera a ferrovia urbana como a estrutura de uma cidade com vários centros de crescimento, em vez de um único núcleo dominante. A abordagem inclui o desenvolvimento orientado para os transportes públicos, geralmente designado por TOD, que concentra habitação, emprego e serviços em torno das estações. O objetivo é orientar a expansão urbana para locais onde a ferrovia possa servir as deslocações diárias.

O evento de junho lançou também três projetos de habitação para arrendamento. Dois projetos financiados pelo Estado deverão disponibilizar 1 176 apartamentos em Phap Van a Tu Hiep, no bairro de Yen So, e 1 166 apartamentos no bairro de Viet Hung, num total de 2 342 fogos. Os investimentos estimados são, respetivamente, de 1,396 biliões e 3,563 biliões de VND.

Em Phap Van a Tu Hiep, os edifícios A2 e A3 estão a ser convertidos de alojamento para estudantes em habitação para arrendamento, com conclusão prevista para 2026. Prevê-se que um novo edifício A4 entre em funcionamento em 2027. O projeto de Viet Hung, cuja empreitada de construção está a cargo da Vinhomes, deverá ficar concluído entre 2026 e 2028.

Uma proposta distinta para Him Lam Long Bien prevê a utilização de mais de 11 hectares para cerca de 6 000 apartamentos, incluindo aproximadamente 4 000 destinados a arrendamento de longa duração, com um investimento estimado em 29 biliões de VND. Prevê-se que a componente de arrendamento esteja pronta no quarto trimestre de 2028. Os anúncios não estabelecem que cada projeto habitacional tenha acesso direto a uma estação das cinco novas linhas.

O primeiro-ministro Le Minh Hung apelou a que a habitação para arrendamento sirva trabalhadores, estudantes, funcionários públicos e outros grupos que necessitam de alojamento a preços razoáveis. Pediu uma análise dos terrenos e edifícios públicos subutilizados, cujos resultados deverão ser apresentados em junho de 2026. Os dados dos projetos ainda não especificam as rendas nem os critérios de elegibilidade.

O que o plano mais amplo ainda não esclarece

As cinco linhas integram um plano de 18 percursos ferroviários urbanos, com uma extensão total de aproximadamente 979 km. A inclusão das ferrovias nacionais e inter-regionais elevaria o sistema ferroviário mais amplo para perto dos 1 200 km, mas esse valor não deve ser apresentado como a extensão da rede de metro de Hanói.

Hanói pretende concluir cerca de 500 km até 2035 e os 479 km restantes entre 2036 e 2045. Outro relato descreve o período de investimento posterior como decorrendo de 2035 a 2045. A diferença diz respeito à delimitação das fases, mantendo-se inalterada a extensão final indicada para a rede.

O quadro jurídico citado para o programa inclui a Lei da Capital de 2026, a Resolução n.º 188/2025/QH15 da Assembleia Nacional sobre mecanismos especiais para o transporte ferroviário urbano em Hanói e Ho Chi Minh, e a Resolução n.º 258/2025/QH15 sobre mecanismos especiais para o desenvolvimento de Hanói.

Vários detalhes decisivos continuam por esclarecer: os contratos definitivos e as responsabilidades dos empreiteiros, as quotas de financiamento, as estações confirmadas, as datas de entrega dos comboios e a sequência de abertura das linhas. O lançamento das obras em junho, a decisão contratual de outubro e o acordo sobre os comboios representam etapas distintas rumo à execução. Nenhuma delas, por si só, comprova que as cinco linhas estejam prontas para avançar para a construção integral ou garante o início do serviço de passageiros até 2030.

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Principais pontos

  • Hanói lançou cinco projetos de metro a 22 de junho de 2026, com uma extensão total de aproximadamente 303,5 km.
  • O investimento preliminar é de 1 315,256 biliões de VND, sendo 2030 o principal prazo previsto para a execução.
  • As linhas ligariam o aeroporto, os principais nós ferroviários e os distritos urbanos em desenvolvimento.
  • Os relatos de junho identificam a Vinhomes e a VinSpeed como empreiteiros EPC; os de outubro apontam a Vinhomes e a SGC para os contratos chave na mão propostos.
  • A decisão de outubro sobre o financiamento exige garantias para os pagamentos antecipados, mecanismos de recuperação e auditorias reforçadas.
  • Um acordo separado, assinado a 6 de outubro, abrange 200 composições de cinco carruagens, 117 das quais serão fabricadas e montadas no Vietname.
  • As cinco linhas representam cerca de 31% da rede ferroviária urbana de 979 km prevista para Hanói.
  • Os anúncios não estabelecem as dotações finais de financiamento, os detalhes das estações, as datas de entrega dos comboios ou os calendários de abertura.
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